terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Rêve ou o sonho francês da MANIAMANIA

The third collection from MANIAMANIA called 'Rêve' meaning dream in French, is inspired by the late Vali Myers, an Australian artist and vagabond gypsy who roamed around the world as a free spirited dancer in the underworld of a post war Paris, then later becoming an artist and muse to many icons of our time, such as a young Patti Smith and Mariane Faithfull. She drifted the world from Positano to New York's Chelsea Hotel.


This film is directed by Barnaby Roper and features Abbey Lee Kershaw.



Rêve from MANIAMANIA on Vimeo.

O mundo de 2011 em LEGO

Sendo muito sensível ao tema LEGO não posso deixar de aqui destacar o slideshow que o britânico The Guardian apresenta hoje na sua página online com a reencenação com minifiguras LEGO de alguns dos principais acontecimentos e personagens que fizeram notícia em 2011.


Ozric Tentacles: por detrás da prenda

Quase todas as prendas que recebemos têm por detrás uma história. Pelo menos quero assim acreditar; gostava que todas elas significassem algo, para o presente e para o futuro, ligando indelevelmente quem as dá a quem as recebe. É o caso do disco de que vou falar. Para começar, foi completamente inesperada a sua oferta, o que a torna ainda mais singular e importante. Tudo nasceu de uma troca de tweets com um dos mentores do podcast Proggy Style Radio Show hospedado no site Silhobbit.com, um dos que sigo na área do Rock Progressivo (passe a publicidade, justíssima, deixo aqui a dica de o passarem também a seguir). O mais curioso foi que aqueles tweets começaram com uma conversa sobre futebol, o Benfica e o Manchester United. Palavra puxa palavra (perguntei se o próximo podcast iria mencioná-la) e o Charlie O'Mara disse que "provavelmente" e pediu-me que sugerisse um tema musical para acompanhamento. "Discos pedidos" no Prog são para mim uma novidade mas lá avançei alguns nomes de bandas que gostaria de ouvir no programa e que nele têm sido pouco divulgadas (das clássicas às actuais). Das bandas mais recentes e ainda no activo, os Ozric Tentacles foram a minha escolha imediata. E dispara logo o Charlie "Eu tenho o álbum mais recente deles! Queres?" Atendendo a quão obscura a banda sempre foi (e logo em Portugal...) e como é difícil encontrar nas lojas físicas seja o que fôr das suas edições discográficas (apesar de que com com este já perfazem 14 os CDs que possuo da sua extensa discografia de 28 álbuns) a pergunta caíu como se se perguntasse a um cego se queria ver... E, passados uns dias, aterrou no nosso país a minha edição do 28º álbum dos Ozrics, acrescida de todos aqueles condimentos que a tornam ainda mais deliciosa.

Passando para o trabalho propriamente dito, lançado no passado mês de Outubro, Paper Monkeys não desilude os indefectíveis da banda. Desde 1983 que a sua configuração original passou por várias alterações mas sempre conseguiu manter o estilo que lhe é característico, tanto melodicamente quanto ao nível das influências que por ela passam, no seu psicadelismo mesclado com electrónicas (nuns temas mais evidentes que noutros), a sempiterna batida Reggae de que nunca se descolaram completamente, bem como da sua reinterpretação daquilo que se conheceu como Space Rock nos anos de 1970s numa fusão que posso apelidar de original (recordo que começaram desta forma já nos idos de 1983), de que saliento a acidez da guitarra do mentor Ed Wynne. Está tudo (ainda) neste trabalho de nove temas e 61 minutos de duração naquilo . Em sentido estrito e absoluto não se ouve inovação por aqui, "apenas" o continuar de algo que o quarteto domina e entrega com honestidade e virtuosismo. Para mim, nada mais se pode pedir de uma das bandas da área do Prog que mais agitaram a minha experiência musical na área desde os clássicos dos anos 70 do século XX. Para uns a justificar uma fidelidade sem remissão e, talvez para a maioria dos portugueses, uma surpresa a descobrir numa viagem de múltiplos e psicadélicos sabores. E venha de lá o próximo!

