domingo, 8 de maio de 2011

Neuromoda? Só podem estar no gozo...

Oriunda do Japão, a Neurowear apresenta a primeira peça de uma coleção que funde Tecnologia com Moda. Pondo de parte uma estranheza que só não será considerada como tal naquele país, a ideia não deixa de levantar algumas questões. Acessórios de moda neurocontrolados, porquê? E porquê logo umas orelhas de porco (é a imagem que imediatamente me veio à mente)? Supostamente umas orelhas de gato (de porco, insisto eu...), a empresa deu a esta bandolete o nome de Necomimi. Um bio-sensor capta as ondas cerebrais de quem a use, reflectindo as suas emoções em movimentos adequados das felpudas orelhas — levantadas quando concentrados e descaídas quando em repouso. Se você for cão, gato, elefante, burro ou qualquer outro animal que já o faça desde a nascença sem recorrer a uma engenhoca movida a pilhas, este post não é para si. O vídeo...




P.S.: “Augumented Human Body” (sic)? Pois, começaram logo pelas orelhas. Com as devidas adaptações, quem sabe se o Viagra não terá os dias contados? Isso sim, é que seria uma bela duma revolução (neuro) corporal...

P.P.S.: Dignos de destaque são também a probreza franciscana do desenho da página Web da empresa, como o Inglês usado como tradução do original nipónico. Terá sido criada no dia 1 de Abril passado?

2 comentários:

  1. Percebo o conceito (?), mas a minha pergunta é: que pessoa andaria com umas orelhas de animal na rua, e para quê?... :P
    E pior: se isto não tiver mais nenhuma aplicação, então não é nada mais que [provavelmente muito]dinheiro mal gasto... :/

    oxoxo

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  2. Como já o escrevi algures: só no Japão...


    ***

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