Não há palavras para categorizar LEGO. Entre outras, LEGO é brinquedo, entretenimento, descoberta, invenção e Meio.
Viajo muito e ininterruptamente. Dentro de mim, principalmente (para mal dos meus pecados).
Aviso à navegação: é de esperar muita turbulência. Apertem os cintos.
IMPORTANTE: Não se devolvem bilhetes.
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segunda-feira, 6 de agosto de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Sim, é o cartaz de um filme...
Aliás, no plural: isto são cartazes de filmes sensacionalistas, entre os anos de 1956 e 1973. Mais aqui.
sexta-feira, 2 de março de 2012
The Future of Publishing, created by DK (UK)
Read. See. Think. See. Read.
the future
is
still
a book
the future
is
still
a book
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Sonhei com isto
| American Icon: the Hot Rod |
Série televisiva norte-americana de 20101/2011 de 13 episódios dedicada à história e evolução dos Hot Rod, um tipo muito peculiar de automóvel criado nos Estados Unidos, nos seus primórdios, pela transformação artesanal de velhos carros Ford (principalmente do Modelo T e B) nos anos 30 e 40 do século XX com a finalidade de competir (ilegalmente) com rivais em estradas públicas da California do Sul. O hot rodding acabou por transformar-se, de fenómeno de contra-cultura nos seus primórdios, em estilo de vida e numa arte a que nem todos na actualidade poderão ter acesso dada a natureza singular dos seus carros, construídos por pequenas mas importantes empresas especializadas, mediante encomenda de proprietários endinheirados.
A série tem passado entre nós no canal de cabo Discovery Turbo e eu começei há dois dias a rever as suas gravações, daí o tema se ter tornado paisagem onírica para esta pessoa, que se imaginou (?) a conduzir uma destas bombas numa qualquer estrada à beira do oceano junto ao qual reside...
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| Foto Dirk Behlau |
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| Desenhado por Bo Zolland |
domingo, 29 de janeiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
Star Wars Uncut: Director's Cut
Chamar-se de Uncut a este projecto é pouco verdade porque na realidade ele foi feito exactamente na base da congregação de inúmeros "cortes". Explico-me. Trata-se aqui de recriar, num projecto de crowdsourcing, o primeiro dos seis filmes da saga de A Guerra das Estrelas (Star Wars - Episode IV: A New Hope), trazido para as salas de cinema por George Lucas em 25 de Maio de 1977, por meio de segmentos de 15 segundos, empregando todas as técnicas e meios a que os participantes decidissem recorrer.
O mentor da ideia, Casey Pugh, lançou o isco em 2009 e o resultado foi ontem publicado depois de terem sido seleccionados os clips que compõem este filme de 2h03m53s de um pastiche visual acompanhado do som, música e feitos sonoros originais. Convenhamos que algumas das escolhas, exemplos supremos de lo-tech ao serviço do interesse comum, revelam a verdadeira coragem dos seus autores e exigem mesmo um esforço de imaginação por parte dos espectadores mas nem por isso o resultado deixa de ser espantoso. Actores "reais" de todas as idades (vejam, que logo entenderão...), animações em stop-motion, recortes, LEGO, desenhos infantis, bordados animados e sei lá que mais, tudo serviu para celebrar a obra original em que se basearam. Como fã da saga desde que naquele dia de Dezembro de 1977 pela primeira vez vi a famosa cena inicial na sala do Cinema Monumental, não podia deixar passar em claro o esforço desenvolvido por todos. Uma perspectiva diferente de um tão rico objecto da nossa cultural mundial é sempre bem-vinda.
Nova chamada de atenção para a página oficial do projecto Star Wars Uncut onde o filme pode também ser visto e mais detalhes se revelam, nomeadamente as comparações de cada cena face às originais. Vejam-na e digam de vossa justiça.
Nova chamada de atenção para a página oficial do projecto Star Wars Uncut onde o filme pode também ser visto e mais detalhes se revelam, nomeadamente as comparações de cada cena face às originais. Vejam-na e digam de vossa justiça.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Banzai Nº 1 à venda
Só hoje tive conhecimento do lançamento do nº 1 da revista portuguesa de manga Banzai, lançada pela NCreatures. Agradeço a notícia ao Rui Pires, que teve a amabilidade de comentar o meu post de há quase um ano atrás a propósito do número "zero" da publicação. À venda nas lojas FNAC, o exemplar mais recente foi lançado no passado mês de Novembro na loja do C. C. Colombo, com a presença das autoras Manuela Cardoso, Joana Rosa Fernandes, Cristina Dias, Rita Marques e Inês Pott.
