Mostrar mensagens com a etiqueta Tecnológicas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Tecnológicas. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 31 de julho de 2012

O melhor amigo da mulher

Dizem as más línguas que o "melhor amigo" das mulheres são dois. Os gays e os vibradores. Não necessariamente por esta ordem. Acrescento um terceiro, que, mais que certamente, se junta àqueles, se não mesmo os suplanta. Falo do telemóvel, essa engenhoca da comunicação móvel que, na boca (?!) de cada mulher, se torna num autêntico orgasmificador (verbal). Caramba, elas usam-no mesmo durante o... sexo!! :O Nos transportes que utilizo, não são nem-uma-nem-duas que, mal sentam os rabiosques, puxam daquilo (tipo, como antigamente se via puxarem de um espelho para retocarem a maquilhagem) e lá começam elas a verborreia. Imagino que nem na paragem final o larguem.

Gays: cuidem-se... (os vibradores ainda não têm voto na matéria)


quarta-feira, 28 de março de 2012

12 Hours of Sebring - TRACKSIDE (do lado de dentro)

Como será estar-se na pista durante um importante evento de desporto motorizado? Bem, agora ficar-se-á a saber com Trackside. Sem história, sem opinião, sem voz humana, apenas energia pura e excitação. Assim se ouvem, sentem e vêem os melhores carros de corrida do mundo, logo atrás do outro lado do muro de protecção.

What is it like to stand trackside at a major motorsports event? Well, now you know with trackside. No story, no opinion, just raw energy and excitement. This is what it's like to hear, feel, and see the best racing cars in the world, from just over the other side of the wall.


sexta-feira, 23 de março de 2012

Ao que nós chegámos...

Independentemente da referência a um modelo de uma dada marca (baseada neste original da NextWorth), interessa antes constatar (concorde-se ou não) a mais que provável evolução no uso de periféricos mais ou menos pessoais e imprescindíveis. Os tablets rulam, pois, mas duvido que substituam algumas das engenhocas abaixo mencionadas...


quinta-feira, 15 de março de 2012

O Mellotron: o instrumento-chave do Prog dos GENESIS em análise

Como ainda estou sob o efeito (bom) do concerto dos The Musical Box (TMB) em Cascais, dá-me para abordar e partilhar aqui alguns temas a ele associados, mas nos aspectos ditos "técnicos". Começei com Guitarras & Associados e agora passo aos teclados. "Ao" teclado, melhor dizendo.

Uma correcção (a mim próprio) para começar: o Mellotron, ao contrário daquilo que o meu título possa dar a entender, não é instrumento-chave apenas da música dos GENESIS mas da maioria das bandas do Rock Progressivo. Algumas ainda hoje o usam, e não  me refiro apenas aos The Musical Box no âmbito de digressões evocativas do grupo em título. Mais detalhes, seguindo o link imediatamente anterior.

Destaco o seguinte vídeo porque ele me pareceu uma espécie de artigo de uma qualquer Wikipedia visual dedicado a um dos teclados cujo sons sempre me encantaram e que, não por acaso, se tornou numa das imagens sonoras de marca do Prog. Vozes de anjos? Confere. Coros? Faz. Violinos? Venham eles. Ele fazia tudo e com um timbre e personalidade próprios. Dificilmente a origem do seu som me escapa ao escutar qualquer faixa de qualquer grupo que a ele recorra. Conforme relatei no artigo sobre o show dos TMB (vide link inicial), o seu "Tony Banks" usa um modelo digital mas aquele(s) de que aqui a Lileigh White (mm... nome interessante..) fala são mesmo dos originais usados pelo Tony Banks e alguma da sua História. A propósito, ouça-se o trecho sobre como o grupo adquiriu o seu primeiro modelo, um Mk. II, as vantagens e caprichos (a palavra exacta...) técnicos do instrumento ou a forma como funcionava. Uma boa forma de nos deixarmos ensopar neste(sa) teclado(s) e mais um belo trabalho documental da LileighWhiteLilith.



quarta-feira, 14 de março de 2012

The Musical Box: o equipamento Vintage do guitarrista "Hackett"

Depois de hoje ter aqui publicado as minhas impressões sobre o concerto dos The Musical Box (TMB), nada melhor que complementar a parte em que abordei ligeiramente algum do equipamento "vintage" usado em digressões pela banda, nomeadamente aquele que é usado pelo guitarrista François "Steve Hackett" Gagnon (eu não disse que ela era calvo? ;)), para, com explicações do próprio, ficarmos a conhecer melhor a panóplia de instrumentos e acessórios que usa. Está satisfeita a minha curiosidade quase infantil por este tipo de engenhocas, nomeadamente o ter finalmente descoberto o que era aquela "coisa branca" que ele tinha à sua direita.