Em jeito de exemplo e para aguçar um pouco o (vosso) apetite, a faixa nº 4, "Knurl"...





Moleskine® Star Wars™: já tenho o meu

Comprei há dias o caderno Moleskine pautado (o da direita, com o campo de estrelas em viagem pelo hiperespaço). Desde então tem sido companheiro inseparável e um dos locais onde verto os meus escritos. Coitado, eu sei que isso não se faz, especialmente atendendo ao teor dos ditos...

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Os 20 Melhores Memes de 2011

O que faz um meme? Alguém que analise as causas que eu agora não tenho tempo. Direi apenas que em alguns casos será o mau-tão-mau-tornado-bom e que, no fundo no fundo, 90% do que hoje se passa na Web não passará de um gigantesco meme (definição portuguesa do conceito)... Whatever.


E porque os cartazes de antanho nunca fizeram juz aos videojogos...

Este é, sem dúvida o título mais longo que aqui escrevi mas para mim faz todo o sentido. Inspirei-me no artigo Video Game Ads, 1980s / 1990s que me fez recordar de como então os anúncios dos jogos de vídeo em nada tudo faziam para enaltecer e fantasiar (passe a expressão...) o que realmente se obtinha, visualmente falando, ao colocar o respectivo cartucho/cassette na consola do momento. E talvez por isso mesmo, os anúncios foram o que mais permaneceu na memória colectiva. Sinais dos tempos ou uma das provas de que a propaganda senpre serviu para enaltecer o que não é? Eis alguns exemplos...





Dali e a sua Alice no País das Maravilhas

São 13 as ilustrações que Salvador Dali criou em 1969 para a edição que a Random House então publicou reflectindo a sua inspiração nos doze capítulos da obra de Lewis Carroll. Além da já conhecida estranheza de que vive (e marca) a obra literária (mascarada de conto [pseudo] infantil), esta reinterpretação visual do pintor catalão, que incluíu alguns dos elementos que são quase imagem-de-marca no surrealismo da sua obra plástica, revela-nos algo de, a uma vez, ainda mais onírico e quase orgânico a que não é de estranhar a omnipresente insistência na representação mais ou menos evidente de insectos. Aqui deixo alguns exemplos:

Frontispício

1. Down the Rabbit-Hole

2. A Pool of Tears
3. A Caucus-Race and a Long Tale

No seguinte vídeo podemos ver os detalhes da edição impressa e aspecto geral do conjunto posto naquele ano à venda pela editora.




Todas as restantes imagens a ver no artigo do sítio La Boite verte.

Em jeito de balanço

Por insondáveis (e impartilháveis) motivos a minha vida deu voltas e reviravoltas nos últimos meses. Pelo meio muita coisa tive de aprender (à minha custa).Várias pessoas que comigo privaram durante esse tempo testemunharam aquilo que fui e senti. Nunca escondi as várias batalhas e demónios (interiores) que então enfrentei. Hoje posso afirmar que foram combates que perdi em toda a linha e ordem. A minha vida mudou mas não está muito melhor do que estava então. Lições há que me foram apresentadas mas das quais pouco consegui retirar como conclusão. Deverei ser mais impermeável a elas do que gostaria. Quem sabe um dia. Por aquelas pessoas (sem excepção), e dos amigos que entretanto conquistei, sinto uma imensa gratidão pelos conselhos e opiniões que comigo generosamente partilharam e pelas experiências que nunca me negaram. Não planeei o que, nem como, vivi, durante os quase vinte meses que decorreram desde que o meu mundo iniciou a sua transformação. Hoje concluo que tinha de passar pelo que passei para que hoje aqui pudesse falar livremente. Não deixo, apesar de tudo, de me considerar enriquecido por todas as memórias que fizeram (e nunca permitirei que deixem de fazer) parte de mim durante aquele período. São marcas indeléveis do meu ser e que retenho e recordo ao escrever estas palavras no caderno para o qual as verto, nesta minha típica letra apressada e urgente. Tive de me afastar de muitas "realidades", perdendo-me um pouco do caminho que traçara até então, para que me pudesse ver de fora. Nem sempre (alguma vez??) gostei do que (me) vi... E por isso tentei ser melhor em certos aspectos da minha maneira de estar. Admito não ter ainda melhorado parte deles mas mesmo assim os principais foram modificados e corrigidos. Mas mesmo tendo melhorado, alguma insegurança e auto-crítica (excessivos?) ainda permanecem em alguma medida e dimensão. Tenho de os combater.

