Sendo um declarado rival daqueloutro — doravante inominável — sistema (dito) de Rede Social, o Google+ (outra variante do nome) é ainda comparado com ele. E "comparado" de uma forma, por vezes, pouco lisonjeira e digna de alguém que não tema a concorrência e acredite solidamente no seu produto (o que as invejas fazem...). É certo que algumas das features do G+ são incompreendidas e/ou ainda mal dominadas pelos utilizadores. Outras, como a que me leva a destacar o seguinte vídeo, nada perdem com uma explicação mais detalhada, vinda de um(a) insider da empresa. Ora vejamos...
Viajo muito e ininterruptamente. Dentro de mim, principalmente (para mal dos meus pecados).
Aviso à navegação: é de esperar muita turbulência. Apertem os cintos.
IMPORTANTE: Não se devolvem bilhetes.
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Google+ Update: Novas opções "Ignore" e "Block" Explicadas
Gosto dos produtos Google (quase todos os que tem lançado no mercado), tenho de admiti-lo. O mais recente e badalado, o Google Plus (ou G+ para os amigos), é ainda um jovem no e-palco das gentes conectadas, com ou sem fios, por este planeta fora (ouvi dizer que também fora do nosso sistema solar, mas infelizmente não me deixam revelar mais detalhes).
Sendo um declarado rival daqueloutro — doravante inominável — sistema (dito) de Rede Social, o Google+ (outra variante do nome) é ainda comparado com ele. E "comparado" de uma forma, por vezes, pouco lisonjeira e digna de alguém que não tema a concorrência e acredite solidamente no seu produto (o que as invejas fazem...). É certo que algumas das features do G+ são incompreendidas e/ou ainda mal dominadas pelos utilizadores. Outras, como a que me leva a destacar o seguinte vídeo, nada perdem com uma explicação mais detalhada, vinda de um(a) insider da empresa. Ora vejamos...
Sendo um declarado rival daqueloutro — doravante inominável — sistema (dito) de Rede Social, o Google+ (outra variante do nome) é ainda comparado com ele. E "comparado" de uma forma, por vezes, pouco lisonjeira e digna de alguém que não tema a concorrência e acredite solidamente no seu produto (o que as invejas fazem...). É certo que algumas das features do G+ são incompreendidas e/ou ainda mal dominadas pelos utilizadores. Outras, como a que me leva a destacar o seguinte vídeo, nada perdem com uma explicação mais detalhada, vinda de um(a) insider da empresa. Ora vejamos...
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Google Cloud Print
Quero ver isto a funcionar e era para ontem! Para se saber mais em que consiste: Google Cloud Printing (GCP). (Alguns posts sobre o tema "Cloud").
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
É muito server, Google...
São só 900.000. Isto é que é uma quinta das grandes! Mas note-se que se trata de uma estimativa à quantidade de máquinas nos Datacenters da Google (baseada neste relatório). A empresa, obviamente, não revela o seu número real, que já deverá ultrapassar o milhão.
domingo, 17 de julho de 2011
Google+: o guia completo
Volto de novo ao Google+ depois de no meu post anterior ter partilhado o post da Lucy Pepper (que agora admite na realidade ser um homem, mas-isso-agora-não-interessa) no qual ela mostrava o que eram e como funcionam os "circles" no G+. Hoje aqui partilho um artigo mais completo, recebido no meu stream por via da Catarina C.: Google+: The Complete Guide (via Mashable.com).
quinta-feira, 14 de julho de 2011
A segurança e confidencialidade nas empresas
Hoje, ao ler no diário económico gratuito Oje a entrevista ao responsável para Portugal de uma das empresas que operam na área da venda de soluções de segurança em redes informáticas e Internet, fiquei com vontade de discorrer sobre o assunto. Como profissional (por coincidência, também no ramo da computação mas não especificamente na vertente segurança) a sua leitura leva-me a comentar neste meu espaço onde faço questão de que caiba tudo-e-mais-alguma-coisa.
Começo por admitir que não leio regularmente o Oje e por isso não sei se entrevistas deste género (com "CEOs" seja de que empresa forem) são sempre assim, tão gritantes oportunidades para que estes vertam autêntica propaganda aos seus produtos e "soluções". Esta, assim por alto, foi o que me pareceu. Mas, pior (daí a necessidade de verter prosa sobre a dita), é a ideia subjacente à criação de novos lugares comuns na área da informática, simplesmente com o intuito de se diversificarem ofertas no mercado especializado e se aumentarem as vendas (tudo, em última instância, se resumindo a números), ao mesmo tempo que se procura demonstrar uma superioridade face aos demais parceiros de actividade.
