E foi mais ou menos isto, o que se passou na 2ª temporada de Game of Thrones. Eu? A terminar o 2º livro, no qual esta segunda incursão televisiva pela obra de George R. R. Martin se baseia.
Viajo muito e ininterruptamente. Dentro de mim, principalmente (para mal dos meus pecados).
Aviso à navegação: é de esperar muita turbulência. Apertem os cintos.
IMPORTANTE: Não se devolvem bilhetes.
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sábado, 7 de julho de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Sonhei com isto
| American Icon: the Hot Rod |
Série televisiva norte-americana de 20101/2011 de 13 episódios dedicada à história e evolução dos Hot Rod, um tipo muito peculiar de automóvel criado nos Estados Unidos, nos seus primórdios, pela transformação artesanal de velhos carros Ford (principalmente do Modelo T e B) nos anos 30 e 40 do século XX com a finalidade de competir (ilegalmente) com rivais em estradas públicas da California do Sul. O hot rodding acabou por transformar-se, de fenómeno de contra-cultura nos seus primórdios, em estilo de vida e numa arte a que nem todos na actualidade poderão ter acesso dada a natureza singular dos seus carros, construídos por pequenas mas importantes empresas especializadas, mediante encomenda de proprietários endinheirados.
A série tem passado entre nós no canal de cabo Discovery Turbo e eu começei há dois dias a rever as suas gravações, daí o tema se ter tornado paisagem onírica para esta pessoa, que se imaginou (?) a conduzir uma destas bombas numa qualquer estrada à beira do oceano junto ao qual reside...
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| Foto Dirk Behlau |
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| Desenhado por Bo Zolland |
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Genesis Live (em 1972 na TV belga)
A pouco mais de um mês disto, vamos recordar os originais Genesis num vídeo de rara qualidade (sem exageros, face aos padrões actuais...) gravado numa actuação em directo no programa Pop Shop da TV belga, nos idos de 20 de Março de 1970. Em toda a sua glória progressiva, eis os 29 minutos da performance do quinteto britânico; e os temas são:
The Fountain of Salmacis (merecedor de mais reconhecimento que o que lhe foi votado)
Twilight (um muito superior e menos xaroposamente insuportável que esse em que estão a pensar)
Musical Box (clássico #1)The Return of the Giant Hogweed (curioso, o erro com que a legenda surge na tela e clássico #2)
P.S.: Ai que me mata, aquele baixo Rickenbacker 4001 do Mike Rutherford... <3
P.P.S.: Um agradecimento ao meu amigo Paulo Quintela (@__pq), que me trouxe à atenção esta versão melhorada de um show já conhecido.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Star Wars "live action" sempre avança na TV!
Parece que desta é que é. Depois de tantos anos (que me recorde, logo desde 2005) a aventar-se a hipótese de George Lucas criar uma série televisiva baseada no universo Star Wars com actores de carne-e-osso, notícias fesquinhas parecem apontar para a sua concretização cada vez mais próxima. A notícia, cito-a directamente do io9.com (atenção aos eventuais spoilers relativos a outras séries televisivas conhecidas).
Star Wars: Underworld
Producer and longtime George Lucas collaborator Rick McCallum dropped some key hints about the long-planned live-action Star Wars TV show - the one that supposedly has 50 scripts already written and is just waiting for the costs of visual effects to drop before moving forward. McCallum revealed the show's working title is Star Wars: Underworld, it is indeed set betweenRevenge of the Sith and A New Hope, that "it's about that period when the Empire is trying to take things [over]", and that the show's primary focus will be on the criminal underbelly of theStar Wars universe. McCallum elaborates:"It's underneath what's going on. It's the criminals and the gangs. The guys who are running Wall Street, basically. The guys who are running the United States."You can also check out the original video interview with McCallum at the link(s). [IGN via Coming Soon]
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
É tão mau, que é tão bom... SPACEKISSER ستار تريك
Diria trata-se de uma paródia... vulcânica (mas não digo). Um inacreditável, surreal (além de ser árabe) spoof à série televisiva Star Trek - Caminho das Estrelas. #LOLI
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Star Trek TNG Ambient Engine Noise (Idling for 24 hrs)
É o primeiro vídeo no YouTube que conheço atingir as 24 horas de duração. Supostamente, de acordo com o sítio Geeks are Sexy Technology News, a transmissão quase eterna do ruído dos motores Warp da nave USS Enterprise (NCC-1701-D), vista na série de TV Star Trek: The Next Generation (TNG), terá um efeito calmante e apaziguador. Quanto a isso nada sei uma vez que não faço questão de o ouvir durante 24H. No entanto (se fechar os olhos por uns momentos) não custa nada sentir-me naquela imensidão espacial, prestes a dar em doido devido a tanta inação...
