The Residents, Fingerprince (1977).
Viajo muito e ininterruptamente. Dentro de mim, principalmente (para mal dos meus pecados).
Aviso à navegação: é de esperar muita turbulência. Apertem os cintos.
IMPORTANTE: Não se devolvem bilhetes.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Sonhei com isto
| American Icon: the Hot Rod |
Série televisiva norte-americana de 20101/2011 de 13 episódios dedicada à história e evolução dos Hot Rod, um tipo muito peculiar de automóvel criado nos Estados Unidos, nos seus primórdios, pela transformação artesanal de velhos carros Ford (principalmente do Modelo T e B) nos anos 30 e 40 do século XX com a finalidade de competir (ilegalmente) com rivais em estradas públicas da California do Sul. O hot rodding acabou por transformar-se, de fenómeno de contra-cultura nos seus primórdios, em estilo de vida e numa arte a que nem todos na actualidade poderão ter acesso dada a natureza singular dos seus carros, construídos por pequenas mas importantes empresas especializadas, mediante encomenda de proprietários endinheirados.
A série tem passado entre nós no canal de cabo Discovery Turbo e eu começei há dois dias a rever as suas gravações, daí o tema se ter tornado paisagem onírica para esta pessoa, que se imaginou (?) a conduzir uma destas bombas numa qualquer estrada à beira do oceano junto ao qual reside...
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| Foto Dirk Behlau |
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| Desenhado por Bo Zolland |
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
O meu post mais estranho...
Admito ser o mais estranho que alguma escrevi, seja em que blog for. Faço-o por considerar que nenhum assunto é tabu, porque se trata de algo que algumas (muitas?) pessoas consideram... vergonhoso (?!), por se tratar, no fundo (desculpem) uma das razões da própria existência de quem ainda assim pense. A "origem" de tudo? Badalhoquice pura? Erotismo fácil? Nenhum dos anteriores? Sempre discutível afirmá-lo, mas o trabalho do artista britânico Jamie McCartney e o seu projecto "Great Wall of Vagina", a ser exposto a partir de 8 de Maio na Hay Hill Gallery (na Cork Street londrina), são bons pretextos para mais uma reflexão, agora de outra ordem, depois destoutro momento. O seguinte vídeo deve dizer o suficiente, para começar:
"Street Art e o que realmente importa"
A frase e subsquente raciocínio não são meus mas do Dalaiama, no seu blog, comparando a intrusão publicitária nos ambientes em que vivemos com a Street Art (ou Arte Urbana), o impactos de ambas e as críticas de que esta última é alvo normalmente (eu acrescentaria hipocritamente). Assino por baixo. Um bom tema de reflexão, que espelha a forma como temos (quase) sempre vivido em sociedade. Pensando bem nas palavras do artista, será que ainda alguém continuará a ver ambas da mesma forma como até aqui? Qual deveria realmente merecer a nossa crítica? Quem devíamos de facto condenar? Não estaremos a, mais uma vez, confundir o óbvio com o acessório? Pensem!
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
The Kills, The Last Goodbye
Retirado do mais recente trabalho do duo anglo norte-americano, Blood Pressures (2011), o clip da banda para The Last Goodbye, dirigido pela actriz Samantha Morton. Uma composição de imagens a P&B, captada numa cabina de fotos "a la minute", com uma aparente desconexão face à lírica da canção. Mas, escutem-na bem, os "adeuses" não se fazem destes momentos também? Para mim a metáfora é a do instantâneo que se torna perene pela captação de instantes (curioso conceito, considerando o tema) de algo que acabou (antes: acabaria?). Para 1ª incursão da actriz-realizadora numa quinta que não será a sua de corpo-e-alma, a da Música, considero que se saíu muito bem a dar corpo/objecto a um conceito que não será estranho a muitos de nós.
