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segunda-feira, 5 de março de 2012

Street Art exposta em Portugal

Por acaso (só por acaso...) não vou sugerir que se olhe para alguma parede perto de nós. É de uma exposição, mesmo, que aqui falo: Street Art numa galeria não é algo que se veja (entre nós) com frequêencia. Um dos raros exemplos poderá ser devidamente visitado/apreciado na Galeria de Arte Contemporânea António Prates, na lisboeta Rua Alexandre Herculano, subordinada ao tema "Além Paredes". Quem o dá a conhecer é um dos 11 artistas participantes, o meu vizinho Dalaiama, no seu blog. Todos os detalhes a ler por lá. Se faltarem, depois não se queixem de só poder ver graffiti em paredes urbanas. Graffiti/Street Art também (pode ser) é Arte! Atenção ao catálogo respectivo...


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Festa do Japão em Lisboa

Decorrerá no próximo dia 1 de Outubro a Festa do Japão, evento de entrada gratuita que terá lugar no Jardim do Japão em Belém, Lisboa. Uma oportunidade imperdível de aproximação e abordagem entre as nossas duas culturas, sem termos de dispender rios de dinheiro em passagens aéreas e outras despesas associadas. De acordo com a Embaixada do Japão (o patrocinador principal) o programa será como segue:

A Festa do Japão em Lisboa tem por objectivo celebrar a amizade e cultura entre o Japão e Portugal no Jardim do Japão, sito entre o Museu de Arte Popular e o Hotel Altis Belém. O evento é composto por dois momentos específicos. O primeiro, com início às 12h00 e conclusão pelas 12h30, destina-se à reabertura do Jardim do Japão com os representantes das entidades organizadoras e convidados e o segundo momento tem início pelas 13h00 com as actividades culturais nas tendas e palco até às 21h00, com a seguinte programação:

Tenda 1 < Embaixada do Japão
13h00-14h00 < Demonstração de caligrafia (pelo staff da Embaixada)
14h00-15h00 < Demonstração de Ikebana (arte floral japonesa) (demonstração pela Ikebana International)
15h30-16h00 < Poesia Haiku (pela Prof.ª Leonilda Alfarrobinha)
16h00-17h00 < Orikata/Furoshiki (técnicas de embrulho, pela Fundação Oriente)
17h00-18h00 < Sessão de autógrafos com o Rui Zink (pela Associação Luso-Nipónica)
18h00-19h00 < Demonstração de Origami (Prof.ª Fátima Granadeiro)
19h00-20h00 < Demonstração de Ikebana (Fundação MOA)

Tenda 2 < Câmara Municipal de Aveiro
Mostra de Bonsais e de artigos relacionados com a geminação entre esta Câmara e a cidade de Oita no Japão.

Tenda 3 < Associação Wenceslau de Moraes e Club Bonsai de Sintra
Mostra dos livros escritos por Moraes. O Club Bonsai de Sintra fará uma exposição de Bonsais.

Tendas 4, 5 e 6 < gastronomia japonesa
Mostra e venda de gastronomia japonesa (Oden, Futomaki, Onigiri, Chirashi sushi, Edamame, Dorayaki, Tonjiru, Dango, Yakitori, caril japonês, Takoyaki e bebidas).
Tenda 7 < Castella do Paulo e exposição de Gunpla
Exposição, demonstração em vídeo e venda de pão-de-ló japonês “Castella” que foi levado pelos portugueses para o Japão no século XVI. Há também uma exposição de maquetas do Gundam pela NCreatures.

Tenda 8 < NCreatures
Exposição de bonecos de animação com possibilidade de venda. 

Tendas 9 e 10 < Empresas japonesas
Exposição de automóveis eléctricos e motas de empresas japonesas.

