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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

8 Segredos para obter sucesso

Desculpem estar em Inglês (assumo sempre que todos são tão anglófilos como eu), mas as ideias (soluções?) aqui expostas parecem-me tão óbvias que ainda estou para descobrir como é que cada um de nós ainda não é mais bem sucedido que aquilo que a realidade demonstra... Seja como fôr não custa nada ver e ouvir. E "pensar".

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

E se os problemas informáticos fossem "reais"?

Juro que não poucas vezes tenho a incómoda sensação de que alguns dos meus interlocutores ao telefone vêem a Informática exactamente como este humorístico vídeo a representa. E se fosse (mais) verdade?

sábado, 3 de setembro de 2011

E se os logótipos fossem (mais) honestos?

A pergunta fê-la (de certa forma) o designer, artísta gráfico e fotógrafo sueco Viktor Hertz através do redesenho de algumas bem conhecidas marcas no mercado. As vinte imagens renovadas podem ser apreciadas aqui. Não isentas de crítica bem dirigida às reais sensações que, subliminarmente, despertam em todos nós, mesmo que o não queiramos admitir.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Google+: uma análise

Foi através do Browserd que tomei conhecimento da seguinte apresentação/análise conjunta, executada pelas empresas Performics e ZenithOptimedia (especializadas em planeamento e análise nas áreaa da Comunicação e Marketing), numa perspectiva de introdução do G+ aos utilizadores "empresa", com vista à exploração de futuros benefícios no uso desta nova plataforma. Seja como fôr, tem interesse suficiente mesmo para os demais interessados.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Dilbert do dia

Passa-se isto, tal-qual, na minha empresa. Um nojo, especialmente porque permitido por quadros com responsabilidades acima da minha. "Beneficia" quem?  No imediato, apenas os lacaios dos ditos responsáveis...


Dilbert.com

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A segurança e confidencialidade nas empresas

Hoje, ao ler no diário económico gratuito Oje a entrevista ao responsável para Portugal de uma das empresas que operam na área da venda de soluções de segurança em redes informáticas e Internet, fiquei com vontade de discorrer sobre o assunto. Como profissional (por coincidência, também no ramo da computação mas não especificamente na vertente segurança) a sua leitura leva-me a comentar neste meu espaço onde faço questão de que caiba tudo-e-mais-alguma-coisa.

Começo por admitir que não leio regularmente o Oje e por isso não sei se entrevistas deste género (com "CEOs" seja de que empresa forem) são sempre assim, tão gritantes oportunidades para que estes vertam autêntica propaganda aos seus produtos e "soluções". Esta, assim por alto, foi o que me pareceu. Mas, pior (daí a necessidade de verter prosa sobre a dita), é a ideia subjacente à criação de novos lugares comuns na área da informática, simplesmente com o intuito de se diversificarem ofertas no mercado especializado e se aumentarem as vendas (tudo, em última instância, se resumindo a números), ao mesmo tempo que se procura demonstrar uma superioridade face aos demais parceiros de actividade.

A segurança (ou a sua viabilidade e garantia) sempre estiveram dependentes de critérios, no fundo básicos de bom senso. Refiro-me à segurança interna à empresa. Claro que na era em que se reaviva a noção de "Cloud" — outra manobra de marketing para algo que já existe há vários anos, mas nunca com este nome pomposa e enganadoramente simplório, numa revisitação a certa era da informática passada — se estão a colocar na proverbial mesa factores de carácter que pende mais para a tecnologia que para a face humana do seu uso (afinal, a razão última da sua existência). Regressemos à segurança. Ela depende de todos os intervenientes, implementadores e utilizadores finais. E aquilo que o entrevistado omite (o que percebo, porque o que ele quer é fazer "números" para o seu empregador) é que grande parte da segurança que a sua solução meramente tecnológica pretende oferecer ignora ostensivamente (para mim, pelo menos) que pessoas satisfeitas nunca são um factor de risco para a segurança interna da informação da empresa, nem para a sua eventual e indesejada fuga para o exterior.

A propósito dos "perigos" (sic) (note-se como só com este termo se lança a noção de que algo de biblicamente grave está em potencial germinação no interior de uma instituição) associados aos utilizadores internos, como se cada colaborador fosse um potencial terrorista, um dos exemplos usados pelo visado é o do "well meaning insider". Este, supostamente e de acordo com o pueril exemplo citado, poderia, sem ser mal intencionado, levar gravada numa pen drive informação confidencial da empresa para a trabalhar em sua casa mas que, posteriormente, emprestaria tal objecto a um seu filho, que por sua vez a levaria para escola, local onde a tal informação confidencial seria (só então??) colocada em risco. Para mim, este nunca será um "well meaning insider" mas sim um "perfeito idiota" que deveria ser despedido na primeira oportunidade.

Alguém de menos cerebral poderá, no seio de uma empresa, achar que esta cenário é plausível e, pior, ele vai acontecer(-lhe)! O que fazer então (pensa a luminária) para o impedir? Nada mais simples! Contacta-se uma empresa como a do entrevistado, que lhe apresentará uma solução que irá custar muitas centenas de milhares de dinheiro (para análise prévia + testes + compra do produto + a sua manutenção futura + horas de trabalho) para aplicar um mecanismo que impedirá (só rindo) que tal aconteça, de facto.

