Lavar um Wookie devia ser como lavar um cão. Mas cuidado com a Força... Basicamente, Seth Green fá-lo de novo!
Viajo muito e ininterruptamente. Dentro de mim, principalmente (para mal dos meus pecados).
Aviso à navegação: é de esperar muita turbulência. Apertem os cintos.
IMPORTANTE: Não se devolvem bilhetes.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Se fosse vivo... Keith Haring
O Keith (4 Maio 1958 – 16 Fevereiro 1990) festejaria hoje o 54º aniversário. Bem lembrado no Google doodle de hoje.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Beach Boys: Pet Sounds Revisited na Mojo
A Mojo #223 de Junho (?) de 2012 comprei-a em Londres quando saíu a público no passado dia 25 de Abril. Desconheço se já por cá se encontra à venda, mas este número com capa dos Beach Boys é recomendadíssimo e imperdível pelos seus vários conteúdos. Dedicado maioritariamente à banda californiana, à celebração do seu 50º aniversário e à sua reunião (mais uma), contém também o CD "Pet Sounds Revisited" onde, num ajustado tributo, podemos ouvir covers (reinterpretações) dos 13 temas do seminal e intemporal Pet Sounds de Maio de 1966, mais uma faixa extra, "Trombone Dixie", pelo som de bandas e músicos como Saint Etienne, The Magnetic North, Tim Burgess, Gaz Coombes, Here We Go Magic ou The Flaming Lips, entre outros. Tudo embrulhado visualmente num pacote evocativo do de '66, incluindo, nas capas da revista e do CD, duas imagens da sessão fotográfica captada com a banda em Fevereiro daquele ano no Zoo de San Diego.
Para mim, o Pet Sounds original é um ("um"? "O"!!!) dos maiores discos de sempre do Rock and Roll e que nem sequer foi alguma vez suplantado por qualquer dos álbuns dos contemporâneos e tantas vezes "comparáveis" The Beatles (e crucifiquem-me por afirmar isto, não me importo). Esta edição de covers faz-lhe juz e adicionalmente remete-nos para os originais e a genialidade dos seus autores. Ouçam tudo, original e "cópia", que não se arrependerão.
Para mim, o Pet Sounds original é um ("um"? "O"!!!) dos maiores discos de sempre do Rock and Roll e que nem sequer foi alguma vez suplantado por qualquer dos álbuns dos contemporâneos e tantas vezes "comparáveis" The Beatles (e crucifiquem-me por afirmar isto, não me importo). Esta edição de covers faz-lhe juz e adicionalmente remete-nos para os originais e a genialidade dos seus autores. Ouçam tudo, original e "cópia", que não se arrependerão.
Interesse adicional na Mojo, mas agora online, é a recolha de 10 vídeos de alguma forma protagonizados pelos Rapazes da Praia (clips musicais e documentários) e que deve ser vista neste link.
E porque por detrás de cada homem ou génio (caso não haja uma grande mulher), existe algo mais que o inspire, a prova está no seguinte excerto-vídeo do documentário dedicado aos The Beach Boys, "Endless Syncopation: The Rising Fall of The Beach Boys and The California Myth", um filme de Andre Perkowski e que foi "Made Out Of All The Other Beach Boys Films". Infelizmente, a genialidade vem com um preço e, tal como os almoços, nunca é grátis...
Sinais de viagem, Londres 2012
| Leicester Square |
| Eyes can be deceiving... |
| Recomendado, o Fish & Chips |
| Para os amantes de música, o nome diz qualquer coisa... |
| É Costa! |
| Cecil Court |
| Uma pequena rua, que é um tesourinho |
| It's... the Tube! |
| Eros @ the Piccadilly Circus |
| Fashion japonesa. Comprei. |
| Rowan "Mr. Bean" Atkinson, a fugir-me na Carnaby Street... |
| Sem comentários |
| Antro de perdição |
| Finchley, North London. Almoço Turco |
| A caminho da Millennium Bridge |
| Southbank. Hirst R0cks (e eu concordo) |
| London Eye, a ver o The Shard |
| É automático, é DLR! |
| Exemplos a seguir por cá... |
| Simpático, a caminho de almoço no japonês |
| Livraria Foyles |
| London Tube. Um bom exemplo de Civismo (pensem na mensagem) |
sábado, 21 de abril de 2012
O Universo magnificado
Se quisermos saber o quão pequenos-pequenos-pequenos (repetir até quase ao Infinito) somos na ordem da matéria, basta aguardar o carregamento total da imagem seguinte, torná-la em Full Screen e depois deslocar lateralmente o cursor para a esquerda ou direita, respectivamente aumentando ou diminuindo a escala da matéria observável à nossa volta. E, garanto-vos, este "à nossa volta" é mesmo, MESMO, muito AMPLO! E uma bela duma lição de humildade para todos nós, esta Humanidade para aqui plantada num canto do Universo. Apetece dizer "Adeuzinho e obrigado por todo o peixe" e depois zarpar em direcção a estas imensidões exteriores (não esquecendo as interiores).
