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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Sinais de viagem, Londres 2012





Leicester Square


Eyes can be deceiving...

Recomendado, o Fish & Chips

Para os amantes de música, o nome diz qualquer coisa...

É Costa!

Cecil Court

Uma pequena rua, que é um tesourinho

It's... the Tube!


Eros @ the Piccadilly Circus

Fashion japonesa. Comprei.

Rowan "Mr. Bean" Atkinson, a fugir-me na Carnaby Street...

Sem comentários


Antro de perdição

Finchley, North London. Almoço Turco

A caminho da Millennium Bridge

Southbank. Hirst R0cks (e eu concordo)


London Eye, a ver o The Shard

É automático, é DLR!

Exemplos a seguir por cá...

Simpático, a caminho de almoço no japonês

Livraria Foyles

London Tube. Um bom exemplo de Civismo (pensem na mensagem)

quinta-feira, 19 de abril de 2012

É galo...

"Rooster with horns", Melody Pena
Apesar de residir numa zona urbana, relativamente longe "do campo", acordo diariamente ao som de um galináceo. Em pleno século XXI pergunto-me sempre para que raio alguém poderá querer manter (vivo) um galo em sua casa/quintal/jardim? Como despertador está clara e definitivamente ultrapasssado — qualquer telefone moderno tem funcionalidades de alarme muito mais versáteis e complexas incluindo a possibilidade de se optar pelo tom que desejarmos usar para nos tirar da modorra sonífera. Incluindo... o som de um galo  cantar! Ainda por cima nem sequer põem ovos e a sua carne é rija! (dizem) É um pássaro gasto, inútil e anacrónico. Nem para animal de estimação serve: não se lhe pode pegar ao colo, que nos tenta logo agredir; faz cocós por todo o lado; é estúpido que nem a proverbial porta; tem penas, o que é prejudicial e propício para transmitir e gerar alergias respiratórias; chamamo-lo e ele não vem; nunca nos salta para o colo, mas, assim o deixássemos, bicava-nos um olho até nos cegar irremediavelmente; dizem que "canta" mas nunca muda de música após milhares de anos de evolução. Por tudo isto (e mais algum outro argumento ou explicação que agora me não ocorra), sempre que ouço o raio-do-galo a azucrinar-me a existência, só consigo pensar "É galo...!!"

sexta-feira, 9 de março de 2012

Between the lines: Graffiti Talks

Between the Lines é um documentário, ainda em produção, realizado a propósito da "guerra" ao graffiti encetada pelo Mayor de Toronto, Rob Ford, e das suas sequelas no ambiente urbano, os artistas e os habitantes da cidade. Por enquanto faz parte de uma web series, Graffit Talks da qual este vídeo com o Deadboy é o #1 e uma espécie de ante-câmara para o projecto fílmico. Tudo isto acompanhado pelo (recomendável) som de bandas musicais oriundas daquela que é a maior cidade do Canadá. Ora vejam (com o cérebro bem ligado) & ouçam...


quinta-feira, 8 de março de 2012

segunda-feira, 5 de março de 2012

Street Art exposta em Portugal

Por acaso (só por acaso...) não vou sugerir que se olhe para alguma parede perto de nós. É de uma exposição, mesmo, que aqui falo: Street Art numa galeria não é algo que se veja (entre nós) com frequêencia. Um dos raros exemplos poderá ser devidamente visitado/apreciado na Galeria de Arte Contemporânea António Prates, na lisboeta Rua Alexandre Herculano, subordinada ao tema "Além Paredes". Quem o dá a conhecer é um dos 11 artistas participantes, o meu vizinho Dalaiama, no seu blog. Todos os detalhes a ler por lá. Se faltarem, depois não se queixem de só poder ver graffiti em paredes urbanas. Graffiti/Street Art também (pode ser) é Arte! Atenção ao catálogo respectivo...