Assim que tiver adquirido o meu exemplar aqui virei sobre ele escrever, com o detalhe que merece. Assim de imediato, um par de alterações são evidentes: a revista passou de bimestral a trimestral e o nº 1 conta com 100 páginas, ao invés das inicialmente anunciadas 120. Uma boa notícia neste início de 2012 e uma iniciativa a, de novo, aplaudir no âmbito do muito escasso mercado português de revistas desta temática/inspiração cultural. E pelo calendário (e as contas não me falham) o nº 2 da revista deverá chegar às lojas já no próximo mês de Fevereiro.
Assim que tiver adquirido o meu exemplar aqui virei sobre ele escrever, com o detalhe que merece. Assim de imediato, um par de alterações são evidentes: a revista passou de bimestral a trimestral e o nº 1 conta com 100 páginas, ao invés das inicialmente anunciadas 120. Uma boa notícia neste início de 2012 e uma iniciativa a, de novo, aplaudir no âmbito do muito escasso mercado português de revistas desta temática/inspiração cultural. E pelo calendário (e as contas não me falham) o nº 2 da revista deverá chegar às lojas já no próximo mês de Fevereiro.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
E porque os cartazes de antanho nunca fizeram juz aos videojogos...
Este é, sem dúvida o título mais longo que aqui escrevi mas para mim faz todo o sentido. Inspirei-me no artigo Video Game Ads, 1980s / 1990s que me fez recordar de como então os anúncios dos jogos de vídeo em nada tudo faziam para enaltecer e fantasiar (passe a expressão...) o que realmente se obtinha, visualmente falando, ao colocar o respectivo cartucho/cassette na consola do momento. E talvez por isso mesmo, os anúncios foram o que mais permaneceu na memória colectiva. Sinais dos tempos ou uma das provas de que a propaganda senpre serviu para enaltecer o que não é? Eis alguns exemplos...
terça-feira, 29 de novembro de 2011
SPAM (o que verdadeiramente é)
Spam pr'aqui, spam pr'acolá, "Raispartó spam!", "Tenho a caixa de correio cheia de spam". Quem não ouviu (ou sentiu) isto? A verdade é que aquilo que actualmente associamos a uma irritante maleita informática teve origens num produto alimentar, popular nos Estados Unidos da América, de alta exposição consumo, e por isso servido para dar nome àquele fenómeno de propagação de e-mails não solicitados e em grandes quantidades recebido nas nossas mailboxes.
Não se referindo à apropriaçãzo da marca pelas tecnologias de comunicação em rede, no seguinte vídeo se apresenta um pequeno historial do produto em versão original, a alimentar.
Spam?? Até o comemos todo!
Não se referindo à apropriaçãzo da marca pelas tecnologias de comunicação em rede, no seguinte vídeo se apresenta um pequeno historial do produto em versão original, a alimentar.
Spam?? Até o comemos todo!
domingo, 9 de outubro de 2011
"Culambismo"
Noto com desagrado que se tem desenvolvido muito em Portugal uma modalidade desportiva que julgara ter caído em desuso depois da revolução de Abril. Situa-se na área da ginástica corporal e envolve complexos exercícios contorcionistas em que cada jogador procura, por todos os meios ao seu alcance, correr e prostrar-se de forma a lamber o cu de um jogador mais poderoso do que ele.
Este cu pode ser o cu de um superior hierárquico, de um ministro, de um agente da polícia ou de um artista. O objectivo do jogo é identificá-los, lambê-los e recolher os respectivos prémios. Os prémios podem ser em dinheiro, em promoção profissional ou em permuta. À medida que vai lambendo os cus, vai ascendendo ou descendendo na hierarquia.
Antes do 25 de Abril esta modalidade era mais rudimentar. Era praticada por amadores, muitos em idade escolar, e conhecida prosaicamente como «engraxanço».