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
sábado, 10 de setembro de 2011
Sinfonia da Ciência: o Mundo Quântico!
Symphony of Science é um projecto musical iniciado por John D Boswell no Outono de 2009, em que conjuga excertos de algumas séries televisivas científico-documentais do passado, desde "Cosmos" de Carl Sagan, a "Through the Wormhole" (apresentada pelo actor Morgan Freeman e que passou entre nós no canal de cabo Discovery Science há um par de meses atrás), com estas remisturas sonoras.
No tema que aqui destaco, "The Quantum World", ouvimos as vozes de personalidades conhecidas como Morgan Freeman e os cientistas e divulgadores Stephen Hawking, Michio Kaku, Brian Cox, Richard Feynman e Frank Close. Ouvi-los a cantar deu-me arrepios... (dos bons). e comoveu-me, mesmo. Detenhamo-nos nas palavras dos intervenientes e na... poesia (por que não?) da mensagem científica que transmitem.
Apetece-me dizer mesmo: a aventura humana é tão bonita! (quando deixamos vir ao de cima o melhor de nós próprios e o único traço de que todos nos devíamos orgulhar e procurar manter vivo.)
[Morgan Freeman]
So, what are we really made of?
Dig deep inside the atom
and you'll find tiny particles
Held together by invisible forces
Everything is made up
Of tiny packets of energy
Born in cosmic furnaces
[Frank Close]
The atoms that we're made of have
Negatively charged electrons
Whirling around a big bulky nucleus
[Michio Kaku]
The Quantum Theory
Offers a very different explanation
Of our world
[Brian Cox]
The universe is made of
Twelve particles of matter
Four forces of nature
That's a wonderful and significant story
[Richard Feynman]
Suppose that little things
Behaved very differently
Than anything big
Nothing's really as it seems
It's so wonderfully different
Than anything big
The world is a dynamic mess
Of jiggling things
It's hard to believe
[Kaku]
The quantum theory
Is so strange and bizzare
Even Einstein couldn't get his head around it
[Cox]
In the quantum world
The world of particles
Nothing is certain
It's a world of probabilities
(refrain)
[Feynman]
It's very hard to imagine
All the crazy things
That things really are like
Electrons act like waves
No they don't exactly
They act like particles
No they don't exactly
[Stephen Hawking]
We need a theory of everything
Which is still just beyond our grasp
We need a theory of everything, perhaps
The ultimate triump of science
(refrain)
[Feynman]
I gotta stop somewhere
I'll leave you something to imagine
As 11 faixas da banda sonora da nossa existência (digo eu) pode ser descarregada gratuitamente carregando na imagem infra. No site oficial do projecto estão os restantes 10 temas em vídeo, bem como acessos para as letras:
Precisamos de ver isto na TV portuguesa, URGENTEMENTE!
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Cabeças vão rolar!!
Os alemães têm destas coisas. Uma certa criatividade (por vezes) quase delirante, mas original. Mais próximo deles só os japoneses. Desta vez mostro o vídeo promocional da agência JvM de Hamburg (Jung von Matt) para o canal televisivo alemão 13TH STREET, nascido em 1998 e parte da NBC/Universal.