Infografia criada pelo site NumberSleuth.org. Clicando na legenda da imagem poder-se-á ler informação mais detalhada sobre este espantoso trabalho.
The Universe made possible by Number Sleuth
sexta-feira, 20 de abril de 2012
The Residents History, Parte 1
No ano em que o colectivo The Residents festeja o 40º aniversário, nada como seguir o seu elemento mais destacado, "Randy (Rose)" de seu nome — sem detrimento para os restantes membros do actual trio, mas apenas porque é aquele que mais tem dado-a-cara num movimento, pouco usual, de "revelação" e exposição pública individual —, iniciando hoje mais uma estória mas que agora nos fala da História da banda (redutor termo, este, que me causa sempre algum constrangimento quando associado ao projecto). Tudo começou num já longínquo 1972, materializando-se com o lançamento do primeiro single "Santa Dog" em Dezembro daquele ano. A 'Parte 1' está aqui, no Tumblr do Randy.
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| O original "Santa Dog", reproduzido com a devida vénia ao autor, Randy Rose |
quinta-feira, 19 de abril de 2012
É galo...
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| "Rooster with horns", Melody Pena |
Apesar de residir numa zona urbana, relativamente longe "do campo", acordo diariamente ao som de um galináceo. Em pleno século XXI pergunto-me sempre para que raio alguém poderá querer manter (vivo) um galo em sua casa/quintal/jardim? Como despertador está clara e definitivamente ultrapasssado — qualquer telefone moderno tem funcionalidades de alarme muito mais versáteis e complexas incluindo a possibilidade de se optar pelo tom que desejarmos usar para nos tirar da modorra sonífera. Incluindo... o som de um galo cantar! Ainda por cima nem sequer põem ovos e a sua carne é rija! (dizem) É um pássaro gasto, inútil e anacrónico. Nem para animal de estimação serve: não se lhe pode pegar ao colo, que nos tenta logo agredir; faz cocós por todo o lado; é estúpido que nem a proverbial porta; tem penas, o que é prejudicial e propício para transmitir e gerar alergias respiratórias; chamamo-lo e ele não vem; nunca nos salta para o colo, mas, assim o deixássemos, bicava-nos um olho até nos cegar irremediavelmente; dizem que "canta" mas nunca muda de música após milhares de anos de evolução. Por tudo isto (e mais algum outro argumento ou explicação que agora me não ocorra), sempre que ouço o raio-do-galo a azucrinar-me a existência, só consigo pensar "É galo...!!"
quarta-feira, 18 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
Unidos Pela Mariana: a solidariedade ainda existe
Existe e vai acontecer no próximo dia 26 de Maio no espaço da Voz do Operário em Lisboa, à Graça. Unidos com a Mariana é a iniciativa de diversas pessoas que decidiram organizar um espectáculo com vista a ajudar uma criança e os seus pais a ultrapassarem uma dificuldade física. Vamos todos mostrar que "solidariedade" não é apenas algo que se lê em jornais populistas ou nas TVs, ajudando a divulgar este acontecimento, mas, acima de tudo, participar directamente? Acredito que a palavra e, mais importante, a concretização do seu sentido, não são vãs. Dia 26 lá estarei, juntando-me a todos os que sentem como eu — aposto que seremos muitos. A Mariana nunca se esqueçerá disto. A Mariana não está só, com os seus pais e mano. A Mariana precisa e é *agora*.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
The Residents, "The Bunny Boy" - Blood On The Bunny (Live)
Com o projecto/espectáculo The Bunny Boy começa a manifestar-se e a vislumbrar-se um discreto levantar do véu da anonimidade nos The Residents. É nesta fase da sua carreira que se assiste (pelo menos para mim) à dissipação das dúvidas quanto à "verdadeira" (o que é verdadeiro nos The Residents?) IDentidade de um dos seus membros, precisamente o front-man "Randy" a.k.a. "Randy Rose" (a.k.a. "Homer Flynn", digo eu). Mas não se admire se nada disto pertencer à realidade. Afinal, os Residents "somos todos nós", como já aqui foi sugerido.
The Residents, The Mole Show (La Edad de Oro, Madrid 1983 [Full Concert])
Depois do bla-bla-bla castelhano (minuto 08:32), não há mais comentários. É só ver e ouvir.
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