A segurança (ou a sua viabilidade e garantia) sempre estiveram dependentes de critérios, no fundo básicos de bom senso. Refiro-me à segurança interna à empresa. Claro que na era em que se reaviva a noção de "Cloud" — outra manobra de marketing para algo que já existe há vários anos, mas nunca com este nome pomposa e enganadoramente simplório, numa revisitação a certa era da informática passada — se estão a colocar na proverbial mesa factores de carácter que pende mais para a tecnologia que para a face humana do seu uso (afinal, a razão última da sua existência). Regressemos à segurança. Ela depende de todos os intervenientes, implementadores e utilizadores finais. E aquilo que o entrevistado omite (o que percebo, porque o que ele quer é fazer "números" para o seu empregador) é que grande parte da segurança que a sua solução meramente tecnológica pretende oferecer ignora ostensivamente (para mim, pelo menos) que pessoas satisfeitas nunca são um factor de risco para a segurança interna da informação da empresa, nem para a sua eventual e indesejada fuga para o exterior.
A propósito dos "perigos" (sic) (note-se como só com este termo se lança a noção de que algo de biblicamente grave está em potencial germinação no interior de uma instituição) associados aos utilizadores internos, como se cada colaborador fosse um potencial terrorista, um dos exemplos usados pelo visado é o do "well meaning insider". Este, supostamente e de acordo com o pueril exemplo citado, poderia, sem ser mal intencionado, levar gravada numa pen drive informação confidencial da empresa para a trabalhar em sua casa mas que, posteriormente, emprestaria tal objecto a um seu filho, que por sua vez a levaria para escola, local onde a tal informação confidencial seria (só então??) colocada em risco. Para mim, este nunca será um "well meaning insider" mas sim um "perfeito idiota" que deveria ser despedido na primeira oportunidade.
Alguém de menos cerebral poderá, no seio de uma empresa, achar que esta cenário é plausível e, pior, ele vai acontecer(-lhe)! O que fazer então (pensa a luminária) para o impedir? Nada mais simples! Contacta-se uma empresa como a do entrevistado, que lhe apresentará uma solução que irá custar muitas centenas de milhares de dinheiro (para análise prévia + testes + compra do produto + a sua manutenção futura + horas de trabalho) para aplicar um mecanismo que impedirá (só rindo) que tal aconteça, de facto.
E é aqui que volto à noção, pelos vistos mais espúria e impensável, empresarialmente falando, das "pessoas satisfeitas". Não sou tão ingénuo que as considere mais infalíveis, ou menos confiáveis, só por isso, mas serei o único a achar que a empresa deveria ser responsável pela criação de (por exemplo) um bom ambiente de trabalho, bem organizado e responsavelmente dirigido e que apostasse na formação interna de molde a que todos os seus colaboradores tivessem a noção (e a consciência) dos prováveis perigos envolvidos no acesso e manipulação de informação, sensível ou não? O que seria, então, do "negócio" das empresas que vendem segurança (e também papões) no mercado? Uma revisão de estratégia de venda(s), certamente.
Repito que a satisfação (que impede ressabiados de se vingarem com aquilo que têm mais à mão) não é solução para tudo, mas continuo a acreditar (pena ser só eu) que as pessoas humanas são mais importantes e que é na aposta nestas que a verdadeira segurança começa. Tudo com ganhos para a empresa e a gestão da sua riqueza interna e orçamentos futuros. Só depois deveria vir a segurança de cariz tecnológico, a tal que também serve para avivar e recordar aos potenciais visados (os colaboradores) que a empresa os vê não como um "bem" mas como um "risco", causando neles a ideia de que não são confiáveis e que são olhados como meros borregos (ninguém o diz abertamente, mas pensa-o, a vários níveis da hierarquia...) a quem se paga uma esmola mensal.
P.S.: Alguém percebeu alguma coisa do que escrevo? Fará sentido?
Começo por admitir que não leio regularmente o Oje e por isso não sei se entrevistas deste género (com "CEOs" seja de que empresa forem) são sempre assim, tão gritantes oportunidades para que estes vertam autêntica propaganda aos seus produtos e "soluções". Esta, assim por alto, foi o que me pareceu. Mas, pior (daí a necessidade de verter prosa sobre a dita), é a ideia subjacente à criação de novos lugares comuns na área da informática, simplesmente com o intuito de se diversificarem ofertas no mercado especializado e se aumentarem as vendas (tudo, em última instância, se resumindo a números), ao mesmo tempo que se procura demonstrar uma superioridade face aos demais parceiros de actividade.