Especializado na temática do Horror, Ficção Científica e o Suspense, a agência projectou colocar várias bolas de bowling em alguns recintos da especialidade, surpreendendo os utentes com "cabeças de zombie" através de cujos orifícios (são 3) o jogador se atreverá a perfurar os olhos, nariz e boca(s) dos mortos-vivos que aterrorizam a cultura popular desde há várias décadas. As bolas foram pintadas pelo artista Oliver Paass, num trabalho notável. No seu blog poderão ser vistas outras zonas de cada bola. Como eu afirmo no título: é vê-las rolar pela pista fora, as cabeças.
"Teme Pelo Teu Pescoço", lê-se numa das bolas (Fürchte Dich um Kopf und Kragen). Bem feito! (a vários níveis)
13th STREET – Bowlingheads (Case Video) from RUOK on Vimeo.
Especializado na temática do Horror, Ficção Científica e o Suspense, a agência projectou colocar várias bolas de bowling em alguns recintos da especialidade, surpreendendo os utentes com "cabeças de zombie" através de cujos orifícios (são 3) o jogador se atreverá a perfurar os olhos, nariz e boca(s) dos mortos-vivos que aterrorizam a cultura popular desde há várias décadas. As bolas foram pintadas pelo artista Oliver Paass, num trabalho notável. No seu blog poderão ser vistas outras zonas de cada bola. Como eu afirmo no título: é vê-las rolar pela pista fora, as cabeças.
"Teme Pelo Teu Pescoço", lê-se numa das bolas (Fürchte Dich um Kopf und Kragen). Bem feito! (a vários níveis)
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Terry Gilliam's Do It Yourself Animation Show
Uma apresentação a propósito da arte de Terry Gilliam, pelo próprio, na criação das suas animações de figuras recortadas e porque hoje vi o seu filme The Imaginarium of Doctor Parnassus (2009) e comprei na passada semana (finalmente...) a caixa em DVD das quatro temporadas completas dos episódios televisivos dos Monty Python (para mim, ainda o nec plus ultra do humor).
sexta-feira, 29 de julho de 2011
The Killing
Descanse quem me lê, que não estou a pensar fazer como aquele norueguês... (nem linko aqui o seu nome para que depois não me entre alguma agência anti-terrorista em casa. Googlem, que hão-de saber a quem me refiro) =p Falo da série americana de TV produzida pela AMC, baseada na homónima série The Killing, inicialmente surgida na Dinamarca. Uma primeira temporada na qual a investigação de um crime na maior cidade do Estado de Washington (Seattle) se arrasta (friso: arrasta) por 13 episódios de interesse e ritmo variáveis, representando outros tantos dias de actividade policial. Vi-os todos de um fôlego e os momentos *yawn* foram mais que muitos. De tal forma que estava a ver que, mesmo chegado ao ep. #13, nem assim ficaria a saber quem fora o assassino (spoiler: foi um homem, sim)... A dupla principal, Mireille Enos e Joel Kinnaman, está bem mas a insistência na caracterização da personalidade do agente feminino, Sarah Linden, adiando ad aeternum uma saída (anunciada) da polícia para se casar e estabelecer com o seu filho de 13 anos na cidade californiana de Sacramento, leva o espectador (eu) ao desespero. Melhor está o sueco Joel Kinnaman no papel de Stephen Holder, o contraponto e sidekick de Sarah, com a sua rendição de um polícia ex-Narcóticos promovido recentemente a detective de Homicídios, ainda a braços com os hábitos trazidos da sua actividade anterior. Alguma comicidade e aparente falta de jeito tornam-no num bom complemento para a mais cerebral e reservada Sarah.
A política e o papel dos políticos — o caso desenrola-se em plena campanha para as eleições para a presidência da Câmara da cidade — também é abordada na série e de forma não muito meiga (e mais não direi). Só por volta do episódio 8 (tarde, muito tarde) a série descola da modorra e convoluções em que os escritores a lançaram. E mesmo assim... Uma palavra final para o terceiro personagem principal da série: a insistente e sempiterna chuva que assola Seattle. Premonitória, a presença de tanta... água? Seja como for, face àquelas autênticas bátegas na cidade do noroeste norte-americano, Londres mais me parece o deserto do Sahara ao meio-dia de um mês de Agosto. Opções, de novo discutíveis.