Já vivi e passei por muita coisa, nas dezenas de anos que me foram dadas até hoje para experienciar o que é estar vivo e ser-se pensante. Tive oportunidade de dar vida por quatro vezes (três delas materializando-se em descendência e a outra ao ter ajudado a iludir a morte de uma pessoa que me era completamente desconhecida). Além deste passado, sei que a continuidade do viver (enquanto viver) me irá dar muitas mais chances de encontros com o imprevisto e de ganhar novas experiências. Acredito que todas elas serão partilhadas com quem comigo estiver a percorrer este caminho e que todas elas me irão enriquecer como ser humano.

Propositadamente, repito, me mantenho críptico quanto aos detalhes que contornam o que está por detrás do que aqui sinto vontade de escrever. Alguns dos que o lerem saberão reconhecer a que eventos e tempos me refiro. Para esses — sem excepções — repito a minha sincera, permanente e profunda gratidão por tudo o que foram e representaram e partilharam durante aquele percurso acidentado. Todos me marcaram, mesmo aqueles que de alguma forma se apartaram da minha vida. Especialmente estes, mantê-los-ei bem junto ao coração. Nunca se sabe as voltas que a vida dá (lugar-comum) e para eles aquele espaço existe, à sua espera. Até ao virar das esquinas da Vida, a todos vós.

Memórias 1.0

— "Somehow I feel close."
— "I feel close too."

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

(The Freaks) // The Loner

Curioso, este vídeo musicado pelos sul-coreanos 얄개들 (the Freaks), passeando-nos voyeristicamente pelos dias de um solitário e o seu parceiro animal, numa perspectiva visual isométrica evocativa de alguns videojogos. O próprio estilo de animação, as cores empregues e a aparente simplicidade do desenho formam um conjunto que nos remete para a metáfora solidão-jogador de vídeo. Da música da banda apenas posso dizer que se encaixa perfeitamente no tom lento e compassado do aborrecimento individual. Pessoalmente tenho pena do porquinho...



Video vi@Tympanogram

Percursos de vida

Hoje ocorreu-me falar deste tema. Estava na banheira a tomar duche quando me surgiu assim do nada — há quem cante debaixo de água, eu filosofo e penso… na Vida. Nunca li seja o que for sobre “percurso(s) de vida” nem mesmo consultei a Wikipedia, por isso vou aqui deixar o que eu acho sobre o assunto.

O percurso de vida é assim, tipo, como que andarmos num passeio no qual os incautos se arriscam a pisar o cocó que os outros deixaram para trás. Isto, claro, só acontece aos mais distraídos. Os mais atentos gabam-se de ter feito um percurso sem incidentes nem necessidades de limparem os pés no capacho que pode ser as costas de alguém (também estes a percorrerem o seu próprio caminho). O percurso de vida, tal como o vejo, é uma inevitabilidade. Desde que se nasce até que nos finemos, todos fazemos uma espécie de balanço daquilo que foram os resultados das nossas escolhas, ou falta delas. É isso: ele é sempre pensado em termos de Passado. Nunca (ou raramente, vá) as pessoas pensam nele em termos do Futuro. “O que virei ainda a percorrer? O que estará perante mim e como lidar com isso?”