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

iPhone: honestidade em fundos d'ecrã (?)

Em boa verdade, não se aplicarão tais exemplos de "honestidade" apenas a iPhones mas a toda e qualquer engenhoca que nos afaste da humanidade e proximidade de certo tipo de contactos, mais tradicional. Seja como for, a ideia subjacente foi recebida.

www.makeuseof.com

sábado, 21 de janeiro de 2012

Telemóveis: a evolução

Não sei de quem me leia mas eu não consigo viver sem o meu espertofone, agora um modelo verdadeiramente "esperto" e, porque não dizê-lo?, user-friendly (desculpa Nokia, mas troquei-te por outra, mais sexy, simpática e disponível que tu). Um verdadeiro PC de meter no bolso, que faz tudo o que queremos (e mesmo o que dispensaríamos que fizesse). Aqui vai a sua história, iniciada nos idos de 1973, numa infografia da autoria da Wilson Electronics reproduzida no Mashable.com.


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Mas afinal que raio é o Twitter?

Conforme refere o autor original do artigo em tema, Mack Collier, se um leigo na matéria nos perguntasse (a quem o usa, obviamente) como definiria o que é o Twitter e para que serve, como o descreveria? Tentei fazer mentalmente o "exercício" e apenas falhei em duas das cinco categorias nas quais ele enquadra uma (possível) resposta.

O artigo chama-se So what the hell is Twitter anyway? e divide a definição nas seguintes categorias:


  1. Twitter enquanto ferramenta de estabelecimento de contactos e partilha de informação (networking).
  2. Twitter como repositório de notícias.
  3. Twitter como o nosso motor pessoal de busca.
  4. Twitter como plataforma de colaboração em grupo (crowd-sourcing).
  5. Twitter como sala de chat.

Não vou repetir ou traduzir as razões de cada uma (para tal terão de seguir a página acima) mas chamo a atenção para os respectivos comentários, todos úteis e alguns deles próprios com as suas definições adicionais sobre o tema.

E para quem me lê? Como definiria o Twitter?

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

E se os problemas informáticos fossem "reais"?

Juro que não poucas vezes tenho a incómoda sensação de que alguns dos meus interlocutores ao telefone vêem a Informática exactamente como este humorístico vídeo a representa. E se fosse (mais) verdade?

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

The Official Ferrari Opus

The Official Ferrari Opus. São 37 Kg de História Automobilística Desportiva, lançada em várias edições (uma delas digital): Diamante Edition (caixa de protecção em fibra de carbono e um cavallino de prata incrustado com 1.500 diamantes de 32.3 quilates e apenas 1 (um!) livro por pais) por €275.000 (leu bem, duzentos e setenta e cinco mil...), Enzo Edition (400 cópias), cerca de €35.000, Cavallino Rampante Edition (500 cópias), €6.545 e a Classic Edition (a versão "povo", digamos) a custar uns miseráveis €3.520....

Opus is launching The Official Ferrari Opus at the newly opened Ferrari World Abu Dhabi and to coincide with the Abu Dhabi Grand Prix 2010. Here is your preview of the latest publication in the Opus Collection.

The ultimate celebration of the Prancing Horse: whether behind the scenes with the workers at the factory in Maranello, at the races with the team or in the cockpit with the drivers, the Opus offers an unprecedented insight into the magic of Ferrari. In-depth interviews with key personalities, exclusive features interspersed with spectacular new photo shoots and rare archive images displayed on a monumental scale bring to life the past, present and future of Ferrari and all it stands for to millions of devoted fans around the world.


sábado, 3 de setembro de 2011

E se os logótipos fossem (mais) honestos?