Esta primeira temporada termina com um cliffhanger, numa espécie de reviravolta em jeito de pedido de desculpas pelo tempo ocupado a contar algo que se contaria, algures, num terço dos episódios "gastos"... Já está agendada uma segunda temporada e só rezo para que os argumentistas ponham os dois personagens principais a investigar e resolver a trama bem mais depressa. Apesar de tudo uma série a ver, se possível.
Dexter: volta depressa, que fazes falta! (além de estares perdoado)
A política e o papel dos políticos — o caso desenrola-se em plena campanha para as eleições para a presidência da Câmara da cidade — também é abordada na série e de forma não muito meiga (e mais não direi). Só por volta do episódio 8 (tarde, muito tarde) a série descola da modorra e convoluções em que os escritores a lançaram. E mesmo assim... Uma palavra final para o terceiro personagem principal da série: a insistente e sempiterna chuva que assola Seattle. Premonitória, a presença de tanta... água? Seja como for, face àquelas autênticas bátegas na cidade do noroeste norte-americano, Londres mais me parece o deserto do Sahara ao meio-dia de um mês de Agosto. Opções, de novo discutíveis.
Esta primeira temporada termina com um cliffhanger, numa espécie de reviravolta em jeito de pedido de desculpas pelo tempo ocupado a contar algo que se contaria, algures, num terço dos episódios "gastos"... Já está agendada uma segunda temporada e só rezo para que os argumentistas ponham os dois personagens principais a investigar e resolver a trama bem mais depressa. Apesar de tudo uma série a ver, se possível.
Dexter: volta depressa, que fazes falta! (além de estares perdoado)
quarta-feira, 13 de julho de 2011
E por falar em Westeros...
Falei ontem em Westeros. Aqui vai um excelente mapa deste continente (um dos três existentes, de par com Essos e Sothoryos) imaginado por George R. R. (Raymond Richard) Martin, em grafismos publicados num dos maiores sítios de fãs da saga, apropriadamente chamado de Westeros.org, onde se incluem os Sete Reinos que em parte povoam o dito continente — originalmente designados por The North, The Vale, The Stormlands, The Reach, The Westerlands, The Iron Islands e finalmente Dorne. Curiosamente inclui tais detalhes como figuras que abrangem os brazões, as lendas, a história e o presente destes reinos, numa espécie de Onde Está o Wally? da obra A Song of Ice and Fire.
O autor dos desenhos é membro do fórum daquele sítio e chama-se Other-in-Law. Diz ele que fez todo o mapa recorrendo apenas ao MS Paint (o que, já de si, é obra digna de registo especial)...
Neste caminho (ou clicando na imagem acima) poderá ser apreciado este mesmo mapa mas subdividido por zonas. ATENÇÃO, que contém spoilers e Easter Eggs suficientes para estragar eventuais surpresas.
O autor dos desenhos é membro do fórum daquele sítio e chama-se Other-in-Law. Diz ele que fez todo o mapa recorrendo apenas ao MS Paint (o que, já de si, é obra digna de registo especial)...
Neste caminho (ou clicando na imagem acima) poderá ser apreciado este mesmo mapa mas subdividido por zonas. ATENÇÃO, que contém spoilers e Easter Eggs suficientes para estragar eventuais surpresas.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
24H de Le Mans com a Level 5 Motorsports
Conforme aqui destaquei mais detalhadamente começa amanhã a 79ª edição da famosa prova de resistência automobilística. Faço esta adição ao assunto para dar uma ideia do que é pilotar-se um protótipo de competição, no caso vertente o Lola B11/83 Coupe-HPD (Honda Performance Development) do team Level 5 Motorsports que compete na classe LMP2 (a 2ª mais importante, digamos). O carro posicionou-se nos treinos finais de ontem à noite na 28ª posição da geral e 11º (último) da sua classse com o tempo de 3:48:863 nas mãos de Christophe Bouchut, que partilhará amanhã o volante com Scott Tucker e o "nosso" campeão João Barbosa.
Apesar de parecer que a velocidade é estonteante (e é, devendo rondar uma média de 300 e alguns mais Kms/h) prestem atenção aos minutos 1:27 e 1:45 do vídeo nos quais o Lola é ultrapassado pelos Peugeot 908 da classe principal, a LMP1. Até parece que se vai a arrastar pela pista (não, não vai). Multiplique-se por 24!