ACTIVIDADES NO PALCO
//14h00-15h00 < Demonstração de Yukata (Embaixada do Japão)
//15h00-16h20 < Demonstração de Artes Marciais (Associação de Amizade Portugal-Japão)
// 16h20-16h30 < Dança Butoh (Maria Lima)
// 16h30-17h00 < Lançamento do livro de Rui Zink (Associação Luso Nipónica)
// 17h00-18h00 < Eurocosplay (Associação Luso Nipónica)
// 18h00-19h00 < Concurso Nihon maru batsu (Embaixada do Japão, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian)
// 19h00-19h30 < Música japonesa e fado (Embaixada do Japão)
// 19h30-20h00 < Concerto de Hana Kogure (Associação Luso Nipónica)

Local: Jardim do Japão, em Lisboa, entre o Museu de Arte Popular e o Hotel Altis Belém
Horário: das 12h00 às 21h00
Entrada Gratuita
Organização: Embaixada do Japão, Câmara Municipal de Lisboa e Associação de Amizade Portugal-Japão, em colaboração com a JapanNet.

Mais informações: Embaixada do Japão, Sector de Informação e Assuntos Culturais
Tel.21-3110560, E-mail: cultural@embjapao.pt


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

110 anos de eléctrico no Google

Festeja-se hoje o 110º aniversário da linha de eléctrico entre Cais do Sodré e Algés com o primeiro serviço de "carros eléctricos" a estrear-se em 31 de Agosto de 1901. Para comemorar a efeméride o Google apresenta hoje na sua página de buscas o respectivo doodle (lindo, com as letras fazendo as vezes de passageiros). Esta deverá ser uma variante para Portugal do logótipo da empresa dada a especificidade do acontecimento, sem dúvida histórico, mas localizado:

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Feira do Livro de Lisboa: a 81ª



Abre hoje, às 17h a 81ª edição da Feira do Livro de Lisboa. Ainda e sempre no espaço do Parque Eduardo VII, a feira terminará em 15 de Maio. Toda a informação, a ler na página oficial (clicando na imagem).

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

O que fazer com isto? #Mayorship



Atingi há um par de dias o estatuto de Mayor de (mais) uma zona que frequento diariamente desde há décadas e que aqui tenho criticado várias vezes (não pela zona em si, de que gosto, mas pelo que por vezes não fazem com ela os responsáveis a sério). Agora que sou o "Presidente" desta zona geográfica lisboeta, o que fazer? Ser-me-ão doravante imputadas responsabilidades pela incúria dos meus antepassados? Serei obrigado a intervir proactivamente? O que de mim dirão (nas costas, como sempre) os meus "e-constituintes"? E — importante não esquecer esta — o que estará agora a pensar a pessoa que demovi do cargo? @!#§$%3# no mínimo...

Para cúmulo, já me chegaram aos ouvidos testemunhos de que alguém andará já a cobiçar o meu actual cargo. Isto é que é uma vida, hein??

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Lisboa Aérea

Aproximação e aterragem na pista 03-21 do Aeroporto da Portela (LPPT, no código ICAO), em Lisboa. Que bom vídeo e que saudades de voar... Só assim se pode ter uma ideia acrescida de quão bonita é a cidade.
E como este é um blog em que eu viajo imeeenso, distribuindo umas passagens à borla... ;)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Arte Urbana ou disfarçe camarário?

Está pelos vistos a tornar-se “moda” urbana, pelo menos em Lisboa. Já aqui falei do assunto das fachadas de prédios devolutos (ou a necessitarem de urgente intervenção estrutural, para não dizer renovação estética) que passaram a ser decorados com intervenções de artistas plásticos, em jeito de "OK, vamos fazer aqui uma intervenção artística e ao mesmo tempo disfarçar que esta cena está há anos sem que alguém lhe preste atenção".

Além dos dois casos que já aqui referi (e o de OSGEMEOS foi pioneiro neste tipo de intervenção) há um par de dias constatei que também no topo da Avenida da Liberdade, à esquerda de quem se dirige à Praça do Marquês de Pombal (não tenho ainda fotos), mais uma fachada foi submetida a este tratamento.

Não questiono (mas, sim, este texto tem o intuito de questionar, ou não o teria escrito de todo) a decisão de os pintar. Questiono sim (aliás, suspeito), é que estas medidas camarárias servem para mascarar, ao abrigo do projecto Pampero Public Art 2010 e em mais do que um sentido, a costumeira incúria a que a Câmara Municipal de Lisboa vota ao seu património urbano. A menos que os ditos edifícios lhe não pertençam, caso em que os respectivos proprietários deveriam ser responsabilizados pelo estado a que deixaram chegar os seus bens imóveis.

