Acabei de receber um email informando ter sido escolhido para participar dos testes de esforço aos servidores onde correrá o jogo online Star Wars™: The Old Republic™ Beta. Conforme se vê abaixo, é-se obrigado a manter confidencial toda a informação com a qual me venha a cruzar, e assim abster-me-ei de revelar o inrevelável. Mal posso esperar pelo dia em que o jogo esteja online e disponível para todos os interessados.
Viajo muito e ininterruptamente. Dentro de mim, principalmente (para mal dos meus pecados).
Aviso à navegação: é de esperar muita turbulência. Apertem os cintos.
IMPORTANTE: Não se devolvem bilhetes.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Mercury Rev, Vermillion
An unseen force behind the turning leaves,
It drives them all vermillion and green,
You never gave up on me somehow,
And I don't know why I haven't turned by now
Ooh I know love that sounds impossible,
And some words are just so hard to say,
And there's times you feel unlockable,
And all you ever want,
Is someone to try... to open you up... and find a way inside
Don't ever say that you were wrong for me,
For you were always strong enough for three,
I never let you in my world somehow,
And I'm asking you to please, allow me now
Ooh I know love sounds impossible,
Some words are just so hard to say,
And there's times you feel unlockable,
And all you ever want,
Is someone to try... to open you up... and find a way inside
Truer skies beyond the swirling clouds,
The other birds they're off and flying south,
We'll have to make our own way there somehow,
I guess I'm asking you to please trust me now
Ooh I know love sounds impossible,
Some words just take so long to say,
And there's times you feel unlockable,
That all you ever want,
Is someone to try... to open you up... and to find a way inside
Someone to try... I want someone to try, I want someone to try, I want someone to try...
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Fases (fazes)...
De como reparo que este espaço tem estado a ser movimentado de uma foma pouco regular, resultado da turbulência pela qual o veículo tem vindo a passar. Mas, se acreditarmos em tal coisa, depois do tumulto virá o céu azul e as alvas núvens que, lá muito muito em baixo, tudo lavarão à sua passagem.
domingo, 6 de novembro de 2011
Tempo e evolução: as imagens em 4,5 anos
Fotograma a fotograma: a evolução de uma pessoa durante 4 anos e meio, entre 2006 e 2011. Um projecto curioso, apesar de não ser original. A mim este tipo de regosto(s) atrai porque o Tempo, sendo sempre e ainda um grande mistério para todos nós, tem a peculiaridade de no-lo fazer esquecer. E projectos destes recordam-nos que ele (Tempo) passa sem por vezes nos darmos conta...
clickflashwhirr, (o blog, com todas as fotos captadas naquele período) e o vídeo com a colagem dos auto-retratos:
clickflashwhirr, (o blog, com todas as fotos captadas naquele período) e o vídeo com a colagem dos auto-retratos:
sábado, 5 de novembro de 2011
Pin-ups: as fotos de Willy Hutch
Uma forma diferente de ver... pin-ups diferentes, no portfolio de Willy Hutch. Não se trata aqui, no entanto, de retratar a mulher sensual da forma tradicionalmente associada à pin-up. Neste caso, a Moda (um certo conceito de Moda), as poses e a própria mulher se transformam em algo de mais belo e complexo, algo original mesmo, que aquilo a que se está acostumado a associar àquele termo. Alguns exemplos:
Outros seus três álbuns a merecerem igual visita e admiração: Colours, Dark Pages e Fantasy.
Outros seus três álbuns a merecerem igual visita e admiração: Colours, Dark Pages e Fantasy.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Mas afinal que raio é o Twitter?
Conforme refere o autor original do artigo em tema, Mack Collier, se um leigo na matéria nos perguntasse (a quem o usa, obviamente) como definiria o que é o Twitter e para que serve, como o descreveria? Tentei fazer mentalmente o "exercício" e apenas falhei em duas das cinco categorias nas quais ele enquadra uma (possível) resposta.
O artigo chama-se So what the hell is Twitter anyway? e divide a definição nas seguintes categorias:
O artigo chama-se So what the hell is Twitter anyway? e divide a definição nas seguintes categorias:
- Twitter enquanto ferramenta de estabelecimento de contactos e partilha de informação (networking).