Boa sorte ao João Barbosa e à sua equipa, a primeira vez que corre no circuito de La Sarthe.
Apesar de parecer que a velocidade é estonteante (e é, devendo rondar uma média de 300 e alguns mais Kms/h) prestem atenção aos minutos 1:27 e 1:45 do vídeo nos quais o Lola é ultrapassado pelos Peugeot 908 da classe principal, a LMP1. Até parece que se vai a arrastar pela pista (não, não vai). Multiplique-se por 24!
Boa sorte ao João Barbosa e à sua equipa, a primeira vez que corre no circuito de La Sarthe.
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| A equipa: Scott Tucker, Christophe Bouchut, João Barbosa |
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| O carro: Lola B11/83 Coupe-HPD |
quinta-feira, 9 de junho de 2011
24H de Le Mans 2011, a edição #79
Começa este sábado às 14H de Portugal (15h locais) a edição nº 79 da mais antiga prova automobilística mundial, as 24 Horas de Le Mans, disputadas no Circuito de la Sarthe. Pessoalmente, a primeira experiência que recordo da mítica prova data dos idos de 1969 quando assistia à final daquela excitante edição pela televisão (RTP). Fiquei positivamente "agarrado" ao ecrã com aquela saudosa "batalha" de gigantes entre vv e mm e, acho, foi este o meu começo da paixão pelas competições automóveis, Le Mans em particular e com lugar naturalmente especial no meu coração. Este ano, mais uma vez, lá irei fazer a directa da ordem para assistir à prova pelo Eurosport.
Em termos de participações nacionais este ano podemos voltar a ver os seguintes, nas classes LMP1 e LMP2 (infelizmente, das duas classes mais "baixas", mas não menos competitivas e interessantes, da prova, só temos um representante em LM GTE Pro e nenhum em LM GTE Am):
- A equipa Quifel-ASM Team de Miguel Paes do Amaral (coadjuvado no volante pelos mais experientes Olivier Pla e Warren Hughes) no seu Zytek 09SC nº 20 da Classe LMP2.
- Pedro Lamy no terceiro Peugeot 908 oficial, nº 9 (e sempre um candidato à vitória na Classe LMP1, fazendo equipa com Sébastien Bourdais e Simon Pagenaud).
- Tiago Monteiro (em equipa com Guillaume Moreau e Pierre Ragues) no OAK Pescarolo 01-Judd Nº 15 LMP1 do team OAK Racing.
- João Barbosa na classe seguinte, a LMP2, no bonito Lola B11/83 Coupe-HPD nº 33 (gosto do número!) do team americano Level 5 Motorsports, partilhando o volante com Scott Tucker e Christophe Bouchut.
- Rui Águas no nº 71 (co-pilotado pelos norte-americanos Robert Kauffman e o consagrado Michael Waltrip), um dos dois soberbos Ferrari 458 Italia GTC da Classe LM GTE Pro inscritos pelo Team AF Corse, sempre um dos favoritos à vitória final na classe.
Além do Eurosport, a corrida poderá igualmente ser acompanhada nos nossos PCs pelos seguintes endereços (oficiais da entidade organizadora, o clube ACO, Automobile Club de l'Ouest):
YouTube
>> Cronometragem oficial em directo <<
E ainda pelos seguintes:
radiolemans.com
mulsannescorner.com
Racecar-engineering.com
Para terminar, não posso deixar de salientar o famoso "spotter guide" desenhado por Andy Blackmore, com todos os 56 carros inscritos em 2011:
terça-feira, 24 de maio de 2011
Area 51 Revelada (documentário)
Ah, a famosa Área 51 (também conhecida como Dreamland) localizada no pitoresco Estado do Nevada... Teorias à parte (incluindo EBEs, OVNIs/discos voadores, X-files e conspirações extraterrestres), a National Geographic Society (NGS) vai hoje apresentar no seu canal televisivo o documentário "Area 51 Declassified". As autoridades norte-americanas continuam a menorizar o papel desta famosa instalação científico-militar e todas as tentativas anteriores, mais ou menos independentes, de a caracterizar e divulgar junto do público têm sido recebidas com cépticos comentários de "Isto não passa de mais uma manobra de desinformação com vista à ocultação da verdadeira finalidade das instalações".
