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segunda-feira, 5 de março de 2012

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Bondage Fairies 1-0

Tem alguns ingredientes de que mais gosto: independente(s), Hamburg, electrónicas e Rickenbacker. Chega (para já). Ouça-se.


sábado, 20 de agosto de 2011

Ladytron - Destroy Everything You Touch [Official Music Video]


 

 Destroy everything you touch today
Destroy me this way
Anything that may desert you
So it cannot hurt you

You only have to look behind you
At who's undermined you
Destroy everything you touch today
Destroy me this way

Everything you touch you don't feel
Do not know what you steal
Shakes your hand
Takes your gun
Walks you out of the sun

What you touch you don't feel
Do not know what you steal
Destroy everything you touch today
Please destroy me this way

Destroy everything you touch today
Destroy me this way
Anything that may delay you
Might just save you

You only have to look behind you
At who's underlined you
Destroy everything you touch today
Destroy me this way

Everything you touch you don't feel
Do not know what you steal
Shakes your hand
Takes your gun
Walks you out of the sun

What you touch you don't feel
Do not know what you steal
Destroy everything you touch today
Please destroy me this way

Everything you touch you don't feel
Do not know what you steal
Shakes your hand
Takes your gun
Walks you out of the sun

What you touch you don't feel
Do not know what you steal
Destroy everything you touch today
Please destroy me this way

Everything you touch you don't feel
Do not know what you steal
Shakes your hand
Takes your gun
Walks you out of the sun

What you touch you don't feel
Do not know what you steal
Destroy everything you touch today
Please destroy me this way

Jogadores: Hardcore vs. Casual

Tenho aqui escrito amiúde sobre MMORPGS, particularmente no quase-quase-a-chegar-ao-mercado Star Wars: The Old Republic (SWTOR). Hoje deparei-me com este videocast da série "The Game Anthopologist" divulgado pelo Corellian Run Radio. No seu canal do YouTube o membro blee427 expõe uma interessante comparação, também ela cultural, entre os perfis de dois géneros de pessoa vis-a-vis o seu maior ou menor empenho e entrega a este tipo passatempo (jogos eletrónicos de vídeo). Um pouco extenso nos seus 31:03 mins. mas a merecer bem a visualização integral.

Eu, enquanto jogador de jogos de vídeo? (não sou muito fã da expresão, mas que se lixe) Sou casualmente harcore. ;)


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Florian Schneider, "Electronic Poem"

A propósito de um artigo lido sobre bioengenharia lido ontem no Io9.com ("Breakthrough: Electronic circuits that are integrated with your skin") e ao constatar o quanto a eletrónica cada vez mais se nos entra pela pele dentro (literalmente!), recordei-me de há uns anos me ter cruzado com este poema eletrónico (também conhecido como Vocoder Poem) de Florian Schneider, que o ex-membro co-criador dos Kraftwerk registou com um Vocoder para homenagear o sintetizador modular Doepfer A-100, um instrumento que a famosa banda por si co-criada usava já desde os anos '990. No final, a letra no original alemão e a tradução para inglês de Felipe de Souza (um fã brasileiro). A tradução para português é minha e confesso que poderia ter optado por outra variante na transposição de algumas expressões. Uma vez que o espírito do poema original me parece ter sido reproduzido nela, optei por deixá-la assim mesmo.

Se bem que de forma ainda não perfeita (i.e. não emulando a 100% as capacidades e características desses dois orgãos humanos como são a pele e as cordas vocais, sem qualquer tipo de diferença ou nuance) tanto a integração de circuitos eletrónicos na nossa pele, bem como instrumentos capazes de imitarem vozes humanas, deixam-me a pensar no futuro e na evolução da nossa espécie. A bem da saúde (no primeiro caso e de entre vários outros usos para aquela tecnologia) ou, no segundo caso, por amor à Arte e à criação artística, até que ponto o ser humano se reinventa e transforma? "Porque sim", porque a tecnologia e o nosso engenho estão lá e existem (são criados)? Porque o ser humano tem uma ambição sem limites? Ou porque, eterno insatisfeito como raça e enquanto espécie, quer reciar-se, transmutando-se em algo de superior?



