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terça-feira, 24 de julho de 2012

Time Is On My Side, The Rolling Stones, no filme "Fallen"

Desde que revi Fallen, um poderoso e algo esquecido filme dirigido em 1998 por Gregory Hoblit, que não me sai da cabeça este tema dos The Rolling Stones. Curioso é que poucos dias depois de o ver, decidi ler (coincidência?) o livro de Julian Barnes, The Sense of an Ending (O Sentido do Fim, vencedor do prémio Man Booker Prize em 2011, obra não menos poderosa que o filme, cuja leitura recomendo ASAP), onde o refrão é referido umas 3 vezes ao longo da narrativa. Aqui ficam os primeiros instantes do Fallen em que a canção surge e, a seguir, o tema interpretado em 1964 pelos 4 old-timers do Rock, e uma reprodução da respectiva letra.






Time is on my side, yes it is
Time is on my side, yes it is

Now you always say
That you want to be free
But you'll come running back (said you would baby)
You'll come running back (I said so many times before)
You'll come running back to me

Oh, time is on my side, yes it is
Time is on my side, yes it is

You're searching for good times
But just wait and see
You'll come running back (I wont have to worry no more)
You'll come running back (spend the rest of my life with you, baby)
You'll come running back to me

Go ahead, go ahead and light up the town
And baby, do everything your heart desires
Remember, I'll always be around
And I know, I know
Like I told you so many times before
You're gonna come back, baby
'Cause I know
You're gonna come back knocking
Yeah, knocking right on my door
Yes, yes!

Well, time is on my side, yes it is
Time is on my side, yes it is

'Cause I got the real love
The kind that you need
You'll come running back (said you would, baby)
You'll come running back (I always said you would)
You'll come running back, to me
Yes time, time, time is on my side, yes it is
Time, time, time is on my side, yes it is
Oh, time, time, time is on my side, yes it is
I said, time, time, time is on my side, yes it is
Oh, time, time, time is on my side
Yeah, time, time, time is on my side

sábado, 3 de março de 2012

NASA: "We Are the Explorers"

O novo vídeo da NASA, narrado pelo Optimus Prime... huh... pelo Peter Cullen! E calha mesmo bem, agora que ando a ouvir a discografia completa dos Hawkwind. Que sempre tem um pouco mais de ácido à mistura...





Foto (com entrevista): MTV Geek!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

The Kills, The Last Goodbye

Retirado do mais recente trabalho do duo anglo norte-americano, Blood Pressures (2011), o clip da banda para The Last Goodbye, dirigido pela actriz Samantha Morton. Uma composição de imagens a P&B, captada numa cabina de fotos "a la minute", com uma aparente desconexão face à lírica da canção. Mas, escutem-na bem, os "adeuses" não se fazem destes momentos também? Para mim a metáfora é a do instantâneo que se torna perene pela captação de instantes (curioso conceito, considerando o tema) de algo que acabou (antes: acabaria?). Para 1ª incursão da actriz-realizadora numa quinta que não será a sua de corpo-e-alma, a da Música, considero que se saíu muito bem a dar corpo/objecto a um conceito que não será estranho a muitos de nós.




It's the last goodbye I swear
I can't rely on a dime a' day love
That don't go anywhere

I'll learn to cry for someone else
I can't get by on an odds and ends love
That don't ever match up

I heard all you said
And I took it to heart

I won't forget I swear
I have no regrets
For the past is behind me
Tomorrow reminds me just where

Can't quite see the end
How can I rely on my heart if I break it
With my own two hands

I heard all you said
And I love you to death
I heard all you said
Don't say anything

It's the last goodbye I swear
I can't survive
On a half hearted love
That will never be whole




Complemento o destaque com um regresso à realidade (?), a do outro plano da materialização da obra musical: o Making Of do mini-filme:



terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Onde está...??

Onde está o Wally? Onde está o Waldo? Não sei. Mas sei que neste cenário do porto espacial de Mos Espa no planeta Tatooine já vi o Mr. Spock, o Doctor Who e a sua Tardis, o Batman, uma minifigura de LEGO, aquele adereço psicadélico tipo foguetão com bolas de cera (vulgo lava lamps), o Bart Simpson, uns recorrentes gatos que me parecem personagens de uma BD do Moebius (será Le Garage Hermétique de Jerry Cornelius, ou o John DiFool no Incal?), um boneco (action figure) do Super-Homem, a face do personagem principal do Scream (Ghostface), um Battle droid do Episode I (que nunca chegou a pôr os membros em Tatooine, nos filmes, quero dizer; idem para um Ewok), um graffiter a escrever (mal) "Wompa" (devia ser Wampa) no flanco de um Dewback, um Predador, uma lata de caranguejo do álbum do TinTin O Caranguejo das Tenazes de Ouro, o cyborg T-800 da série O Exterminador, uns 2 bonecos que parece terem saído de um dos filmes de Myiazaki e um dinossauro de brincar.

P.S.: Descobri entretanto os bonecos dos personagens principais de O Feitiçeiro de Oz.

Tudo resultado (muito bom, a meu ver) do trabalho do escritor, ilustrador e cartoonista Ulises Farinas, que desenhou este mural polvilhado de várias referências à FC de origens outras que não Star Wars. Se alguém descobrir algo mais, agradeço comentário. :)


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Star Wars: Cartazes de viagem

Quem adaptou o imaginário do poster de viagens à realidade de Star Wars foi o artista Steve Thomas. Ei-los (vendem-se e alguns deles já esgotados):


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

E se Captain America?...

