Mostrar mensagens com a etiqueta Recomendadas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Recomendadas. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Audi 24 Hours of Le Mans 2011 Thriller, ou as razões de uma paixão pela histórica prova

Le Mans. 24 Horas. Sangue (que, graças a Deus, não houve) e muito suor e lágrimas foram os ingredientes de mais uma edição das 24H de Le Mans, a 79ª. Este ano a Audi saíu vencedora por escassos 13.854 segundos, ou 763 metros, à frente do Peugeot 908 de Pedro Lamy, Bourdais e Pagenaud. Regresso ao tema da mítica prova, quase quatro meses depois, apenas para dar o relevo que merece este vídeo promocional criado pela marca que venceu a edição de 2011 em mais do que um sentido. A propósito delas (marca, prova e emoção) cito as palavras do jornalista João Carlos Costa na página do Sportscar Portugal no Facebook:

A História faz-se (sempre) aos olhos da verdade do vencedor. Muitas vezes esses vencedores precisavam de ir a uma qualquer óptica para melhor verem a História. Mas aqui nem é esse o caso, ou quase. Várias coisas que chama à atenção:
O início (5 estrelas) agarra qualquer um, mesmo que não goste de automóveis ou corridas.
Os dois acidentes, não só as imagens dos mesmos, como o espanto, a consternação, a dor/aflição que se vê na cara e nas vozes dos homens (e mulheres) da Audi, fazendo-nos pensar que, apesar de todas as tecnologias, as corridas continuam a ser uma competição de GENTE, de HUMANOS.
Cada imagem é um hino ao Desporto Automóvel e a Le Mans. Prova única, intocável, imutável.
Quando fiz a comparação com o “Le Mans” de Steve McQueen foi apenas para precisar que a vida real tem “sal e pimenta” suficientes para não precisarmos de ficção. Este é um bom exemplo!

Notável, também, a beleza do autêntico bailado em câmara-lenta do Audi #2 vencedor a atacar uma curva esquerda, por volta do minuto 11:11.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Kraftwerk and The Electronic Revolution [Full DVD]

Continuando com os Kraftwerk, eis aqui o documentário sobre a banda, a sua música e o papel revolucionário que desempenhou (ainda desempenha) na cena da música electrónica mundial, desde 1969. Uma imperdível viagem cultural, e no tempo, com a duração de 2:59:25.


quinta-feira, 21 de julho de 2011

Kraftwerk - TV Documentary 2001 (Full Version)

Um documentário de Malik Bendjelloul sobre a banda Kraftwerk, realizado em 2001 para o canal sueco Pop i fokus. Contém entrevistas com dois dos elementos da banda (Karl Bartos e Wolfgang Flür) e ainda Björk, Moby, Karlheinz Stockhausen e Peter Saville.




quarta-feira, 22 de junho de 2011

Blade Runner completo



Ou quase. Trata-se do site construído por um fã britânico de 55 anos, no qual partilha a sua colecção de todo o tipo de objectos evocativos (adereços) do já clássico filme de Ridley Scott — Blade Runner (1982) para mim, um dos melhores filmes de sempre. É um conjunto quase irrepetível de pérolas: o livro em que se baseia, escrito pelo maior (um dos maiores, vá) escritores de Ficção Científica de sempre, Philip K. Dick, a banda sonora de Vangelis, a arquitectura futurista, o ambiente geral da grande urbe, a inovação visual patenteada na tela naquele já longínquo ano de 1982...

A visitar aqui: http://www.ridleyville.com/#Homepage

domingo, 5 de junho de 2011

Blogs a seguir: "a kevin wada art blog"

O ilustrador vive em San Francisco e chama-se Kevin Wada. Chega-se até ele por aqui: http://kevinwadaart.blogspot.com/ e a visita não desiludirá quem procure ver arte original, com um quê de trágico mas, em simultâneo, familiar, notando-se a sua propensão para o design de moda, com menção especial para a soberba aplicação de cor. Um pequeno exemplo:


Weaver in Waiting , Kevin Wada.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Fluxograma: Como lidar com uma destruição iminente

O diagrama foi publicado no blog Death Star PR. É muito útil, quando estamos cada vez mais próximos da condenação final (recordo: 21 dezembro de 2012, segundo os optimistas; já hoje à tarde, de acordo com mim...). Dica: se conseguirmos todos chegar à parte do "Colonize new planet" estamos safos!

Post original aqui: "FLOWCHART: How to Deal With Your Impending Doom"

quinta-feira, 19 de maio de 2011

"Novas Mitologias"

Não, não falo, nem se trata, de novo programa governamental socialista para "inglês-ver". Falo da edição da obra "Nouvelles mythologies" de Jérôme Garcin (ed. Points, 2011), uma compilação de vários artigos (60) de outros tantos autores, publicados originalmente na revista Le Nouvel Observateur em 2007 [N° 2210 de 15 Março] e nos quais se abordam temas como o "Google", o "blog", o "coaching", o "11 de Setembro de 2001", o "GPS", o "4 x 4" ou o "Euro" e que segue na veia das homónimas reflexões de Roland Barthes sobre a cultura popular do pós-guerra (mundial) publicadas em 1957. Não o tenho ainda, mas estou curioso e por isso o recomendo. O tema é delicioso e pungente.

Clicar para amostrea de alguns artigos.

terça-feira, 17 de maio de 2011

MUDs & MMORPGs, dados para uma História

Nunca joguei no tempo das MUDs (Multi-user Dungeons (1), jogadas em modo-texto mas também com o interface gráfico rudimentar das chamadas Graphical MUDs), maioritariamente implantadas e difundidas nos meios académicos de uma época que me parece já remota; também a Internet (em Portugal) era um bem escasso e isso não facilitava a vida a um jovem como eu. Por cá ainda se jogava, offline, nos ZX Spectrum de 16 Kb c/ o software armazenado em vulgaríssimas cassettes de áudio. Quando esta realidade (um conceito curioso, considerando o tema...) mudou em inícios dos anos 90 do séc. XX, as MUDs morreram, em certa medida, transformando-se e evoluindo para o que se conhece hoje como MMORPGs (2) (Massive Multiplayer Online Role-Playing Game ou Jogo de Personagem Multi-jogador Online). Uma cada vez mais poderosa capacidade gráfica dos PCs de então, associada ao seu cada vez menor custo, bem como os acessos à Net, contribuíram para que os jogos de personagem em mundos persistentes online para números maciços de jogadores se tornassem no fenómeno comercialmente bem-sucedido que são hoje.

Esta introdução serve para sugerir a leitura de uma investigação publicada em Abril de 1996 por Richard A. Bartle, BSc. PhD (alegadamente o co-inventor, com Roy Trubshaw, da primeira MUD), intitulada "Hearts, Clubs, Diamonds, Spades: Players Who Suit MUDs". Trata-se de uma abordagem do comportamento social dos jogadores de então, enquadrando-os em quatro perfis-tipo e que ainda permanece actual face à realidade dos RPGs online actuais — sei do que falo por ter jogado World of Warcraft durante quase 3 anos e estar ansioso, como muitos milhões pelo mundo fora, pela estreia do próximo MMORPG baseado em Star Wars: Star Wars: The Old Republic.


____________________
(1) Artigo em inglês. De certa forma, digamos, uma primeira "informatização" do jogo de tabuleiro Dungeons & Dragons (D&D). Artigo wikipedia sobre D&D.
(2) Artigo em inglês.