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

"Street Art e o que realmente importa"

A frase e subsquente raciocínio não são meus mas do Dalaiama, no seu blog, comparando a intrusão publicitária nos ambientes em que vivemos com a Street Art (ou Arte Urbana), o impactos de ambas e as críticas de que esta última é alvo normalmente (eu acrescentaria hipocritamente). Assino por baixo. Um bom tema de reflexão, que espelha a forma como temos (quase) sempre vivido em sociedade. Pensando bem nas palavras do artista, será que ainda alguém continuará a ver ambas da mesma forma como até aqui? Qual deveria realmente merecer a nossa crítica? Quem devíamos de facto condenar? Não estaremos a, mais uma vez, confundir o óbvio com o acessório? Pensem!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

São árvores, é art&ntervenção, são graffiti. Tudo em: "Dalaiama On Trees"

Gaita, espero com o meu título ter dito... tudo. Seja como for, vejam-se os vídeos que o Dalaiama hoje colocou no seu blog (visitem-no, sim?):


Dalaiama On Trees from Dalaiama Street Art on Vimeo.


P.S.: Lá vou eu andar (ainda mais...) de cabeça no ar a ver se desencanto alguma destas placas...

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Dalaiama - Best Of

Porque resido no mesmo concelho onde actua (e habita? Cascais), desde há muitos anos que sigo e aprecio a Street Art (vulgo graffiti) do Dalaiama. Não só pela presença nos locais mais inesperados nos espaços públicos das localidades que frequento, mas também pela originalidade do (seu) projecto, a figura daquilo que eu não me posso impedir de comparar como uma espécie de The Residents meets Pac-Man, já mais que justificava uma referência neste espaço em que partilho tudo aquilo que me desperta o interesse e me espicaça a mente. Aqui vai ela, na forma de um dos vários vídeos que o "artista de rua" (soa mal, não soa?) partilha na sua página do YouTube:


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Arcade Fire presents Sprawl II (Mountains Beyond Mountains)

Dos subúrbios, ao som do álbum de 2010.



They heard me singing and they told me to stop,
Quit these pretentious things and just punch the clock,
These days, my life, I feel it has no purpose,
But late at night the feelings swim to the surface.
Cause on the surface the city lights shine,
They're calling at me, "come and find your kind."

Sometimes I wonder if the world's so small,
That we can never get away from the sprawl,
Living in the sprawl,
Dead shopping malls rise like mountains beyond mountains,
And there's no end in sight,
I need the darkness someone please cut the lights.

We rode our bikes to the nearest park,
Sat under the swings, we kissed in the dark,
We shield our eyes from the police lights,
We run away, but we don't know why,
And like a mirror these city lights shine,
They're screaming at us, "we don't need your kind."

Sometimes I wonder if the world's so small,
That we can never get away from the sprawl,
Living in the sprawl,
Dead shopping malls rise like mountains beyond mountains,
And there's no end in sight,
I need the darkness someone please cut the lights.

They heard me singing and they told me to stop,
Quit these pretentious things and just punch the clock.

Sometimes I wonder if the world's so small,
Can we ever get away from the sprawl?
Living in the sprawl,
Dead shopping malls rise like mountains beyond mountains,
And there's no end in sight,
I need the darkness someone please cut the lights.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Os 20 Melhores Memes de 2011

O que faz um meme? Alguém que analise as causas que eu agora não tenho tempo. Direi apenas que em alguns casos será o mau-tão-mau-tornado-bom e que, no fundo no fundo, 90% do que hoje se passa na Web não passará de um gigantesco meme (definição portuguesa do conceito)... Whatever.


sábado, 19 de novembro de 2011

"O Povo versus a Polícia"


A caminho de um Novo Mundo o Povo, a nível planetário, mexe-se como nunca até agora. As consciências, adormecidas por anos e anos de procurações passadas à "classe" política (i.e. votos), com os efeitos asdversos e perversos a que temos vindo a assistir vêm agora dizer "Basta! Isto tem de terminar (e mudar) de alguma forma".