Os chefes de repartição engraxavam os chefes de serviço, os alunos engraxavam os professores, os jornalistas engraxavam os ministros, as donas de casa engraxavam os médicos da caixa, etc. ..
Mesmo assim, eram raros os portugueses com feitio para passar graxa. Havia poucos engraxadores. Diga-se porém, em abono da verdade, que os poucos que havia engraxavam imenso. Nesse tempo, «engraxar» era uma actividade socialmente menosprezada.
O menino que engraxasse a professora tinha de enfrentar depois o escárnio da turma. O colunista que tecesse um grande elogio ao Presidente do Conselho era ostracizado pelos colegas. Ninguém gostava de um engraxador.
Hoje tudo isso mudou. O engraxanço evoluiu ao ponto de tornar-se irreconhecível. Foi-se subindo na escala de subserviência, dos sapatos até ao cu.
O engraxador foi promovido a lambe-botas e o lambe-botas a lambe-cus. Não é preciso realçar a diferença, em termos de subordinação hierárquica e flexibilidade de movimentos, entre engraxar uns sapatos e lamber um cu.
Para fazer face à crescente popularidade do desporto, importaram-se dos Estados Unidos, campeão do mundo na modalidade, as regras e os estatutos da American Federation of Ass-licking and Brown-nosing. Os praticantes portugueses puderam assim esquecer os tempos amadores do engraxanço e aperfeiçoarem-se no desenvolvimento profissional do Culambismo.
(...) Tudo isto teria graça se os culambistas portugueses fossem tão mal tratados e sucedidos como os engraxadores de outrora. O pior é que a nossa sociedade não só aceita o culambismo como forma prática de subir na vida, como começa a exigi-lo como habilitação profissional.
O culambismo compensa. Sobreviver sem um mínimo de conhecimentos de culambismo é hoje tão difícil como vencer na vida sem saber falar inglês.
Miguel Esteves Cardoso, in "Último Volume" (1991)
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
8 Segredos para obter sucesso
Desculpem estar em Inglês (assumo sempre que todos são tão anglófilos como eu), mas as ideias (soluções?) aqui expostas parecem-me tão óbvias que ainda estou para descobrir como é que cada um de nós ainda não é mais bem sucedido que aquilo que a realidade demonstra... Seja como fôr não custa nada ver e ouvir. E "pensar".
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Festa do Japão em Lisboa
Decorrerá no próximo dia 1 de Outubro a Festa do Japão, evento de entrada gratuita que terá lugar no Jardim do Japão em Belém, Lisboa. Uma oportunidade imperdível de aproximação e abordagem entre as nossas duas culturas, sem termos de dispender rios de dinheiro em passagens aéreas e outras despesas associadas. De acordo com a Embaixada do Japão (o patrocinador principal) o programa será como segue:
A Festa do Japão em Lisboa tem por objectivo celebrar a amizade e cultura entre o Japão e Portugal no Jardim do Japão, sito entre o Museu de Arte Popular e o Hotel Altis Belém. O evento é composto por dois momentos específicos. O primeiro, com início às 12h00 e conclusão pelas 12h30, destina-se à reabertura do Jardim do Japão com os representantes das entidades organizadoras e convidados e o segundo momento tem início pelas 13h00 com as actividades culturais nas tendas e palco até às 21h00, com a seguinte programação:
Tenda 1 < Embaixada do Japão
13h00-14h00 < Demonstração de caligrafia (pelo staff da Embaixada)
14h00-15h00 < Demonstração de Ikebana (arte floral japonesa) (demonstração pela Ikebana International)
15h30-16h00 < Poesia Haiku (pela Prof.ª Leonilda Alfarrobinha)
16h00-17h00 < Orikata/Furoshiki (técnicas de embrulho, pela Fundação Oriente)
17h00-18h00 < Sessão de autógrafos com o Rui Zink (pela Associação Luso-Nipónica)
18h00-19h00 < Demonstração de Origami (Prof.ª Fátima Granadeiro)
19h00-20h00 < Demonstração de Ikebana (Fundação MOA)
Tenda 2 < Câmara Municipal de Aveiro
Mostra de Bonsais e de artigos relacionados com a geminação entre esta Câmara e a cidade de Oita no Japão.
Tenda 3 < Associação Wenceslau de Moraes e Club Bonsai de Sintra
Mostra dos livros escritos por Moraes. O Club Bonsai de Sintra fará uma exposição de Bonsais.