Por ser um apaixonado, desde a infância, por aviação e mais tarde pelos chamados X-planes (aviões X), tudo o que se relacionasse com a zona sempre me espicaçou a curiosidade. Não sei porquê mas embora desconhecendo o conteúdo exacto deste documentário arrisco a afirmar que nada trará de novo à questão e polémica geradas — e tendo logo origem numa das mais institucionais e conservadoras sociedades de divulgação de conhecimento dos Estados Unidos como é a NGS. Ou seja: mais um caso de "a montanha pariu um rato". Em Portugal ainda não sei em que dia ou horário passará mas irei (tentar) estar atento.
terça-feira, 12 de abril de 2011
10 formas de encarar "Firefly"
Confesso que sou um dos fãs da precocemente extinta série televisiva "Firefly" criada por Joss Whedon em 2002 (Piloto "Serenity" de duas horas + 13 episódios). Et pour cause? Seja como for, a série ostentava um enorme potencial a nível de argumento e visuais, mesmo considerando estes não serem exactamente e na totalidade originais (e nesta comparação estou a incluir tanto literatura/BD de FiCi e filmes). E é aqui que entra a estória da série — mais tarde transformada, um pouco por força dos fãs à escala mundial (vide Browncoats), em filme de longa duração dirigido também por Whedon e intitulado, tal como o modelo de nave que deu nome à longa metragem, "Serenity" (2005). O site io9.com publicou esta semana um artigo cujo título dá o nome (e mote) a este post. Segundo elss estas são 10 das muitas formas pelas quais o espectador (fã ou não) pode encarar a série e os filmes (*), cujo visionamento aconselho vivamente.
(*) Em 2010 um grupo de fãs escreveu e produziu o spin-off "Browncoats: Redemption", dirigido por Michael Dougherty (reedição em Blu-ray este mês de Abril nos Estados Unidos).
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Lisboa: Viagem ao Fantástico - Expo SyFy
Abriu hoje no cinema São Jorge em Lisboa e estará patente ao público até ao próximo dia 25 de Abril a mostra de objectos clássicos do cinema Fantástico e de Ficção Científica patrocinada pleo canal de cabo SyFy (em Portugal disponibilizado aos assinantres do serviço Meo). Oficialmente intitulada de “Viagem ao Fantástico - Expo SyFy”, nela se poderão apreciar 92 objectos (supostamente todos originais) reunidos pelo coleccionador Maite Mínguez Ricart e vistos por exemplo em filmes como "O Planeta dos Macacos" (1968), "Guerra das Estrelas" (1977), "Conan, o Bárbaro" (1982), "O Pesadelo em Elm Street" (1984) e "Eduardo Mãos de Tesoura" (1990). A entrada é gratuita.
domingo, 27 de março de 2011
MMORPGs + Série de TV + Futuro não-tão-longínquo = Vida Real Humana?
Começo com outra (dupla) pergunta, de certo modo retórica:
Vem isto a propósito de um artigo, que acabo de receber via e-mail do site Geeks of Doom, intitulado "Syfy Channel & ‘Rift’ Creator Trion Team Up To Create TV Series/MMO Video Game Fusion". Por um lado, a primeira coisa que me veio à cabeça foi logo "até que enfim que alguém (uma empresa, o que lhe dá logo contornos de projecto conspirativo e num horizonte próximo eventualmente opressor [sim, sou um grande fã do Philip K.Dick...]) assume aquilo que, tecnologicamente, seria o próximo passo a dar no mundo do entretenimento!".