A ler, o artigo de opinião de Naomi Wolf publicado no jornal Público no passado dia 10 deste mês, com o título em epígrafe.

Infografia retirada de "Occupy The Gama"

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Foursquaropoly = Foursquare + Monopoly

Foursquaropoly é um novo conceito de jogo da empresa is a new game concept from Cargo Collective e que combina a aplicação de check-in com o famoso e já (algo) vetusto jogo de tabuleiro. Conforme o vídeo demonstra, a ideia é a de se poderem "comprar" as propriedades onde dermos entrada (check-in) e depois receber "renda" de quem por lá passar. A ideia é a "propriedade" poder ser reconquistada por outros (um pouco como as Mayorships do Foursquare original). Uma ideia de jogo talvez interessante, mas de cuja veracidade ainda duvido...


Foursquaropoly from Deanna McDonald on Vimeo.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

110 anos de eléctrico no Google

Festeja-se hoje o 110º aniversário da linha de eléctrico entre Cais do Sodré e Algés com o primeiro serviço de "carros eléctricos" a estrear-se em 31 de Agosto de 1901. Para comemorar a efeméride o Google apresenta hoje na sua página de buscas o respectivo doodle (lindo, com as letras fazendo as vezes de passageiros). Esta deverá ser uma variante para Portugal do logótipo da empresa dada a especificidade do acontecimento, sem dúvida histórico, mas localizado:

segunda-feira, 4 de julho de 2011

2011.07.01 - o 1º dia do resto da minha vida

Nada na nossa vida é imutável ou perene (lição que aprendi à minha custa). Após alguns anos de luta contra mim próprio e vicissitudes várias, posso dizer que um dos desfechos terminou (que se me desculpe o pleonasmo). Agora é arranjar energia e força para renovar(-me). E a quem me rodeia, que depositou em mim o seu amor e em quem deposito também o meu. Quero (tenho de...) viver como se houvera mais "amanhãs" que "ontens". Pelo meio? Lamber, ainda, algumas feridas.

terça-feira, 7 de junho de 2011

CICLO DO CAFÉ (Almedina)



Porque cafés há muitos, venho aqui sugerir uma visita à Livraria Almedina do Atrium Saldanha, em Lisboa. Sob os auspícios do "café" (não é necessário trazer o seu ou sequer bebê-lo) a livraria coimbrã patrocina o contacto social directo do público com autores literários, bloggers e outras figuras mais ou menos conhecidas da nossa cultura. As sessões são suportadas por um blog (bloguedoscafes.blogs.sapo.pt) e têm uma duração que desconheço por ainda não ter estado presente em qualquer das já realizadas. Têm lugar todas as 4ªs e 5ªs feiras do mês, pelas 19h, e subordinam-se a vários temas. Café de Letras - Comunidade de Leitores, Café dos Direitos, Café da Política, Café do Eu, Café e Letras - Nós e os Clássicos e Café dos Blogues permitem, só pelos títulos, a escolha de qual interessa mais.
Já no próximo dia 8 deste mês o Café da Política aborda o pungente tema "Quais Elites?", moderado por Pedro Mexia e com a presença de André Freire e Miguel Nogueira de Brito. Naquele tema que mais nos interessará (aos bloggers, quero dizer) o Café dos Blogues no dia 30 de Junho traz-nos os temas "Delito de Opinião" e "Voz do Deserto", respectivamemte por Ana Margarida Craveiro e Tiago Cavaco, com moderação de Carla Hilário Quevedo (cronista do semanário SOL e no jornal diário gratuito Metro e ainda autora do blogue Bomba Inteligente) e, já em Julho, no dia 28, os temas "Da Literatura" (Eduardo Pitta) e "O Jansenista" (Jansenista).

Atenção que a sala, sita no piso 1, Loja 71 daquele conhecido espaço comercial da capital, apenas comporta uns — assim por alto, que não os contei, apesar de lá ir várias vezes por volta da hora de almoço — 20 lugares.