Eu sou dos que se inclui no primeiro grupo, na maior parte do tempo, embora admita que também tento avançar o bio-relógio para ver o que poderei “ser”, ou o que me poderá esperar ao virar alguma esquina da vida. Mas é quase sempre uma tentativa falhada. É mais fácil, admito, olhar-se para trás e chegar a uma série de constatações sobre aquilo que fomos e por que já passámos até ao momento em que pensamos nisso. O meu? Não me orgulho dele, se considerar os anos mais recentes (uns dez, doze). Digamos que me fartei de pisar cocó e só “agora” olho para a sola dos sapatos! É que nem a merda me cheirou, a não ser quando parei um bocado — finalmente! — e comecei a olhar à volta. Como não sou daqueles que limpam (nunca consegui nem tentar) as solas em costas alheias, para usar a imagem que acima criei, não tive outro remédio senão olhar para a coisa de frente e tomar decisões. “OK, o que podes fazer para limpar a porcaria?” Ora aqui reside outra parte chata do “percurso de vida”: quando se pensa nele, versão ‘Passado’, é quase sempre para lamentar alguma coisa! E parece que só tem sentido depois de acontecer… Além do mais (terceira chatice associada) serve quase sempre para que terceiros, estranhos mesmo, nos avaliem! “Fulano-de-tal teve um percurso de vida x e y…” dito assim, em conversas de corredor, como se estivessem num velório. Arrepiante, é o mínimo que posso dizer para classificá-lo.

Decidi há já algum tempo que ia mudar este estado de coisas. Doravante e sempre que, no chuveiro ou noutro local, me puser a pensar no (meu) “percurso de vida”, quero fazê-lo com a consciência de que fiz as minhas escolhas mas que me mantive devidamente atento ao trilho e, muito mais importante, consciente de que na vida os percursos não se fazem sozinhos. Há sempre alguém ao nosso lado, alguém que nos ajuda a valorizá-los e que os (e “nos”) enriquecem. O meu “percurso de vida” jamais será o mesmo, quando nele pensar daqui a uns anos. Mas sei que vai ser bem melhor que o anterior.

Aquele


Sempre fora um sonhador. Tão virado para fora que não saía dentro de si próprio. Sempre tão absortamente ausente do que o rodeava e, no entanto, alerta ao que o rodeava. Explicá-lo é apenas parte do problema. Do desafio que é o seu ser. Não fazia de propósito. Nunca o fez (disse). Era tudo mais forte que ele, como se fosse uma criança que, sempre inocente, se deixasse encantar pelo que o rodeava a ponto de se abstrair precisamente do que o rodeava. [como se vê, eu próprio tenho dificuldade em explicá-lo]

Nasceu com um nome sagrado, da Trindade. Nunca lhe deu importância. Um nome é apenas um nome. Palavras que se associam a uma pessoa, para a identificar. Apesar de o achar curioso, nunca quis saber os detalhes da razão da sua escolha (tinha estes rasgos de minimalismo desprendido). Qualquer coisa a ver com uma história de família do avô materno. Mesmo assim, o sagrado sempre o atraiu. Talvez por sentir que não pertencia a esta realidade, na qual se movimentava pouco à vontade. Não era “religioso” (apesar de baptizado) mas sempre sentira uma reverência — uma atracção? — por tudo o que era divino, misterioso. Isso era algo que o tirava do seu presente. Adorava embrenhar-se nos mistérios que cercavam o oculto. Sentia-se atraído para ele. Mas nunca teve pretensões, ou se deixou transformar (achava ele), por isso. Estranhamente, por vezes até dava a entender exactamente o oposto. Que não ligava a essas coisas. Outra estranheza da sua personalidade conturbada.