A justificar as minhas suspeitas, por exemplo, o edifício da Avenida Fontes Pereira de Melo pintado (e muito bem) pel’OSGEMEOS, estava há muitos anos devoluto e a necessitar de obras (ainda e cada vez mais), tendo estado coberto com uma tela colorida, entretanto desbotada até mais não, e que ironicamente enumerava as intervenções camarárias, compulsivas ou de sua iniciativa, já executadas. Agora, pintado “de fresco”, a coisa disfarçou-se e poupou seguramente à C.M.L., através da sua Galeria de Arte Urbana (GAU), alguns milhões de €uros — apesar de considerar que o trabalho do par de graffiters brasileiros não deva ter sido propriamente executado graciosamente. "Enquanto não cair tudo em cima dos transeuntes, estamos bem", pensará a C.M.L.?.

Três edifícios já “tratados”. Até quando e quantos mais se lhes seguirão, sob o pretexto da "Arte Efémera" ou "Street Art"?

Viv’Arte!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Lisboa com Arte

Mas nem tudo é triste, nesta capital do reino (enfim, ao menos deixem o D. Duarte sonhar um bocadinho, que é Natal. Que provavelmente nem escolheria Lisboa para tal função, mas isso é pano para outras mangas...)

É com agrado que vejo fachadas de edifícios devolutos, logo em zonas nobres da cidade, serem decoradas, não por riscos absurdos e vandálicos (que muito boa gente confunde com a arte do Graffiti), mas por obras de verdadeiros artistas. Serão efémeras, as pinturas, mas sem dúvida que dão outra dinâmica à superfície degradada das fachadas. Mesmo considerando que o tema me recorda algo de lovecraftiano. Mas isso...Não é defeito.

Na passada semana assisti à "decoração" (transformação?) de um edifício na esquina da Praça Duque de Saldanha e a Avenida Casal Ribeiro. Desconheço o, ou os, autor(es), e nem sequer sei se se tratou de intervenção dos irmãos brasileiros Os Gémeos, que já este ano decoraram outro edifício da Avenida Fontes Pereira de Melo, não muito longe do local que agora assinalo, altura em que também foram objecto de uma exposição no CCB, Museu Colecção Berardo (entre Maio e Setembro).

As fotos são o que são e o meu espertomóvel não faz melhor do que isto. Mas dá para se ter "uma ideia".


Oh Não... O Regresso Da Poça D'Água

Ora poça! (expressão e substantivo)


Não é que, devido à muita chuva que caiu esta noite, regressou o lago artificial do Cais do Sodré?? E está visto que a Câmara Municipal de Lisboa, depois de ter levado aquelas semanas todas a resolver a situação anterior, tratou — na eficácia e antevisão que (não!) lhe são reconhecidas — de resolver o assunto "a fundo", por forma a que (não) acontecesse de novo, com uma simples chuvada...

Afinal o Inverno começa hoje (acho que foram apanhados de surpresa com esta...) Será que a CML vai exigir ao São Pedro um Livro de Reclamações, a protestar, por intermédio dos cidadãos, com o atrevimento celeste em repetir situações de todo inesperadas e indesejáveis?

Pois claro! Que necessidade têm os transeuntes de saber que a câmara da capital não-sabe-limpar-eficaz-e-duradouramente-um-simples-d'um-raio-d'um-orifício-numa-rua? Ainda por cima um cuja existência é suposto contribuir para a drenagem da via pública onde se insere??

Ou (será?) estará  a CML a estudar através deste protótipo os efeitos da deslocação do cais (não do Sodré) que serve a Transtejo e que se encontra não muito distante deste local? Vai-se a ver, e "eles", os camarários, até virão a revelar antecipação e aposta no futuro.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Câmara Municipal de Lisboa: A-LE-LU-IA!!


