sexta-feira, 13 de abril de 2012

The Residents, "The Bunny Boy" - Blood On The Bunny (Live)

Com o projecto/espectáculo The Bunny Boy começa a manifestar-se e a vislumbrar-se um discreto levantar do véu da anonimidade nos The Residents. É nesta fase da sua carreira que se assiste (pelo menos para mim) à dissipação das dúvidas quanto à "verdadeira" (o que é verdadeiro nos The Residents?) IDentidade de um dos seus membros, precisamente o front-man "Randy" a.k.a. "Randy Rose" (a.k.a. "Homer Flynn", digo eu). Mas não se admire se nada disto pertencer à realidade. Afinal, os Residents "somos todos nós", como já aqui foi sugerido.


The Residents, The Mole Show (La Edad de Oro, Madrid 1983 [Full Concert])

Depois do bla-bla-bla castelhano (minuto 08:32), não há mais comentários. É só ver e ouvir.


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Do físico e da insegurança

Nas minhas perambulações internáuticas dei de caras com "isto" (as aspas não pretendem denotar qualquer depreciação para com a descoberta): a fotógrafa Jen Davis e o projecto de auto-retratos a que decidiu (e muito bem) recorrer como forma de lidar com o seu físico e as inseguranças associadas à sua imagem. Uma forma corajosa de se expor e mostrar que a diferença também é bela e até que ponto os esterótipos (físicos e mentais, dela e dos 'outros') podem ser enfrentados e combatidos. Numa época em que o 'exterior' parece assumir — qual parece, assume! — mais importância que o 'interior', a frontalidade da autora revela uma crueza suficiente para agitar a imagem das donzelas e demais pretensos "alfaiates" que por aí andam. Ser humano (Ser Humano) é isto, também!

A ler aqui o ensaio de Hanna Frieser a propóstio da autora e da obra, com galeria no mesmo sítio. Uma amostra, em escolha minha, de alguns dos trabalhos:

at 30, 2008

4 A.M., 2003

Fantasy No. 2, 2004

Pressure Point, 2002

Steve and I, 2006

La Sera - Real Boy / Drive On

Um dois-em-um de "La Sera" a.k.a Katy Goodman (Vivian Girls, All Saints Day), em direcção de Travis Peterson.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

O Fim do Mundo

Imagem não identificada emprestada daqui

Esta noite sonhei com o fim do mundo. Estava a dormir e de repente tomo consciência de estar deitado e a sonhar com o fim do mundo (?!). Continuei deitado, a perguntar-me (sempre em sonhos, estranhamente tenho consciência disto) como iria ser, se doeria, se iria sofrer, etc.. Sentia-me tranquilo, sem urgência ou ânsias, apenas deitado. Por entre os olhos fechados, de repente se faz uma luz intensa, cambiando entre o branco, o amarelo e em tons cada vez mais carregados do espectro até se tornar encarnada, e, finalmente, se apagar. Os meus temores quanto a um eventual "final" de sofrimentos punitivos afinal não se revelaria assim tão estrondoso (no meu sonho, recordo) quanto ao arautos e o lore popular/religioso nos tem incutido e tudo se resumiu àquele espectáculo de luzes. Quando "acordei" (ainda no sonho, sim) estava na rua, em pleno dia, num jardim da cidade onde nasci; tudo normal como se o mundo não tivesse feito um reset. Não sei como é com as outras pessoas, mas o meu "fim-do-mundo" foi assim, calmo pacífico e luminoso.

Depois acordei.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

What Are Your Influences? (é mais ou menos isto)

De acordo com a banda dos quatro gatos de feltro: feltworth.
"(...) Now they work for free. They used to be a business and now they're Art". Santinho(s).


New Musik - A Map Of You

From A to B (1980). Recordando o meu percurso na Alemanha de 1980/81, em Hamburg.




Decide where you're going to
And how far you should go
Can't you see?
Don't you know?

You are here

Decide where you're coming from
Make your way passing by
Can't you see?
Don't you know?
You are here

You are here
You are here

Decide where you want to be
And arrive when you can
Can't you see?
Don't you know?

You are here

terça-feira, 3 de abril de 2012

Dum Dum Girls, Coming Down

Tema do 2º álbum das Dum Dum Girls (que de "dumb" nada têm), de finais de 2011, Only In Dreams.


"Se eu te mandar parar, páras!!..."

Já sabia da aventura que foi o primeiro "passeio" da mulher do João Barbosa, com este a pilotar o Corvette DP (Daytona Prototype) da Action Express Racing no último fim de semana de Janeiro deste ano em que se disputou a corrida de 24H na pista Daytona International Speedway, a primeira do ano do Campeonato GRAND-AM norte-americano, que o português honrosamente terminou em 3º da Geral.

A frase em título proferiu-a a mulher, à guisa de aviso (tão tipicamenmte feminino, quando toca a homens a conduzir), mas à velocidade máxima aproximada de 297,72 km/h (185mph) o caso, desta vez, talvez não tivesse sido para menos. Curioso, como mesmo assim consegui distinguir os guinchos femininos dos peculiares (e curiosamente similares) ruídos próprios do turbo nas passagens de caixa aquando das reduções que o piloto fazia, à entrada das curvas e depois nas acelerações.





quarta-feira, 28 de março de 2012

12 Hours of Sebring - TRACKSIDE (do lado de dentro)

Como será estar-se na pista durante um importante evento de desporto motorizado? Bem, agora ficar-se-á a saber com Trackside. Sem história, sem opinião, sem voz humana, apenas energia pura e excitação. Assim se ouvem, sentem e vêem os melhores carros de corrida do mundo, logo atrás do outro lado do muro de protecção.

What is it like to stand trackside at a major motorsports event? Well, now you know with trackside. No story, no opinion, just raw energy and excitement. This is what it's like to hear, feel, and see the best racing cars in the world, from just over the other side of the wall.