Achava, algo frustradamente, como todos os demais, que estava cá por alguma razão, mas que simplesmente ainda não descobrira qual seria. Já tinha vivido umas dezenas de anos (não era fisicamente jovem) mas, talvez finalmente (desabafava de si para si) e até o seu agora, a vida tinha sido uma espécie de encadear de eventos, alguns deles estranhos à sua vontade, outros que lhe iam surgindo à frente como uma espécie de ordem-natural-das-coisas. Algumas das vezes, mesmo, achava que tinha sido conduzido até eles um pouco contra a sua vontade mas tinha-se deixado ir, lamentava-o agora. Afirmação era algo que também não dominara a maior parte da sua vida até então. Passividade? Comodismo? Poupança de energias? Fatalismo? Desinteresse? Um pouco de todas, ao que lhe parecia, pensando em retrospectiva. E não gostava de chegar a essa conclusão. Quem gostaria de admitir que pelo menos metade da sua vida até ao momento poderia ter tido um rumo completamente diferente, se tivesse tomado outras atitudes e decisões?

Nunca tivera paixões. Dignas desse termo. Nem namoros dignos de registo (apenas um; talvez). Nunca lhes tinha sentido a falta, ou impulso para. Tudo o que tinha à volta (e o que construía mentalmente) bastava-lhe. Até neste aspecto tivera um percurso pouco comum. Sempre absorto em algo. Como que à procura nem sabia bem do quê. Casou-se e teve filhos. De novo, a “ordem-natural” a impor-lhe um rumo. Mas a partir de determinada altura (tarde demais?) percebeu que as coisas não andavam bem. Teria aberto finalmente os olhos? Ter-se-ia visto de fora e não só de dentro para dentro? Como teria começado (não se apercebera) o princípio de um fim na sua vida? Nunca o soubera, exactamente. Estas coisas não surgiam de uma linha precisa, como a partida ou a chegada de uma corrida. Desistira de o entender, de o buscar, esse momento de viragem. Mas seria algo de congénito? Talhado para falhar? Ou destinado a rever-se de "fora", para melhor apreender e valorizar o "dentro"? Pensava no futuro...

Entretanto, os dias (os anos) iam passando. Teve filhos. Amava-os muito. Eram o seu orgulho. Dedicara-se muito a eles e a quem dera tudo de si. Tinha uma relação com eles, não do habitual pai-para-filho, mas mais como de um irmão-para-irmão. Não eram seus filhos. Eram os irmãos que nunca tivera e tanto desejara. Se os tivesse tido sentia que poderia ter sido outra pessoa. “Melhor”, pensava. A solidão da infância tinha sido outro peso com que tivera de lidar, especialmente depois de, muito cedo (demasiado cedo), ter saído da vila que lhe era familiar e onde tivera verdadeiros amigos. Amigos com quem fora perdendo o contacto com o passar dos anos. A partir desse momento, marcante, quase que desistira de os cativar, criar relações daquelas que todos gostariam de ter, íntimas, verdadeiras e duradouras. Relacionava-se com os colegas de trabalho, durante o trabalho, e pouco mais.

Como se vê, ele via o mundo sob uma luz algo negra. Enfim, cinzenta, digamos. Mais uma razão para dele se alhear, vivendo no seu próprio, bem mais luminoso e adaptável às suas vontades. Tentando manobrar minimamente bem no mundo dos outros. Um actor num teatro que não era o dele, mas de onde não conseguia sair depois de o encenador o lá ter colocado...

Quando era menino, na instrução primária, detestava fazer as então chamadas “redacções”. E no entanto aqui está ele a escrever estas palavras.
De si próprio.
Hum… Que prazer é escrever…

Hate2Love_Love2Hate

vi@ pulsar's thoughts

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

"This shit's got to go", Jacque Fresco

Concordo inteira e inabalavelmente com Jacque Fresco. A consciência colectiva da humanidade precisará de mais o quê para despertar do seu torpor? Para despertares, tu e eu, deste torpor em vivemos, assistindo impávidos (a maioiria) a todo o desabar que ocorre à nossa volta?? Há muitos anos, já, que ouço os cacos a cair no chão. E tu??


As pinups Star Wars de Joey DeMarco

Aos fãs de Star Wars, de mulheres, de pinups e de tudo o mais que as seguintes imagens possam evocar(-vos) aconselho a visita ao álbum que Joey DeMarco partilha em duas páginas. Pessoalmente gostei muito dos uniformes... :p