It's the last goodbye I swear
I can't rely on a dime a' day love
That don't go anywhere
I'll learn to cry for someone else
I can't get by on an odds and ends love
That don't ever match up
I heard all you said
And I took it to heart
I won't forget I swear
I have no regrets
For the past is behind me
Tomorrow reminds me just where
Can't quite see the end
How can I rely on my heart if I break it
With my own two hands
I heard all you said
And I love you to death
I heard all you said
Don't say anything
It's the last goodbye I swear
I can't survive
On a half hearted love
That will never be whole
Complemento o destaque com um regresso à realidade (?), a do outro plano da materialização da obra musical: o Making Of do mini-filme:
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Go the F*** To Sleep ao som do Samuel L. Jackson
Trata-se aqui de um livro editado em finais de 2011, escrito por Adam Mansbach, ilustrado por Ricardo Cortés, e um que tem um título tão mais delicioso (e directo) quanto o conteúdo dirigido ao adulto que há na criança que todos nunca deixámos de ser (how appropriate, considering the day). Aqui, um pequeno excerto cantado por esse grande Mestre Jedi que foi o Mace Windu... ai (perdoem-me que já me troco todo), quero dizer pelo actor Samul L. Jackson.
P.S.: Não façam caso das letras explícitas (deixem de ser hipócritas, pá); elas são mesmo assim.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Tindersticks, A Night So Still
Tenho estado a ouvir o mais recente trabalho dos Tindersticks, The Something Rain (2012), e ainda não encontrei um tema de que não gostasse (é obra mas neles não é de admirar). Uma amostra:
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Onde está...??
Onde está o Wally? Onde está o Waldo? Não sei. Mas sei que neste cenário do porto espacial de Mos Espa no planeta Tatooine já vi o Mr. Spock, o Doctor Who e a sua Tardis, o Batman, uma minifigura de LEGO, aquele adereço psicadélico tipo foguetão com bolas de cera (vulgo lava lamps), o Bart Simpson, uns recorrentes gatos que me parecem personagens de uma BD do Moebius (será Le Garage Hermétique de Jerry Cornelius, ou o John DiFool no Incal?), um boneco (action figure) do Super-Homem, a face do personagem principal do Scream (Ghostface), um Battle droid do Episode I (que nunca chegou a pôr os membros em Tatooine, nos filmes, quero dizer; idem para um Ewok), um graffiter a escrever (mal) "Wompa" (devia ser Wampa) no flanco de um Dewback, um Predador, uma lata de caranguejo do álbum do TinTin O Caranguejo das Tenazes de Ouro, o cyborg T-800 da série O Exterminador, uns 2 bonecos que parece terem saído de um dos filmes de Myiazaki e um dinossauro de brincar.
P.S.: Descobri entretanto os bonecos dos personagens principais de O Feitiçeiro de Oz.
P.S.: Descobri entretanto os bonecos dos personagens principais de O Feitiçeiro de Oz.
Tudo resultado (muito bom, a meu ver) do trabalho do escritor, ilustrador e cartoonista Ulises Farinas, que desenhou este mural polvilhado de várias referências à FC de origens outras que não Star Wars. Se alguém descobrir algo mais, agradeço comentário. :)
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
São árvores, é art&ntervenção, são graffiti. Tudo em: "Dalaiama On Trees"
Gaita, espero com o meu título ter dito... tudo. Seja como for, vejam-se os vídeos que o Dalaiama hoje colocou no seu blog (visitem-no, sim?):
P.S.: Lá vou eu andar (ainda mais...) de cabeça no ar a ver se desencanto alguma destas placas...
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Não fui talhado...
Expressão popular para identificar-me nesta falta de propensão para a repetição e o automatismo — uma não suporto e a outra incomoda-me. Não fui criado para conviver com o rame-rame imparável, daí estar numa quase constante ebulição (a maior parte das vezes mental).
Podcast: Proggy Style Radio Show (me on it)
A propósito deste episódio, ouvi hoje que o meu amigo Charlie O'Mara dedicou-me na edição #117 o tema Paper Monkeys, também título do álbum mais recente dos Ozric Tentacles. Repito o que antes aqui escrevera: para fãs do género são imperdíveis estes podcasts Proggy Style Radio Show — e não o digo por lá ter sido referido por duas vezes (e desta feita ele ter dito o meu nome na perfeição! :) ).
Aqui deixo o tema em escuta no podcast mais bem humorado e descontraído dedicado ao Rock Progressivo de ontem, de hoje e de sempre e, de seguida, uma vídeo-entrevista dada pelo casal (Ed e Brandi) Wynne a propósito deste seu novo trabalho. Por partes: Paper Monkeys, Ozric Tentacles. Take it awaaay!!....
A entrevista...
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Star Wars: Cartazes de viagem
Quem adaptou o imaginário do poster de viagens à realidade de Star Wars foi o artista Steve Thomas. Ei-los (vendem-se e alguns deles já esgotados):
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