A segurança (ou a sua viabilidade e garantia) sempre estiveram dependentes de critérios, no fundo básicos de bom senso. Refiro-me à segurança interna à empresa. Claro que na era em que se reaviva a noção de "Cloud" — outra manobra de marketing para algo que já existe há vários anos, mas nunca com este nome pomposa e enganadoramente simplório, numa revisitação a certa era da informática passada — se estão a colocar na proverbial mesa factores de carácter que pende mais para a tecnologia que para a face humana do seu uso (afinal, a razão última da sua existência). Regressemos à segurança. Ela depende de todos os intervenientes, implementadores e utilizadores finais. E aquilo que o entrevistado omite (o que percebo, porque o que ele quer é fazer "números" para o seu empregador) é que grande parte da segurança que a sua solução meramente tecnológica pretende oferecer ignora ostensivamente (para mim, pelo menos) que pessoas satisfeitas nunca são um factor de risco para a segurança interna da informação da empresa, nem para a sua eventual e indesejada fuga para o exterior.
A propósito dos "perigos" (sic) (note-se como só com este termo se lança a noção de que algo de biblicamente grave está em potencial germinação no interior de uma instituição) associados aos utilizadores internos, como se cada colaborador fosse um potencial terrorista, um dos exemplos usados pelo visado é o do "well meaning insider". Este, supostamente e de acordo com o pueril exemplo citado, poderia, sem ser mal intencionado, levar gravada numa pen drive informação confidencial da empresa para a trabalhar em sua casa mas que, posteriormente, emprestaria tal objecto a um seu filho, que por sua vez a levaria para escola, local onde a tal informação confidencial seria (só então??) colocada em risco. Para mim, este nunca será um "well meaning insider" mas sim um "perfeito idiota" que deveria ser despedido na primeira oportunidade.
Alguém de menos cerebral poderá, no seio de uma empresa, achar que esta cenário é plausível e, pior, ele vai acontecer(-lhe)! O que fazer então (pensa a luminária) para o impedir? Nada mais simples! Contacta-se uma empresa como a do entrevistado, que lhe apresentará uma solução que irá custar muitas centenas de milhares de dinheiro (para análise prévia + testes + compra do produto + a sua manutenção futura + horas de trabalho) para aplicar um mecanismo que impedirá (só rindo) que tal aconteça, de facto.
E é aqui que volto à noção, pelos vistos mais espúria e impensável, empresarialmente falando, das "pessoas satisfeitas". Não sou tão ingénuo que as considere mais infalíveis, ou menos confiáveis, só por isso, mas serei o único a achar que a empresa deveria ser responsável pela criação de (por exemplo) um bom ambiente de trabalho, bem organizado e responsavelmente dirigido e que apostasse na formação interna de molde a que todos os seus colaboradores tivessem a noção (e a consciência) dos prováveis perigos envolvidos no acesso e manipulação de informação, sensível ou não? O que seria, então, do "negócio" das empresas que vendem segurança (e também papões) no mercado? Uma revisão de estratégia de venda(s), certamente.
Repito que a satisfação (que impede ressabiados de se vingarem com aquilo que têm mais à mão) não é solução para tudo, mas continuo a acreditar (pena ser só eu) que as pessoas humanas são mais importantes e que é na aposta nestas que a verdadeira segurança começa. Tudo com ganhos para a empresa e a gestão da sua riqueza interna e orçamentos futuros. Só depois deveria vir a segurança de cariz tecnológico, a tal que também serve para avivar e recordar aos potenciais visados (os colaboradores) que a empresa os vê não como um "bem" mas como um "risco", causando neles a ideia de que não são confiáveis e que são olhados como meros borregos (ninguém o diz abertamente, mas pensa-o, a vários níveis da hierarquia...) a quem se paga uma esmola mensal.
P.S.: Alguém percebeu alguma coisa do que escrevo? Fará sentido?

terça-feira, 21 de junho de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
As consolas de jogos (tradicionais) têm os dias contados(?)
Quem faz a afirmação é o artigo da FOX News hoje publicado. Não custa perceber, ou sequer aceitar, esta realidade diariamente cada vez mais presente (tantas vezes sem sequer se pensar muito nisso). Basta olhar para o que jogamos no Facebook e nos nossos smartphones ou tablets. Cada vez menos interessa "onde" se joga, mas sim "o quê". Até porque qualquer terminal móvel e respectivo software (os jogos) são muitíssimo menos onerosos que qualquer consola e jogos proprietários. O que nos tempos de vacas magras que correm...
Sony PS3/PSP, Nintendo Wii/DS/3DS e Microsoft Xbox 360: R.I.P.. Bem vindos à (prototípica ainda, no tema deste post) era da computação na Nuvem (Cloud Computing).
Sony PS3/PSP, Nintendo Wii/DS/3DS e Microsoft Xbox 360: R.I.P.. Bem vindos à (prototípica ainda, no tema deste post) era da computação na Nuvem (Cloud Computing).
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| "Tudo e mais alguma coisa". Imagem bluemilecloud.com |
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