
Viajo muito e ininterruptamente. Dentro de mim, principalmente (para mal dos meus pecados).
Aviso à navegação: é de esperar muita turbulência. Apertem os cintos.
IMPORTANTE: Não se devolvem bilhetes.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
24 Horas de Le Mans: a 80ª edição à vista
É neste sábado, dia 16 de Junho, pelas 14h portuguesas, que se inicia a mais fantástica e antiga corrida de resistência automóvel do mundo, a 80ª edição das 24 Horas de Le Mans. Tal como em anos anteriores, vários são os motivos de interesse para a seguirmos. A História do acontecimento, a transmissão integral, que terá lugar entre os canais Eurosport (internacional) e Eurosport 2 (no cabo) e a presença (mais uma vez, regularmente desde 1997) de equipas que incluem pilotos portugueses.
Do meu lado, já tenho tudo preparado para ter o meu estúdio privativo doméstico... TV (imperdível, a reportagem em directo no Eurosport feita pelo João Carlos Costa, coadjuvado pela enciclopédia humana em matéria "Endurance" que é Ricardo Grilo), 3 laptops, muita papelada e (eu não devia dizer isto) um pack de latas de Monster Energy Drink... Não vou pregar olho durante mais de 24 horas!
- Pela francesa Larbre Compétition, Pedro Lamy irá tripular o Corvette C6 ZR1 Nº 50, na Classe LM-GTE Am.
- Na italo-americana AF Corse-Waltrip, Rui Águas irá estar ao volante do sempre bonito Ferrari 458 GT2 (Italia), na mesma classe que Pedro Lamy.
- Na monegasca JMB Racing, Manuel Rodrigues vai recorrer também ao Ferrari 458 GT2 (Italia) de classe LM-GTE Am.
Por aqui, na Net, mais informação poderá ser seguida nos seguintes locais:
- Le Mans Portugal (reportagens completas, incluindo antevisão).
- Cronometragem oficial em directo.
- 24H Le Mans Spotter Guide (guia visual com os perfis de todos os 56 participantes).
- Le Mans (not just) for Dummies (guia com texto/imagem elaborado pelo Club Arnage).
- Le Mans Guide 2012 (um guia criado pelos britânicos do L'Endurance, ligeiramente semelhante ao anterior, mais resumido).
- Le Mans History / A História de uma Lenda (um importante guia da História de Le Mans, elaborado pelo Luís Santos).
Do meu lado, já tenho tudo preparado para ter o meu estúdio privativo doméstico... TV (imperdível, a reportagem em directo no Eurosport feita pelo João Carlos Costa, coadjuvado pela enciclopédia humana em matéria "Endurance" que é Ricardo Grilo), 3 laptops, muita papelada e (eu não devia dizer isto) um pack de latas de Monster Energy Drink... Não vou pregar olho durante mais de 24 horas!
quarta-feira, 6 de junho de 2012
R.I.P. Ray! (Fuck Me, Ray Bradbury - Rachel Bloom)
R.I.P. Ray Bradbury. A tua obra e a mente que a produziu, merecem-me toda a admiração e respeito. E exactamente por estas razões, e para não ser o óbvio lamecha neste dia em que partiste, te dedico este tema da Rachel Bloom. Tenho a certeza que ela (e todos nós) continuamos a sentir o mesmo.
Para os mais curiosos, este link poderá ajudar.
A melhor (des)(re)construção do tema original de James Brown: It's a Man's World
A versão dos The Residents, acompanhada pela voz de Molly Harvey. Gravado durante a digressão Icky Flix de 2001 (que também passou por Lisboa),
terça-feira, 5 de junho de 2012
Frases
Remember, we are all very deep within an illusion, and the bread crumbs we dropped have long since been eaten by crows.
- Big Brother, 2012 (cit. Codgers on the Moon, Charles "Chuck" Bobuck)
sexta-feira, 1 de junho de 2012
O universo visto das Canárias
Para por(mos) as nossas crianças (neste Dia Mundial da Criança) a sonhar com algo de mais elevado e para que pensem noutra escala e no quão pequenos todos somos, nesta bola azul.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Frases
The world is always ready to receive talent with open arms. Very often it does not know what to do with an octopus.
— Albert Enstein
segunda-feira, 28 de maio de 2012
A Mariana ainda precisa de todos
A Mariana ainda carece da nossa ajuda. O sistema elevatório que lhe facilitará a vida custa cerca de €15.000 (mínimo). No fabuloso espectáculo de sábado, na Voz do Operário, conseguiu-se reunir parte do montante necessário.