Depois do meu post de ontem (e dos 4 anteriores...), é com agrado que aqui venho dar por encerrada — Oooohh... — (até à famigerada "próxima"), com este post aleluítico, a triste novela que foi assistir ao desprezo e lentidão na acção, quando necessária, votados pela CML aos cuidados mais elementares com a sanidade e limpeza da cidade que tem o dever de gerir, a contento e para bem dos cidadãos que a frequentam (ouff... que disque-urso... se juntar uma pitadinha de incompetência, panfletarismo, compadrio, egoísmo e chico-espertice, acho que já não me faltará tudo para me dedicar à política oficialmente estabelecida).

Poizé-boné: hoje de manhã, a zona ribeirinha do Cais do Sodré, junto à estação da CP, apresenta-se... [ta-ta] L-I-M-P-A e enxuta!!

Custou, mas foi, hein? OK, agora só basta rezar para que alguma catástrofe jamais nos atinja no futuro (além de termos outra vez o mesmo tipo de políticos, dos habituais partidos, a vencerem eleições autárquicas), pois se com uma "poçazita" levaram o tempo que levaram a corrigir/normalizar a situação, nem quero pensar se ocorrer outro terramoto de 1755.
Enfim, pelo menos até ao Fim-do-Mundo em 2012.

Bem hajam (sejam lá quem forem.)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Vergonha para ti, Câmara Municipal de Lisboa... (Parte V)

Apesar de não ter chovido nos últimos dias, a zona do Cais do Sodré que aqui tenho vindo a assinalar e de que dei à CML a devida nota, hoje cerca das 19:30h apresentava ainda mais água acumulada que de manhã, mas com a agravante de agora cheirar a esgoto (?!)...

Quando antes o espectáculo era meramente visual, evoluimos agora para um 2º sentido, o do Olfacto. Se tivermos de chegar ao do Paladar, espero ver alinhados os responsáveis camarários pelo perpetuar da situação, de copinho em riste para saborear o resultado da sua inércia!

Lisboa é, indiscutivelmente, uma grande metrópole europeia. Uma pena, ainda não ter chegado ao séc. XXI...

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Vergonha para ti, Câmara Municipal de Lisboa... (Parte IV)

Um postzinho, assim rápido e ambulante, apenas para dar conta de acabar de ter visto há instantes, ao entrar na estação da CP de Cais do Sodré, um indivíduo de sexo masculino empunhando um arame de grandes dimensões (será um funcionário camarário à paisana? Mistério...), a tentar desentupir a sarjeta de que aqui tenho falado.

Será, tal como eu, mais um cidadão indignado com a inércia da CML e com menos meios informáticos ao seu dispor, que tenha decidido pôr mãos à obra ele mesmo? Veremos amanhã se o seu esforço foi frutífero ou não.

Vergonha para ti, Câmara Municipal de Lisboa... (Parte III) [*]

[*] Pelo andar da carruagem, suspeito que este assunto ainda venha a ter muita numeração romana e "partes"...

Depois de aquiaqui ter abordado o assunto, revelador da incúria e laxismo camarário lisboeta, hoje de manhã esta Zona do Cais do Sodré junto à estação de caminho de ferro da CP apresenta não só a prova das minhas suspeitas (está tudinho na mesma!) quanto à morosidade de uma solução, como também, e para cúmulo, junto ao lago artificial que se formou agora também no local nasceu uma... lixeira!

Vejamos:




Belo espectáculo, não é? Especialmente se considerarmos, além de tudo o que já expus, existir um pouco mais à direita uma paragem de autocarros de turismo, tipo Cityrama.

Ora bem. Lago artifical? Confere. Passadeira de peões submersa e inutilizável? Confere. Lixeira? Confere. O que não confere, especialmente a ideia de eficácia e atenção a uma situação comunicada, é a atitude da CML. É certo que, na questão do lixo, a câmara não tem responsabilidade (directa) pela sua presença, mas já tem a de a corrigir devidamente.

Gostava muito de encerrar este assunto logo na "Parte IV", mas duvido ter tal sorte. Eu, e os concidadãos frequentadores de uma das zonas mais conheciddas (e carismáticas) da cidade...

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Vergonha para ti, Câmara Municipal de Lisboa... (Parte II)


Yep: confirmo que as minhas suspeitas se materializaram: continua tudo igual (se não *PIOR*).