Não irei entrar em detalhes sobre o artigo (convido antes à leitura total do original), excepto para frisar que se trata de um projecto entre a empresa Trion Worlds (que recentemente lançou no mercado o jogo online, pago, Rift) e o conhecido canal televisivo especializado em Ficção Científica (FiCi) SyFy que pretendem conjuntamente lançar uma série televisiva, ainda sem nome, e um jogo online para um número massivo de jogadores (MMORPG). Neste ambiente misto, que pela primeira vez cruza dois meios de entretenimento de massas algo diferentes, os aderentes poderão "viver" a série jogando ou, a jogar, influenciarem o decurso dos episódios televisivos num novo tipo de jogo apelidade pela Trion de "massively multiplayer online action role-playing game (Syfy Action MMO)". Do projecto, ainda em desenvolvimenmto e de certa forma envolto em segredo, a páginal oficial da Trion apenas disponibiliza uma pequena resenha, imagens da arte conceptual dos cenários e um vídeo promocional.

Também por esta falta de mais completa informação sobre o ambiciosao e original projecto não me irei alongar sobre ele, como dizia, mas quero no fundo é constatar como cada vez mais imersivos se tornam os meios de comunicação de massas e de entretenimento caseiro a ponto de não me ser difícil antecipar um mundo (uma realidade?) em que o jogador se envolva de tal forma que quase deixará de precisar de viver fora dele.
Estarei a elaborar demasiadamente numa mentalidade de Matrix? O futuro no-lo confirmará, ou desmentirá. Inclino-me mais para uma via de (e de certa forma lamento-o) confirmação da alienação da postura humana com base em produtos por ela própria criados a bem do lazer e da diversão... Tudo em nome da... Imaginação (?!)
(Parcialmente repondida, assim, a minha pergunta inicial. Gostava de saber o que pensam os meus possíveis leitores sobre o assunto.)
Para onde caminhamos, como Humanidade? Conseguiremos mantê-la?
Vem isto a propósito de um artigo, que acabo de receber via e-mail do site Geeks of Doom, intitulado "Syfy Channel & ‘Rift’ Creator Trion Team Up To Create TV Series/MMO Video Game Fusion". Por um lado, a primeira coisa que me veio à cabeça foi logo "até que enfim que alguém (uma empresa, o que lhe dá logo contornos de projecto conspirativo e num horizonte próximo eventualmente opressor [sim, sou um grande fã do Philip K.Dick...]) assume aquilo que, tecnologicamente, seria o próximo passo a dar no mundo do entretenimento!".
Não irei entrar em detalhes sobre o artigo (convido antes à leitura total do original), excepto para frisar que se trata de um projecto entre a empresa Trion Worlds (que recentemente lançou no mercado o jogo online, pago, Rift) e o conhecido canal televisivo especializado em Ficção Científica (FiCi) SyFy que pretendem conjuntamente lançar uma série televisiva, ainda sem nome, e um jogo online para um número massivo de jogadores (MMORPG). Neste ambiente misto, que pela primeira vez cruza dois meios de entretenimento de massas algo diferentes, os aderentes poderão "viver" a série jogando ou, a jogar, influenciarem o decurso dos episódios televisivos num novo tipo de jogo apelidade pela Trion de "massively multiplayer online action role-playing game (Syfy Action MMO)". Do projecto, ainda em desenvolvimenmto e de certa forma envolto em segredo, a páginal oficial da Trion apenas disponibiliza uma pequena resenha, imagens da arte conceptual dos cenários e um vídeo promocional.
Também por esta falta de mais completa informação sobre o ambiciosao e original projecto não me irei alongar sobre ele, como dizia, mas quero no fundo é constatar como cada vez mais imersivos se tornam os meios de comunicação de massas e de entretenimento caseiro a ponto de não me ser difícil antecipar um mundo (uma realidade?) em que o jogador se envolva de tal forma que quase deixará de precisar de viver fora dele.
Estarei a elaborar demasiadamente numa mentalidade de Matrix? O futuro no-lo confirmará, ou desmentirá. Inclino-me mais para uma via de (e de certa forma lamento-o) confirmação da alienação da postura humana com base em produtos por ela própria criados a bem do lazer e da diversão... Tudo em nome da... Imaginação (?!)
(Parcialmente repondida, assim, a minha pergunta inicial. Gostava de saber o que pensam os meus possíveis leitores sobre o assunto.)
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