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| foto Schirn Circle |
Viajo muito e ininterruptamente. Dentro de mim, principalmente (para mal dos meus pecados).
Aviso à navegação: é de esperar muita turbulência. Apertem os cintos.
IMPORTANTE: Não se devolvem bilhetes.
sábado, 31 de dezembro de 2011
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
À procura de vida extraterrestre (em Marte)
Confesso a minha fandom por infografias. Especialmente por congregarem aquele ditado da sabedoria dita popular que reza que "Uma imagem vale mais que mil palavras", juntamente com um texto condensado, preciso e directo ao(s) assunto(s). Uma complementaridade que me agrada, deveras (repito). O destaque de hoje vale adicionalmente por abordar alguns dos temas mais queridos à Ciência e à Ficção Científica e também à sabedoria popular, que perpetuou a fama do tema com o seu interesse. Marte e extraterrestres são (mas reconheço que já o foram mais) assuntos que despertam inmediata reacção de que as ouça ou leia. Esta que agora vos trago foi inicialmente publicada no Scienceline.org, citado pelo Geeks are Sexy, e intitula-se A Busca pela Vida em Marte – uma história de expoloração, especulação e ideias estranhas. Pessoalmente acredito que os Homenzinhos Verdes na realidade são amarelos-pálido...
O Futuro como nunca aconteceu
Sempre senti uma atracção especial pelas representações (melhor: antecipações) desenhadas por artistas tentando dar-nos visões do "Futuro". Umas mais certeiras que outras, ou assim não tão divergentes quanto se possa pensar, todas denotando esforços em serem diferentes do seu presente sem alguma vez o conseguirem alterar (esconder?) o suficiente. É o caso das 18 ilustrações nos anúncios da metalúrgica Bohn criados por alturas dos anos 1940 do séc. XX, reunidas sob o tema "Visions of the Future".
Frank Zappa, Los Angeles 1976 (by Norman Seeff)
E aqui está outro homem que sempre admirei, desde que o começei a ouvir em 1973. Francis Vincent Zappa. Deus o tenha em descanso (ou a infernizar os santinhos tocando guitarra com o seu conhecido abandono genial).
While you're at it, aproveitem e explorem o restante trabalho fotográfico do não menos icónico Norman Seeff.
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| Los Angeles, 1976, fotografado por "Norm" Seeff |
While you're at it, aproveitem e explorem o restante trabalho fotográfico do não menos icónico Norman Seeff.
Balanço de 2011
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| Foto Marlo M. (Mokule'ia Beach, Oahu's North Shore) |
Pelo que já li noutros blogs (honestamente não pecisava porque já ando nisto há anos, mas apeteceu-me começar o post assim...) parece que é chegada aquela altura do ano (e um ano não significará para todos necessariamente aquele período que se inicia a 1 de Janeiro) em que é suposto se fazerem balanços. A tarefa, convenhamos, é bem mais fácil para quem mantenha um blog temático. No meu caso, em que o tema único é a falta de tema, tal procedimento é bem mais difícil de seguir. A fazer balanço, qual escolher de entre os vários assuntos abordados? A não me decidir por algum talvez me reste falar do autor (eu, pois). Pensando bem, prefiro manter os leitores casuais tão longe quanto possível dos detalhes mais sórdidos daquilo que para mim representou este 2011 (sim, foi assim tão mau-zito). Resumamo-lo dizendo (escrevendo) que, como os anos anteriores, este foi mais um de grandes mudanças pessoais, algumas das quais ainda estou para perceber com que objectivo ocorreram (ou porque, ou para que ocorreram). Para já, o sabor que delas fica é extremamente, dolorosamente, amargo. Não gosto. Não gostei do resultado (note-se como não registo aqui qualquer tipo de "culpas" no cartório pelo [não] sucedido). Mas como não quero ser totalmente negativo (ou verberador) termino este texto com a firme e sincera esperança de que 2012 possa vir a ser um ano de viragem para uma direcção que me satisfaça mais e me permita ser uma pessoa plena. Sirva-se-me lá então o 2012 e depois, se ainda cá estiver daqui por um ano, logo se verá no que deu.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Mulheres jogadoras: um manifesto
Não falo de quem joga por vício ou no sentido pejorativo da palavra "jogar". Volto ao tema de um meu post anterior, divulgando o Gamer Girl Manifesto. Digam-me o que dele pensam. Por mim estou completamente de acordo com o dito. Diferença sexual não é poder mas pode ser afirmação. E bons princípios.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Como sobreviver a um ataque de zombies
Natal e ataques de zombies têm tudo a ver (ninguém duvide). A pensar nisso e porque eles andam aí, há que estar preparado para toda e qualquer eventualidade que os envolva nesta época dita "natalícia". Porque não queremos ser apanhados desprevenidos, aqui deixo uma útil, porque instructiva, lição intitulada A Very Zombie Holiday (Instructional video) salientando alguns procedimentos básicos de salvaguarda contra todos aqueles que nos queiram papar as carnes ainda mais que nós, esfomeados e gulosos, queremos atacar aquele suculento perú com castanhas. Lançemos mãos ao alto para as quatro do Team Unicorn, sem cuja contribuição estas festas seriam bem mais inseguras. Armemo-nos, que eles querem comer-nos. Comer-vos.