E é aqui que volto à noção, pelos vistos mais espúria e impensável, empresarialmente falando, das "pessoas satisfeitas". Não sou tão ingénuo que as considere mais infalíveis, ou menos confiáveis, só por isso, mas serei o único a achar que a empresa deveria ser responsável pela criação de (por exemplo) um bom ambiente de trabalho, bem organizado e responsavelmente dirigido e que apostasse na formação interna de molde a que todos os seus colaboradores tivessem a noção (e a consciência) dos prováveis perigos envolvidos no acesso e manipulação de informação, sensível ou não? O que seria, então, do "negócio" das empresas que vendem segurança (e também papões) no mercado? Uma revisão de estratégia de venda(s), certamente.

Repito que a satisfação (que impede ressabiados de se vingarem com aquilo que têm mais à mão) não é solução para tudo, mas continuo a acreditar (pena ser só eu) que as pessoas humanas são mais importantes e que é na aposta nestas que a verdadeira segurança começa. Tudo com ganhos para a empresa e a gestão da sua riqueza interna e orçamentos futuros. Só depois deveria vir a segurança de cariz tecnológico, a tal que também serve para avivar e recordar aos potenciais visados (os colaboradores) que a empresa os vê não como um "bem" mas como um "risco", causando neles a ideia de que não são confiáveis e que são olhados como meros borregos (ninguém o diz abertamente, mas pensa-o, a vários níveis da hierarquia...) a quem se paga uma esmola mensal.

P.S.: Alguém percebeu alguma coisa do que escrevo? Fará sentido?

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Isto sou eu!

"Tipo agressivo de objectividade". Sim, parece que se me adequa o rótulo. O mesmo que causa os "anti-corpos" que os incompetentes com que sempre tive de lidar na minha carreira profissional — infelizmente quase todos na hierarquia que me é superior (o que, em si, já é lixado o suficiente)... — usando-a para mascarar a inactividade, o laxismo e alguma da incompetência daqueles com quem compactuam sem eu perceber muito bem com que objectivo ulterior em termos da imagem e funcionamento da empresa. É que eu jogos só de computador, mesmo. No resto (a profissão), levo tudo muito a sério. E lixam-me por isso.


Dilbert.com

terça-feira, 17 de maio de 2011

Dá que pensar... Vivendo num Minority Report?

Retirado do artigo do GeekChicDaily.com:

Google's Way IS The Highway - Internet giant Google now has self-driving cars and is lobbying Nevada to create laws that would allow the autonomous vehicles to be used on public roads. Great. Google knows everything about you and wants to drive your car. In a couple of years, we'll be living in Minority Report.





terça-feira, 10 de maio de 2011

IKEA: novos produtos Fi-Ci

A conhecida cadeia IKEA apresenta como novidade de catálogo 2011 quatro (4) novos produtos em absoluta estreia. O gigante sueco agora também vende, além do mobiliário e utilidades várias para o lar, produtos inspirados na Ficção Científica. Como clonar um dinossauro, montar duas máquinas de viajar no tempo ou construir um lightsaber (sabre de luz) passam doravante a ser possibilidades disponíveis no mercado, e, finalmente!, ao alcançe de qualquer um. Abaixo reproduzo as instruções de montagem para um Dindasür, um Djiloreann, um Litsabbur e um Tjardiis.

Como sempre, no que toca às (aparentemente) instruções "fáceis-de-seguir", estas também terão o seu quê de esoterismos mal disfarçados, pelo que não são de excluir eventuais dores de cabeça para lhes dar um sentido prático. Agora se ao menos se encontrasse uma utilidade *mesmo útil* para eles... Por mim sugiro (nas máquinas do tempo), regressar à data em que nasceu a tataravó de José Sócrates, impedindo-a de dar à luz mais um(a) descendente (poupando-se posteriormente ao país as vergonhas pelas quais temos vindo a ser tristemente conhecidos) ou voltar atrás depois de sabermos o resultado do sorteio do Euromilhões de hoje. Enfim, as hipóteses são inúmeras e tão diversas quantos os fios do Tempo. Para o dinossauro, presumindo ser de tamanho suficiente para envergonhar o Godzilla, talvez que o usasse para espezinhar até ao inapelável pó todo o edifício da Assembleia da República (desde que me prometessem que lá dentro estariam — e apenas eles — todos os deputados da Nação portuguesa; público inocente excluído). Já o Litsabbur poderia, por exemplo, ser usado para coçar os fundilhos do nosso Primeiro Ministro – a) encostar, b) ligar.

Qualquer realidade com a semelhança (não) é pura coincidência...








(*) Aconselho a Tjardiis. Porque, não parecendo, tem mais espaço interior.

N.B.: Manuais concebidos por Caldwell Tanner, Susanna Wolff e Conor McKeon (Collegehumor.com).

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Costumava ser assim

Nem de propósito, só agora tive oportunidade de ver o cartoon de hoje do Dilbert. De certa forma a complementar o que disse no post anterior. É que connosco é (era) mesmo assim! (#cabeçudos incluídos)

in Dilbert.com (strips diários), 2011.04.14

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Os amigos-fantasma

Porque há fantasmas e "fantasmas" (cada vez mais e com a ajuda das redes sociais baseadas em sistemas como o Facebook e o Twitter), este cartoon de Scott Adams espelha na perfeição esta realidade na qual o fazermos e-amizades está à distância de um click. O que vem depois, na forma como cada um de nós lida com tais amizades, é o que fará, sem dúvida, parte de estudos sociológicos adequados.
Pessoalmente (e apenas à conta de um par de jogos a que me dedico no Facebook) já conto com mais de 1500 "amigos". Que, salvo um bom par de excepções, não conheço de parte alguma e porventura jamais virei a conhecer... =/

in Dilbert.com (strips diários), 2011.04.11