Como será estar-se na pista durante um importante evento de desporto motorizado? Bem, agora ficar-se-á a saber com Trackside. Sem história, sem opinião, sem voz humana, apenas energia pura e excitação. Assim se ouvem, sentem e vêem os melhores carros de corrida do mundo, logo atrás do outro lado do muro de protecção.
What is it like to stand trackside at a major motorsports event? Well, now you know with trackside. No story, no opinion, just raw energy and excitement. This is what it's like to hear, feel, and see the best racing cars in the world, from just over the other side of the wall.
Passa-se isto, tal-qual, na minha empresa. Um nojo, especialmente porque permitido por quadros com responsabilidades acima da minha. "Beneficia" quem? No imediato, apenas os lacaios dos ditos responsáveis...
"Tipo agressivo de objectividade". Sim, parece que se me adequa o rótulo. O mesmo que causa os "anti-corpos" que os incompetentes com que sempre tive de lidar na minha carreira profissional — infelizmente quase todos na hierarquia que me é superior (o que, em si, já é lixado o suficiente)... — usando-a para mascarar a inactividade, o laxismo e alguma da incompetência daqueles com quem compactuam sem eu perceber muito bem com que objectivo ulterior em termos da imagem e funcionamento da empresa. É que eu jogos só de computador, mesmo. No resto (a profissão), levo tudo muito a sério. E lixam-me por isso.
Excelente, este vídeo protagonizado pelo destemido Alan McNish, piloto oficial do team Audi Sport North America. Vida de piloto profissional não é fácil (não há profissões "fáceis"), mas em ambiente de corrida ainda menos. O Alan dá aqui um pequeno cheirinho daquilo por que passa um piloto numa corrida de 24H, cheia de imprevistos e muitos mais carros além do seu, não esquecendo o trabalho de uma equipa que está por detrás do seu lugar solitário ao volante. Acidentes não considerados — mesmo aqueles causados, nem que seja parcialmente, pelo próprio. ;)
Production Company: Passion Pictures
Director: Chris Hemming
Producer: Belle Buckley
Executive Producer: Michael Adamo
Art Director: Tim Marrs
Agency: BBH
Producer: Matthew Towell/ Ruben Mercadal
ECD: Nick Gill
Senior Creative Director: Nick Kidney
Senior Creative Director: Kevin Stark
Editor:Nick Hirstrou
Post Production: Onsight/Molinaire
CG
Head of CG: Jason Nicholas
CG Co-ordinator : Helen Lord
VFX Supervisor: Neil Riley
Stereographer: Alexander Lentjes
Animators: Wes Coman, Chris Welsby, Cath Brooks, David Sigrist
Lead:Guillaume Cassuto
Lighting and Rendering: Quentin Vien, Stuart Hall, Jaroslav Polensky, Femi Adegboye
Compositors: Johnny Still, Philippe Valette, Elliott Kajdan, David Lea
Rigging: Chris Dawson, Simon Payne
Modelling: Ian Brown, Sara Diaz, Mattias Bjursrom, Nicolas Guiraud, David Headd
Texturing: Gabriel Loques
VFX Particles: Jamie Franks, Augusto Lombardi, Sajjad Amjad
Live Action
Live Action Producer: Patrick Duguid
DOP: Geoff Harrison
1st A.D.: Jay Arthur
Nem de propósito, só agora tive oportunidade de ver o cartoon de hoje do Dilbert. De certa forma a complementar o que disse no post anterior. É que connosco é (era) mesmo assim! (#cabeçudos incluídos)
Hoje à tarde tivemos mais uma reunião no âmbito do projecto de outsourcing a que fomos convidados a aderir. A cada um destes eventos que passa nota-se cada vez mais a vontade (expressa e explícita) de o tornar, ao projecto, o mais eficaz e profissional possível. Tal-qual eu imaginava que viesse a ser — por oposição a algum desnorte (chamar-lhe-ia incompetência, mas não chamo hehehe...) a que estava já farto de assistir por parte das antigas chefias intermédias (curiosamente, algumas deles também aderiram ao desafio).
Em ano de grandes mudanças pessoais, esta será uma aposta que, espero, venha a ser "ganha". Parece(-me) estar já a ser. Sempre que o ache necessário aqui virei dar conta de novos desenvolvimentos. Ainda a procissão vao no adro...
Até que enfim! Numa altura em que as crises (são várias: de valores, morais e sociais, económicas e nacionais) estão na ordem do dia, destaque para a opinião hoje lida no blog P L O C K I N G. Com o apropriado nome de "Deolindas" o seu autor põe a mão numa ferida que me parece só o ser porque, de facto e aproveitando a boleia da "crise", há muito boa gente que se acomoda e nela parece querer viver, tipo como à boleia, a ver onde o carro nos (os!) leva...
Que tal fazermos , também "nós", uma manifestação dos que preferiam ver a vida ser levada "À Risca"? Refiro-me especialmente à forma displicente como "nós", (todos os cidadãos votantes) vemos a classe política "dirigir" (*tosse*) as nossas vidas com a impunidade que ganharam com o voto que neles depositamos, borregamente, em cada acto eleitoral? Ou, pondo de outra forma, pergunto: "Quem governa os governantes?"