Festas Felizes (se eu ainda fôr a tempo...)
sábado, 24 de dezembro de 2011
Samurai Star Wars
Star Wars/Guerra das Estrelas assume importância tal que se imiscui em todas as facetas da cultura. Nem o Japão feudal e os seus Samurai escapam à influência daquela galáxia muito, muito distante. Via Retronaut ficamos a ver de que forma ela se materializou pelo desenho e cor do artista Steve Bialik.
Dois pormenores interessantes (e que poderão escapar aos não iniciados na saga) são o tipo de letra em que são escritos alguns caracteres (o Aurebesh; apesar de que me parece que as letras foram escolhidas aleatoriamente) e a forma dos carimbos com os símbolos no canto superior esquerdo, que identificam as facções às quais cada personagem pertence — nas imagens que escolhi são, respectivamente, os Madalorianos, o Império e a Rebelião; neste caso e a meu ver, o símbolo foi mal escolhido por associar Yoda e Obi-Wan Kenobi à posterior Legacy Era e não exactamente ao enquadramento mais normal de ambos ao serviço da Aliança, no período clássico que lhe é anterior. Seja como for, o trabalho gráfico e a respectiva composição estão excelentes e a uma primeira vista estou certo de que o espectador nem sequer se aperceberá da conexão imediata.
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| Boba Fett |
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| Darth Vader |
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| Yoda |
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| Obi-Wan Kenobi |
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
O amor é lindo
Parece uma daquelas frases feitas, lamecha, inconsequente. Mas por acaso não é (esse o sentido que lhe quero dar). Acrescentaria, mesmo, que o amor é intemporal. Isto veio à minha cabeça a propósito do filme argentino "O Segredo dos Seus Olhos" (Juan José Campanella, 2009, justo vencedor dos Óscares de 2010 na categoria de Melhor Filme Estrangeiro). Vi-o há um par de dias em gravação na box do cabo. Um crime e uma história de amor que, afinal, encerra outra, talvez a mais importante, verdadeira história do tal amor lindo — a expressão causa-me alguma estranheza, confesso — e tão eterno quanto humanamente possível, porque não vivido senão dezenas de anos depois mas nunca tendo deixado de lá estar. Deu-me que pensar. Estas histórias de encontros e desencontros, vistas no cinema mas também lidas, tocam-me de alguma forma. Revejo-me nelas e delas alimento uma parte da minha experiência. Pensando bem, o amor não é lindo. É estranho...
Talk to me baby
Tell me what you’re feeling
You say you don’t need to go
Don’t you pretend you didn’t know
I wanted this forever
Girl I saw it in your eyes
And baby I can read your mind
And expectations were not insight
You knew that talking dirty to me on the floor would get me here
Cause we both wanted to do this but I could tell that you were scared
Cause you thought there was more to us but you knew how this would end
It’s gonna end how you expected girl you’re such a masochist and I ask why
And you reply
I like the thrill
Nothing’s gonna make me feel this real
So baby don’t go home
I don’t wanna spend tonight alone
Baby please
Would you end your night with me
Don’t you leave me all behind
Don’t you leave my little life [x2]
No no no no no[x6]
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