 
Analogsynthese mit System
klanglich, optisch angenehm
technisch, logisch, funktionell
prototypisch und speziell
modular und variabel
leicht, kompakt und transportabel
Für ein Musikabenteuer
A-100, nicht zu teuer
Midi-Kontrolle vom Computer
A-100 to the Future!

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Systematical analogue synthesis
nice in sound and looks
technical, logical, functional
prototypical and specialised
modular and variable
light, compact and transportable
For a musical adventure
A-100, not expensive
Midi-controlled by the computer
A-100 to the future!
 
-----------------------------------
 
Síntese analógica com sistema
bela no som e no aspecto
técnico, lógico, funcional
prototípico e especializado
modular e variável
leve, compacto e transportável
Para uma aventura musical
A-100, não é caro
controlado por Midi pelo computador
A-100 para o futuro!

New Order | Krafty

Porque ando de novo (isto funciona por ondas) a ouvir a discografia dos Kraftwerk, acabei por vir dar a este tema de outra banda de sempre no meu coração (depois dos originais Joy Division), os New Order.



sexta-feira, 22 de julho de 2011

Kraftwerk and The Electronic Revolution [Full DVD]

Continuando com os Kraftwerk, eis aqui o documentário sobre a banda, a sua música e o papel revolucionário que desempenhou (ainda desempenha) na cena da música electrónica mundial, desde 1969. Uma imperdível viagem cultural, e no tempo, com a duração de 2:59:25.


quinta-feira, 21 de julho de 2011

Kraftwerk - TV Documentary 2001 (Full Version)

Um documentário de Malik Bendjelloul sobre a banda Kraftwerk, realizado em 2001 para o canal sueco Pop i fokus. Contém entrevistas com dois dos elementos da banda (Karl Bartos e Wolfgang Flür) e ainda Björk, Moby, Karlheinz Stockhausen e Peter Saville.




quarta-feira, 25 de maio de 2011

Brian Eno: MP3 gratuito, "Imagine New Times"



Depois do meu destaque no passado mês de Abril relativo ao próximo lançamento de mais um trabalho de longa duração de Brian Eno, intitulado "Drums Between The Bells", volto ao assunto para dar conhecimento de que hoje foi disponibilizada online a primeira faixa para download directo e gratuito em MP3 do tema em título (04:26 num ficheiro de 25,2 MB).

Um tema ambiental, planante e etéreo com narração do poeta Rick Holland, gravado durante as sessões de gravação do álbum mas que não faz parte do alinhamento final.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Brian Eno, "Glitch"



Brian Eno em "Glitch", a faixa divulgada há dois dias do novo álbum "Drums Between The Bells" para o segundo álbum para a editora Warp Records, a lançar oficialmente a 4 de Julho. Interessante, a edição em capa dura, com dois CDs e livro (a ver no link acima; preço de €29,99 no Reino Unido). Um bom Object d'Art.
A electrónica ambiental como veículo de paisagens nas quais viajo com renovado prazer.


Brian Eno - glitch (taken from Drums Between The Bells) by Warp Records

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Kraftwerk - Minimum-Maximum (o concerto)

Minimum-Maximum foi o nome escolhido pela banda alemã para identificar os espectáculos que produziu ao vivo em 2005. Aconselho vivamente a compra do DVD que então foi lançado no mercado. Como estou a (re)ver tudo, partilho aqui a transmissão de um dos concertos, na totalidade, dividido em duas partes. Na primeira, estes são os temas a seguir (na mesma sequência surgida no DVD duplo mas não com a mesma "separação", digamos):

Disco 1
01. Meine Damen Und Herren
02. The Man-Machine
03. Planet of Visions
04. Tour De France 03
05. Vitamin
06. Tour De France
07. Autobahn
08. The Model
09. Neon Lights
10. Radioactivity
11. Trans Europe Express




No disco 2:
01. Numbers
02. Computer World
03. Home Computer
04. Pocket Calculator / Dentaku
05. The Robots
06. Elektro Kardiogramm
07. Aero Dynamik
08. Music Non Stop
09. Aero Dynamik / MTV