Acrescido da quantia que almas generosas puderam entregar pelo NIB indicado no blog e na página do facebook, mesmo assim ainda falta muito a percorrer até se conseguir o objectivo (ajudar efectivamente uma criança e os seus pais a terem uma vida de menores tribulações).
Vamos ajudar (mais) a menina? Acredito que se vai conseguir e que palavras como as minhas não serão inconsequentes. :)
Demagogia política
demagogia
(demagogo + -ia)
(demagogo + -ia)
s. f.
1. Preponderância do povo na forma do governo.
2. Abuso da democracia.
3. Dominação tirânica das facções populares.
4. Discurso ou acção que visa manipular as paixões e os sentimentos do eleitorado para conquista fácil de poder político.
Poucas vezes aqui tenho abordado temas ditos políticos. Volto ao tema porque desde há alguns dias que vejo um semi-discreto autocolante do P.C.P. (acho que é a segunda vez que me refiro directamente a um partido político, pensando bem) afixado sobre os mapas do trajecto dos comboios da Linha de Cascais da C.P., que diariamente frequento. Transmite uma mensagem contra a tão falada, e sempre adiada, privatização da Linha. Nele lê-se isto:
Privado é para alguns.
Público é para todos.
Fiquei com vontade de aqui registar a ideia que me ficou depois de mais uma vez o ler. Demagogia pura. Da dita "esquerda" ou da dita "direita" do espectro político (mas também em todas as outras actividades humanas) a demagogia é algo que me deixa enojado. Primeiro, porque quem a escreveu/concebeu se toma por iluminado a pregar à plebe verdades que esta parece não saber, e, segundo, toma quem a lê julga tomarem-no por tolo(s).
Privado é para alguns e público é (que) é para todos? WTF? Pensava que o uso da Linha fosse para "todos" os que pagassem o serviço mediante o respectivo título de transporte ou assinatura mensal! Se a Linha for privatizada, passarei a ser proibido de a usar? :O É melhor rezar para que se mantenha "pública", pois só assim todos a poderão frequentar e dos seus serviços usufruir? Parece ser isto que o P.C.P. quer que se pense. Que ideia mais infeliz e que chavão mais ilógico e ignorante aquele partido poderia ter concebido!
Pensava que o conceito de 'privado' e 'público' se referisse à propriedade, gestão e operação de um serviço — porque é de um serviço de aqui se trata — e não ao seu uso. Posta a questão da privatização do serviço ferroviário na Linha de Cascais (ou noutras linhas) nestes termos, qualquer incauto ingénuo ficará a pensar que, de facto "privatizar" é demonizar e que o público é que "é fixe!", porque apenas nesta segunda situação todos poderão entrar num comboio da C.P....
Mais contente eu ficaria se o P.C.P., em vez do seu egoísmo político, se insurgisse contra as péssimas condições de segurança na operação diária da Linha, na cada vez mais sentida má qualidade do seu serviço, ou da degradação a que o parque ferroviário tem vindo a ser alvo, sem que alguém se indigne. Mas não. Segurança, qualidade e outros "luxos", são alheios à "luta" deste tipo de "esquerda". O partido mais monolítico e cego à(s) realidade(s) contemporâneas que conheço, considera preferível tomar os utentes por idiotas, não mais conseguindo produzir que um auto-colante dirigido a infantes pré-escolares, ao invés de se dirigir e despertar adultos melhor informados.
A C.P., como qualquer outra empresa de transportes a operar no nosso país, devia ser privatizada e o mais depressa possível. Serei ingénuo ao acreditar que só assim o utente se passe a sentir verdadeiramente digno de ser servido em condições? Ou apenas temos o direito de pagar-e-calar para empresas indigentes (e indigentemente geridas, acrescento) continuem a arrastar-se?
É que me custa imenso pagar mensalmente €68,25 e depois sentir que me tratam como se eu é que estivesse a fazer-lhes um favor!
Se a linha fosse privatizada, indignações partidárias como esta deixariam de fazer sentido, pois que a resolução das situações, a existirem, seria da responsabilidade dos seus proprietários e não do "governo" (logo, saindo da vossa esfera de intervenção, não é?), que, redundando em reclamações do público pagante, por certo as quereriam ver resolvidas com a maior brevidade possível (admitindo que permitissem que elas acontecessem, de todo). Acresce que, como se diz popularmente, "quem não tem dinheiro, não tem vícios" e assim sendo, e estando o nosso "Estado" na penúria em que está, para quê insistir em ser dono de algo que não pode pagar? Faça como "nós" (o povo, sim): venda a quem pode, deixe-se de magalomanias e viva com o que pode manter! E só.