Tendas 4, 5 e 6 < gastronomia japonesa
Mostra e venda de gastronomia japonesa (Oden, Futomaki, Onigiri, Chirashi sushi, Edamame, Dorayaki, Tonjiru, Dango, Yakitori, caril japonês, Takoyaki e bebidas).
Tenda 7 < Castella do Paulo e exposição de Gunpla
Exposição, demonstração em vídeo e venda de pão-de-ló japonês “Castella” que foi levado pelos portugueses para o Japão no século XVI. Há também uma exposição de maquetas do Gundam pela NCreatures.
Tenda 8 < NCreatures
Exposição de bonecos de animação com possibilidade de venda.
Tendas 9 e 10 < Empresas japonesas
Exposição de automóveis eléctricos e motas de empresas japonesas.
ACTIVIDADES NO PALCO
//14h00-15h00 < Demonstração de Yukata (Embaixada do Japão)
//15h00-16h20 < Demonstração de Artes Marciais (Associação de Amizade Portugal-Japão)
// 16h20-16h30 < Dança Butoh (Maria Lima)
// 16h30-17h00 < Lançamento do livro de Rui Zink (Associação Luso Nipónica)
// 17h00-18h00 < Eurocosplay (Associação Luso Nipónica)
// 18h00-19h00 < Concurso Nihon maru batsu (Embaixada do Japão, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian)
// 19h00-19h30 < Música japonesa e fado (Embaixada do Japão)
// 19h30-20h00 < Concerto de Hana Kogure (Associação Luso Nipónica)
Local: Jardim do Japão, em Lisboa, entre o Museu de Arte Popular e o Hotel Altis Belém
Horário: das 12h00 às 21h00
Entrada Gratuita
Organização: Embaixada do Japão, Câmara Municipal de Lisboa e Associação de Amizade Portugal-Japão, em colaboração com a JapanNet.
Mais informações: Embaixada do Japão, Sector de Informação e Assuntos Culturais
Tel.21-3110560, E-mail: cultural@embjapao.pt
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Celebridades como generais russos
E se algumas das celebridades conhecidas (passe o pleonasmo) fossem, ou tivessem sido generais Russos? Daqueles retratados em poses majestáticas, de uniforme? Esta visão alternativa de alguns famosos é o que nos mostra alguém simplesmente denominado Replaceface na sua página no Tumblr, resultante da manipulação digital dos quadros originais pintados no Séc. XIX pelo artista retratista inglês George Dawe, representando 329 retratos de generais Russos activos durante a campanha de invasão da Rússia por Napoleão e que se encontram actualmente expostos na Galeria Militar do Palácio de Inverno, em São Petersburgo.
A notícia original foi retirada nesta página do Retronaut e dela reproduzo apenas alguns dos que mais chamaram a atenção.
A notícia original foi retirada nesta página do Retronaut e dela reproduzo apenas alguns dos que mais chamaram a atenção.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
"52 motivos pelos quais Star Wars poderá ser o maior filme de sempre"
O título não é meu (daí colocá-lo entre aspas) mas do sítio WhatCulture! "52 Reasons Why Star Wars Might Just Be The Greatest Filme Of All Time" enumera, e justifica, os melhores momentos e sensações provocados pelo primeiro filme da dupla trilogia de A Guerra das Estrelas.
Sou um fã confesso desta série de filmes (e aqui não cabe aprofundar mais o "e como!", principalmente porque não quero...) e considero, algo suspeitamente, portanto, que Star Wars (1977) — mais tarde conhecido por Star Wars, Episode IV : A New Hope — é de facto aquilo que comummente se chama um grande filme. Sem qualquer tipo de problema ou complexo, colocá-lo-ei sempre de par com filmes como Metropolis (1927) e outros clássicos da Ficção Científica. Como em qualquer obra, especialmente se se falar de alguma da criada por George Lucas e da sageza (tantos, eu incluído, afirmam precisamente o oposto) das suas decisões quanto às alterações que, post-opus, decide aplicar-lhes, esta primeira parte das duas trilogias não está isenta de diversas lacunas e erros (de elenco e de argumento, por exemplo) mas isso faz parte do encanto que, não obstante, a alcandorou como fenómeno maior da Cultura Popular mundial desde há pouco mais de 34 anos a esta data.