Qual destes não poderá ser considerado um clássico da electrónica? Se responder "Um ou mais", então só me resta pedir-lhe, delicadamente, com amizade e dedicação, que se vá deitar na linha de comboio mais próxima e que espere que oTrans-Europa Express lhe passe por cima. Boa viagem!!

sábado, 29 de janeiro de 2011

"A Brief History of E-Publishing"

Kindle DX (Amazon)

É o título do texto que o autor e argumentista Rob Kroese ("And it's pronounced KROO-zee", como ele insiste) publicou no seu site há três dias a propósito de um livro que está a escrever sobre a auto-edição de romances e o papel do e-publishing na divulgação de obras directamente pelos próprios autores.

Como se sabe, o panorama da edição está a mudar. E começou há muitos anos, inicialmente discreta e lentamente. Esta nova onda começou a ganhar corpo em meados dos anos de 1990 do século XX e, mais recentemente, sofreu um grande impulso. A cronologia está completa q.b. e lendo-a fica-se realmente com a ideia da evolução da indústria da edição literária. Um novo século, um novo paradigma. O digital aí está, seja pela difusão electrónica de obras, a serem lidas em computadores pessoais ou leitores exclusivamente dedicados a este fim, ou recorrendo às redes sociais entretanto criadas.

E não ficaremos, seguramente, por aqui. Pessoalmente — falando apenas no lado "consumidor" na equação da produção literária — sou dos que prefere (ainda) cheirar e manusear um livro, seja ele qual for. Em algumas circunstâncias, todavia, não digo que não recorreria a um leitor digital de livros (e-Book Reader ou e-Reader). Mas não me estou a ver a deixar de olhar para um livro como uma unidade e não como uma engenhoca electrónica dentro da qual guardo a Biblioteca de Alexandria. Hmm, pensando bem não é o que já fazemos (eu incluído...) com o consumo e propriedade da música? Contradições culturais...

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Misa Digital Guitar: Um novo instrumento nasce


Aqui está uma engenhoca, um verdadeiro instrumento musical electrónico, que embora se assemelhe a uma guitarra pouco tem a ver com ela, se não precisamente no aspecto exterior. A Misa Digital Guitar é na realidade várias coisas: um sintetizador, mas não tem teclas (usa antes um monitor sensível ao toque). Uma guitarra, mas cuja escala (neck) é desprovida de cordas. Um instrumento de percussão, mas não tem peles esticadas sobre uma caixa de ressonância.

Basicamente, trata-se de mais um instrumento MIDI que integra um sintetizador polifónico carregado de sons e efeitos, controlados em conjunção entre o monitor multi-toque situado no corpo e a escala, desprovida de cordas, mas onde se encontram os familiares 24 trastes (frets) das guitarras clássicas. Junto a cada um destes trastes existem 6 botões.

Desenvolvida pela Misa Digital Instruments de Hong-Kong, esta "guitarra", modelo apelidado de Kitara (que enganadoramente familiar, não é?) para ser tocada dispensa a vulgar palheta, já que as "cordas" simplesmente podem ser tocadas literalmente sobre as linhas iluminadas no ecrã de oito polegadas. E sendo um instrumento polifónico, aquelas podem ser dedilhadas, pressionadas, beliscadas ou tangidas com resultados sonoros finais iguais aos do instrumento em que se inspira esteticamente.

Dois modelos estarão em breve disponíveis no mercado, a Kitara™ and Kitara™ Limited Edition, que apenas diferem nos materiais empregues na sua construção exterior (tudo o mais é rigorosamente idêntico). Serão revelados ao público durante a exposição CES - Consumer Electronics Show em Las Vegas e que hoje se inicia, terminando no dia 9.

Um aspecto positivo, dentre vários, é que recorre ao sistema operativo Linux. Graças a Deus que não é um instrumento Windows, caso contrário o lixado e putativo músico teria de passar a vidinha a fazer reboots ao aparelho e a perder imenso tempo a descarregar e instalar intermináveis fixes, para finalmente o pôr a fazer aquilo que o fabricante garantiu que faria logo de início (#PensamentoCínico)... Um cheirinho do que pode fazer...