Ao P.C.P. só me resta desejar (utopia, eu sei...) que passe a pensar em pessoas e não em hegemonia política e que deixe de se considerar paladino de idiotas que precisem de um "paizinho" político e abstracto para cuidar de si. Eu, de todos os defeitos que sei ter, ainda consigo usar a minha cabeça. Dispenso-vos (aos políticos de esquerda e aos de direita)! SHOOO!!
Mas divago, que este blog não é político... ;)
domingo, 27 de maio de 2012
Os gatos drogam-se?
Tenho sete gatos e apenas três deles costumam sair ao jardim (os outros só lá vão quando se me escapam e se não vão mais vezes é porque se tornam algo incontroláveis ao ar livre...). Fiquei curioso com esta "erva de gato"/catnip (que, por sinal não tenho plantada) depois de ler este artigo do io9 e de ver o vídeo infra. "On and off" (digamos), tenho lidado com muitos gatos desde criança mas nunca antes me tinha apercebido destas reacções! (Sempre o distraído, talvez) Os que conheci e tenho/já tive nunca os vi comer mais que o escalracho ou uma ocasional outra erva, sempre sem estas reacções psicadélicas. Era capaz de os fazer felizes, apesar de ser contra estupefacientes de qualquer género...
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Sou um sintetizador
Cheguei a esta conclusão enquanto lia a simpática mensagem que o Dalaiama me dirigiu no facebook. Ainda lhe não respondi — receio que a resposta venha a ser demasiado longa para lha dar assim, "de repente" (Dalaiama, puseste-me a pensar no(s) assunto(s)) —, mas aqui e noutros locais que mantive e/ou ainda mantenho noutros planetas do espaço cibernético, admito que o meu papel, voluntário, tem sido mais esse, o de pegar-aqui-pegar-ali e despejar depois os pedaços encontrados nesta espécie de amálgama nova que dou a ver, reflexo daquilo que eu próprio sou, como indivíduo. Talvez seja uma forma de compensar (?!) a falta de criatividade para outras aventuras? Preguiça para criar? No fundo, quem sou eu, para me arrogar a tal? Continuarei a sintetizar...
![]() |
| (foto daqui) |
Beach House, The Hours
Life's a mess e depois ouve-se isto...
Can I wait the hours
'til you find me
Climb up to the tower
So that you could see
Violence in the flowers
Where they found you
Can I wait the hours
Would it be untrue
Climb up to the tower
So that you could see
All across the hours
Frightened eyes
Looking back at me
Change your mind
Don't care about me
Frightened eyes
Looking back at me
Change your mind
Don't leave without me
Frightened eyes
Made in your reflection
So that you could feel
Mad in your intentions
Fear it isn't real
All the recollections
Spinning in a field
Left in your possession
'til it isn't real
You say it isn't real
Frightened eyes
Looking back at me
Change your mind
Don't care about me
Frightened eyes
Looking back at me
Change your mind
Don't leave without me
Frightened eyes
Deeper than you and me
It's farther than you could see
Is it too much to ask you
It's all in a glance you'll see
It's deeper than you and me
It's all in a glance you'll see
It's farther than we could be
It's deep than you and me
Frightened eyes
Can I wait the hours
'til you find me
Climb up to the tower
So that you could see
Violence in the flowers
Where they found you
Can I wait the hours
Would it be untrue
Climb up to the tower
So that you could see
All across the hours
Frightened eyes
Looking back at me
Change your mind
Don't care about me
Frightened eyes
Looking back at me
Change your mind
Don't leave without me
Frightened eyes
Made in your reflection
So that you could feel
Mad in your intentions
Fear it isn't real
All the recollections
Spinning in a field
Left in your possession
'til it isn't real
You say it isn't real
Frightened eyes
Looking back at me
Change your mind
Don't care about me
Frightened eyes
Looking back at me
Change your mind
Don't leave without me
Frightened eyes
Deeper than you and me
It's farther than you could see
Is it too much to ask you
It's all in a glance you'll see
It's deeper than you and me
It's all in a glance you'll see
It's farther than we could be
It's deep than you and me
Frightened eyes
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