A pergunta fê-la (de certa forma) o designer, artísta gráfico e fotógrafo sueco Viktor Hertz através do redesenho de algumas bem conhecidas marcas no mercado. As vinte imagens renovadas podem ser apreciadas aqui. Não isentas de crítica bem dirigida às reais sensações que, subliminarmente, despertam em todos nós, mesmo que o não queiramos admitir.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Florian Schneider, "Electronic Poem"

A propósito de um artigo lido sobre bioengenharia lido ontem no Io9.com ("Breakthrough: Electronic circuits that are integrated with your skin") e ao constatar o quanto a eletrónica cada vez mais se nos entra pela pele dentro (literalmente!), recordei-me de há uns anos me ter cruzado com este poema eletrónico (também conhecido como Vocoder Poem) de Florian Schneider, que o ex-membro co-criador dos Kraftwerk registou com um Vocoder para homenagear o sintetizador modular Doepfer A-100, um instrumento que a famosa banda por si co-criada usava já desde os anos '990. No final, a letra no original alemão e a tradução para inglês de Felipe de Souza (um fã brasileiro). A tradução para português é minha e confesso que poderia ter optado por outra variante na transposição de algumas expressões. Uma vez que o espírito do poema original me parece ter sido reproduzido nela, optei por deixá-la assim mesmo.

Se bem que de forma ainda não perfeita (i.e. não emulando a 100% as capacidades e características desses dois orgãos humanos como são a pele e as cordas vocais, sem qualquer tipo de diferença ou nuance) tanto a integração de circuitos eletrónicos na nossa pele, bem como instrumentos capazes de imitarem vozes humanas, deixam-me a pensar no futuro e na evolução da nossa espécie. A bem da saúde (no primeiro caso e de entre vários outros usos para aquela tecnologia) ou, no segundo caso, por amor à Arte e à criação artística, até que ponto o ser humano se reinventa e transforma? "Porque sim", porque a tecnologia e o nosso engenho estão lá e existem (são criados)? Porque o ser humano tem uma ambição sem limites? Ou porque, eterno insatisfeito como raça e enquanto espécie, quer reciar-se, transmutando-se em algo de superior?



 
Analogsynthese mit System
klanglich, optisch angenehm
technisch, logisch, funktionell
prototypisch und speziell
modular und variabel
leicht, kompakt und transportabel
Für ein Musikabenteuer
A-100, nicht zu teuer
Midi-Kontrolle vom Computer
A-100 to the Future!

-----------------------------------

Systematical analogue synthesis
nice in sound and looks
technical, logical, functional
prototypical and specialised
modular and variable
light, compact and transportable
For a musical adventure
A-100, not expensive
Midi-controlled by the computer
A-100 to the future!
 
-----------------------------------
 
Síntese analógica com sistema
bela no som e no aspecto
técnico, lógico, funcional
prototípico e especializado
modular e variável
leve, compacto e transportável
Para uma aventura musical
A-100, não é caro
controlado por Midi pelo computador
A-100 para o futuro!

domingo, 14 de agosto de 2011

O vício faz 30 anos este mês...

Falo do PC (obrigado IBM). O Personal Computer sem o qual a grande maioria das pessoas da actualidade se veria obrigada a socializar face-a-face com outros seres humanos (e outros não-tão-humanos) e a comunicar por meio das suas próprias e orgânicas cordas vocais (orgão, não tarda, a caminhar para uma inevitável extinção). Esta ferramenta do Demo verdadeira maravilha da tecnologia humana, usada à escala planetária, faz este mês 30 anos de vida. Aqui estão, ano a ano, os principais acontecimentos associados ao PC e àquilo que foi e naquilo que se tornou. A seguinte infografia ilustra de igual forma a cadeia de acontecimentos, já histórica:


Não arrisco antecipar o que os próximos 30 anos nos trarão neste capitulo da computação perssoal, mas suspeito que daqui a algumas gerações os bebés já nascerão com chips de comunicação integrados no cérebro.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

É muito server, Google...

São só 900.000. Isto é que é uma quinta das grandes! Mas note-se que se trata de uma estimativa à quantidade de máquinas nos Datacenters da Google (baseada neste relatório). A empresa, obviamente, não revela o seu número real, que já deverá ultrapassar o milhão.