Esta enumeração de 52 razões (poderiam ser mais, até) estende-se por várias páginas, acompanhadas de fotos e vídeos ilustrativos. Aconselho a segui-las. Quem sabe se mais fãs não se juntarão aos milhões actuais?
Sou um fã confesso desta série de filmes (e aqui não cabe aprofundar mais o "e como!", principalmente porque não quero...) e considero, algo suspeitamente, portanto, que Star Wars (1977) — mais tarde conhecido por Star Wars, Episode IV : A New Hope — é de facto aquilo que comummente se chama um grande filme. Sem qualquer tipo de problema ou complexo, colocá-lo-ei sempre de par com filmes como Metropolis (1927) e outros clássicos da Ficção Científica. Como em qualquer obra, especialmente se se falar de alguma da criada por George Lucas e da sageza (tantos, eu incluído, afirmam precisamente o oposto) das suas decisões quanto às alterações que, post-opus, decide aplicar-lhes, esta primeira parte das duas trilogias não está isenta de diversas lacunas e erros (de elenco e de argumento, por exemplo) mas isso faz parte do encanto que, não obstante, a alcandorou como fenómeno maior da Cultura Popular mundial desde há pouco mais de 34 anos a esta data.
Esta enumeração de 52 razões (poderiam ser mais, até) estende-se por várias páginas, acompanhadas de fotos e vídeos ilustrativos. Aconselho a segui-las. Quem sabe se mais fãs não se juntarão aos milhões actuais?
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Star Wars Blu-ray: celebridades apoiam acção benemérita de apoio à luta contra o cancro
É relativamente mal conhecida fora da comunidade de fãs (pelo menos em Portugal) da saga de A Guerra das Estrelas o apoio prestado a causa humanitárias de relevo inspiradas pelas duas trilogias. Hoje, o Geeks of Doom divulga o vídeo no qual participaram um grupo de conhecidas personalidades ligadas ao cinema e à TV norte-americana, numa acção de recolha de fundos, lançada pela Lucasfilm, em apoio à organização Stand Up to Cancer (que traduzo latamente por Enfrenta o Cancro).
Os actores são: Aziz Ansari, Zach Galifianakis, Bill Hader, Ed Helms, Ken Jeong, Jaime King, Seth Rogen (fã confesso desta obra de George Lucas), Andy Samberg, Emma Stone e Samuel L. Jackson (ele próprio actor no Episode III, Revenge of the Sith, de 2005, onde desempenhara o papel de Jedi Master Mace Windu). Foi-lhes proposto o desafio "Usa a Força para o Bem" e o resultado foi este vídeo em que representam algumas falas e cenas clássicas da primeira Trilogia Original (de 1977 a 1980), plenas de humor:
Os actores são: Aziz Ansari, Zach Galifianakis, Bill Hader, Ed Helms, Ken Jeong, Jaime King, Seth Rogen (fã confesso desta obra de George Lucas), Andy Samberg, Emma Stone e Samuel L. Jackson (ele próprio actor no Episode III, Revenge of the Sith, de 2005, onde desempenhara o papel de Jedi Master Mace Windu). Foi-lhes proposto o desafio "Usa a Força para o Bem" e o resultado foi este vídeo em que representam algumas falas e cenas clássicas da primeira Trilogia Original (de 1977 a 1980), plenas de humor:
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Star Wars: e se os personagens vivessem na nossa galáxia?
Realmente... Boa pergunta, a que coloca o UltimateCoupons.com! Na tal galáxia muito, muito distante, de há muito tempo atrás (meu deus como já eram tão evoluídos naquele improvável passado... arrepiante), qualquer caga-ataques ascendia à condição de herói e todo o vilão podia destruir planetas com esferas metálicas gigantescas. Com mais ou menos "força". Aqui? Entre nós? Not so easy, folks! Na Terra é tudo muito complicado. Créditos galáctic.. erm... desculpem (estava a deixar-me levar pelo entusiasmo StarWars-geek), dinheiro já quase que não existe e estrelas só as do cinema, mesmo, por isso é de arregaçar as manguitas (e preparar os manguitos) e mostrar o que cada qual vale, na conjuntura humana, bem real. Ora vejamos...
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