...Tivesse sido dirigido pelo Sam Peckinpah? Um dos possíveis resultados para a alternativa cinematográfica do Captain America (sempre sangrenta, considerando aquele autor) seria este, filmado por Forrest Whaley inteiramente com recurso a personagens/minifiguras LEGO:


domingo, 22 de janeiro de 2012

Star Wars Uncut: Director's Cut

Chamar-se de Uncut a este projecto é pouco verdade porque na realidade ele foi feito exactamente na base da congregação de inúmeros "cortes". Explico-me. Trata-se aqui de recriar, num projecto de crowdsourcing, o primeiro dos seis filmes da saga de A Guerra das Estrelas (Star Wars - Episode IV: A New Hope), trazido para as salas de cinema por George Lucas em 25 de Maio de 1977, por meio de segmentos de 15 segundos, empregando todas as técnicas e meios a que os participantes decidissem recorrer.

O mentor da ideia, Casey Pugh, lançou o isco em 2009 e o resultado foi ontem publicado depois de terem sido seleccionados os clips que compõem este filme de 2h03m53s de um pastiche visual acompanhado do som, música e feitos sonoros originais. Convenhamos que algumas das escolhas, exemplos supremos de lo-tech ao serviço do interesse comum, revelam a verdadeira coragem dos seus autores e exigem mesmo um esforço de imaginação por parte dos espectadores mas nem por isso o resultado deixa de ser espantoso. Actores "reais" de todas as idades (vejam, que logo entenderão...), animações em stop-motion, recortes, LEGO, desenhos infantis, bordados animados e sei lá que mais, tudo serviu para celebrar a obra original em que se basearam. Como fã da saga desde que naquele dia de Dezembro de 1977 pela primeira vez vi a famosa cena inicial na sala do Cinema Monumental, não podia deixar passar em claro o esforço desenvolvido por todos. Uma perspectiva diferente de um tão rico objecto da nossa cultural mundial é sempre bem-vinda.

Nova chamada de atenção para a página oficial do projecto Star Wars Uncut onde o filme pode também ser visto e mais detalhes se revelam, nomeadamente as comparações de cada cena face às originais. Vejam-na e digam de vossa justiça.


domingo, 8 de janeiro de 2012

Desire // Under Your Spell

Um dos temas da competente e interessante banda sonora do filme Drive (2011). Um thriller que também é uma história de amor e onde Ryan Gosling tem um papel que o define como um dos maiores da sua geração, numa interpretação dominada por uma contenção que em nada diminui a pujança do seu personagem. Sabe bem, passar por um espectáculo destes, quando o enredo propiciaria um exagero de meios e interpretações nos quais o seu director, Nicolas Winding Refn, fez o favor de não se deixar cair.




I don't eat
I don't sleep
I do nothing but think of you

I don't eat
I don't sleep
I do nothing but think of you

You keep me under your spell
You keep me under your spell
You keep me under your spell

You keep me under your spell
You keep me under your spell
You keep me under your spell

Hey!
Ya
I was wondering, you the difference between love and obsession?
No...
And what's the difference between obsession and desire?
I don't know...
Do you think this feeling can last forever?
You mean, like, forever ever
For ever ever
For ever ever
For ever ever
For ever ever
Sure
Oh God, I hope so...
Me too.

I don't eat
I don't sleep
I do nothing but think of you

I don't eat
I don't sleep
I do nothing but think of you

You keep me under your spell
You keep me under your spell
You keep me under your spell

You keep me under your spell
You keep me under your spell
You keep me under your spell


la la la na na
la la la na na
la la la na na na

la la la na na
la la la na na
la la la na na na

la la la na na
la la la na na
la la la na na na

la la la na na
la la la na na
la la la na na na

I don't eat
I don't sleep
I do nothing but think of you

I don't eat
I don't sleep
I do nothing but think of you

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Cinema: Ficção Científica e Fantasia a ver em 2012

São 70 os destaques que o io9.com divulga na área do cinema neste ano. Sendo FCF duas das minhas temáticas preferidas da Sétima Arte não posso deixar de aqui apontar para o artigo original: 70 Science Fiction and Fantasy Movies to Watch Out for in 2012. Como sempre, muitas das propostas, à partida aliciantes e prometedoras, acabam, ao serem materializadas na "película" (expressão cada vez menos adequada na era do cinema digital), por se revelar autênticas desilusões. Em inícios de 2013 cá estaremos para confirmar ou negar esta premissa. Entretanto: boas fitas!


domingo, 1 de janeiro de 2012

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O amor é lindo

Parece uma daquelas frases feitas, lamecha, inconsequente. Mas por acaso não é (esse o sentido que lhe quero dar). Acrescentaria, mesmo, que o amor é intemporal. Isto veio à minha cabeça a propósito do filme argentino "O Segredo dos Seus Olhos" (Juan José Campanella, 2009, justo vencedor dos Óscares de 2010 na categoria de Melhor Filme Estrangeiro). Vi-o há um par de dias em gravação na box do cabo. Um crime e uma história de amor que, afinal, encerra outra, talvez a mais importante, verdadeira história do tal amor lindo — a expressão causa-me alguma estranheza, confesso — e tão eterno quanto humanamente possível, porque não vivido senão dezenas de anos depois mas nunca tendo deixado de estar. Deu-me que pensar. Estas histórias de encontros e desencontros, vistas no cinema mas também lidas, tocam-me de alguma forma. Revejo-me nelas e delas alimento uma parte da minha experiência. Pensando bem, o amor não é lindo. É estranho...


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Moleskine® Star Wars™: já tenho o meu

Comprei há dias o caderno Moleskine pautado (o da direita, com o campo de estrelas em viagem pelo hiperespaço). Desde então tem sido companheiro inseparável e um dos locais onde verto os meus escritos. Coitado, eu sei que isso não se faz, especialmente atendendo ao teor dos ditos...