Aproveito para partilhar o conteúdo do e-mail recebido da CML:

CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA
Direcção Municipal de Serviços Centrais
DIVISÃO DE INFORMAÇÃO E ATENDIMENTO


Bom dia,

Agradecemos desde já o seu contacto e a preferência por este canal de contacto do Centro de Atendimento ao Munícipe da Câmara Municipal de Lisboa.

Informamos que o assunto relativo a "Entupimentos de esgotos ou sarjetas" deu entrada com o número CML-76263-571W e foi reencaminhado para: CC Lx-Alerta.

Para mais alguma questão não hesite em contactar-nos.


Com os melhores cumprimentos,


Núcleo de Acompanhamento de Processos e Gestão de Informação
Centro de Atendimento ao Munícipe
Divisão de Informação e Atendimento
CML - Câmara Municipal de Lisboa
Tel.: (+351) 808 20 32 32 | Fax: (+351) 808 20 31 31
E-mail: municipe@cm-lisboa.pt
Site: www.cm-lisboa.pt


Para mim, cidadão, não deixa de ser triste constatar o quão impressionante é a lentidão com que uma situação destas é gerida pela principal e maior câmara municipal de Portugal e, repito, logo numa zona geográfica que mais próxima está da sua sede.

Certamente, admito também, não se prevê que algum meu concidadão se lá venha a afogar e, daí, a menor celeridade atribuída pela CML ao assunto. Mas (bolas!) ao menos, senhores da CML e serviços (in)competentes, pensem em colocar na proximidade um aviso balnear com bandeira e uma bóia. Porque nunca se sabe...

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Vergonha para ti, Câmara Municipal de Lisboa...


A imagem, que captei hoje de manhã, mostra (espero eu, que o espertofone não é uma Nikon) o estado em que está a passagem de peões junto a uma das saídas da estação da CP do Cais do Sodré. E assim está desde há 3 semanas, altura em que caiu uma primeira chuvada.

Desde esse dia e como entretanto vieram dias mais secos, a coisa passou por si, ou seja, a zona voltou a estar transitável. Infelizmente e como os dias de chuva regressaram, os transeuntes voltaram a ter de viver com a situação de impedimento do uso da passagem de pões (que, diga-se, mesmo em condições normais nem sempre é respeitada pelos condutores, mas isso é tema para outra conversa).

É de bradar aos céus — primeiro, para ver se o São Pedro abranda um pouco mais no seu entusiasmo aquático — que desde há tanto tempo e numa zona urbana de grande movimentação de cidadãos (não esquecendo o mau aspecto que se apresenta aos turistas que ainda por cá permanecem), a CML – Câmara Municipal de Lisboa ainda não tenha feito fosse o que fosse para 1) limpar as sarjetas e 2) tornar a zona um pouco menos insegura para os transeuntes do que é habitual.

Talvez que a sua “distracção” seja justificada. Provavelmente andam a olhar para o outro lado da cidade e não repararam. Provavelmente nenhuma patrulha da Polícia Municipal ainda tenha, em 3 semanas, tido oportunidade de passar pela zona. Talvez, também, os cidadãos que a frequentam lamentem a ocorrência mas também não sejam activos o suficiente para o dar a conhecer à CML, exercendo, digamos, um dever cívico para com todos (já que, repito/suspeito, os elementos da Câmara estão muito longe da área — afinal da Praça do Município ao Cais do Sodré eles só se deverão deslocar de Lexus e aquilo é um ror-de-centenas-de-metros (muito trabalho; ouff…) — e, portanto, ainda não deram pela “coisa”.

Seja como for, decidi tirar o retrato hoje, que vou fazer questão de comunicar à CML através do canal próprio, a sua página oficial. Veremos se ainda por lá haverá algum funcionário e/ou pás disponíveis para pôr(em) mãos-à-obra e se acabar de vez com aquele espectáculo completamente dispensável e prova da incúria dos serviços públicos.

O contacto que irei usar, retirado das dezenas disponíveis, é este:
CAM - Centro de Atendimento ao Munícipe
Telefone: 808 20 32 32
Fax: 808 20 31 31
Email: municipe@cm-lisboa.pt

Eu cá virei dar conhecimento dos resultados deste contacto.