- Twitter como repositório de notícias.
- Twitter como o nosso motor pessoal de busca.
- Twitter como plataforma de colaboração em grupo (crowd-sourcing).
- Twitter como sala de chat.
Não vou repetir ou traduzir as razões de cada uma (para tal terão de seguir a página acima) mas chamo a atenção para os respectivos comentários, todos úteis e alguns deles próprios com as suas definições adicionais sobre o tema.
E para quem me lê? Como definiria o Twitter?
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
A Florence Welch em sessão fotográfica para a NME
O meu obrigado à I. por me ter feito chegar a página da revista New Musical Express contendo 30 fotos da principal figura dos Florence & the Machine (mais informação relacionada fazendo uma busca neste blog). Captadas entre 2008 e 2011, todas as fotos revelam algo da cantora/compositora. "Revelam" ou dão-nos que pensar sobre o que poderão revelar da sua personalidade. Deixo aqui apenas uma amostra daquelas que mais me tocaram. O conjunto total poderá ser visitado nesta página da NME.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Matt Stevens, Nightbus
Uma surpresa, este músico. Acabei de só hoje o descobrir por meio do podcast Proggy Style Radio Show regularmente publicado no Silhobbit.com do Charlie O'Mara e companhia. Concretamente falo da emissão #111 que recomendo como sempre, por este e outros motivos.
Matt Stevens é um músico e compositor independente do norte de Londres que começou carreira em 2008, e cujo trabalho já significativo pode ser seguido (e adquirido) no Bandcamp. Guitarrista, recorrendo principalmente ao modelo acústico nos seus trabalhos a solo, acompanhado de alguns loops discretos criados com um sampler, transmitindo lirismo na perfeição e em doses adequadas, sem cair em repetições. Echo de 2008, Ghost de 2010 e o recente Relic são os álbuns até ao momento. Recomendo vivamente a sua audição integral e gratuita online, com a possibilidade de aquisição, que é a forma mais rápida e prática de chegar até à obra física. Define-se como "Acoustic Experimental Instrumental Post Rock". Acredito e concordo, de certa maneira. Para mim resumem-se a "Progressivo" (mais sucinto e abrangente) e, não por acaso, já foi também comparado a Robert Fripp e aos Radiohead.
Concluo, antes de dois vídeos a abrir os apetites, com uma referência à suas participações na banda TheFierce&TheDead e como parte do duo Yonks. Teremos aqui um descendente o Mike Oldfield cruzado com Stanley Jordan?
Matt Stevens é um músico e compositor independente do norte de Londres que começou carreira em 2008, e cujo trabalho já significativo pode ser seguido (e adquirido) no Bandcamp. Guitarrista, recorrendo principalmente ao modelo acústico nos seus trabalhos a solo, acompanhado de alguns loops discretos criados com um sampler, transmitindo lirismo na perfeição e em doses adequadas, sem cair em repetições. Echo de 2008, Ghost de 2010 e o recente Relic são os álbuns até ao momento. Recomendo vivamente a sua audição integral e gratuita online, com a possibilidade de aquisição, que é a forma mais rápida e prática de chegar até à obra física. Define-se como "Acoustic Experimental Instrumental Post Rock". Acredito e concordo, de certa maneira. Para mim resumem-se a "Progressivo" (mais sucinto e abrangente) e, não por acaso, já foi também comparado a Robert Fripp e aos Radiohead.
Concluo, antes de dois vídeos a abrir os apetites, com uma referência à suas participações na banda TheFierce&TheDead e como parte do duo Yonks. Teremos aqui um descendente o Mike Oldfield cruzado com Stanley Jordan?
sábado, 15 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
"Culambismo"
Noto com desagrado que se tem desenvolvido muito em Portugal uma modalidade desportiva que julgara ter caído em desuso depois da revolução de Abril. Situa-se na área da ginástica corporal e envolve complexos exercícios contorcionistas em que cada jogador procura, por todos os meios ao seu alcance, correr e prostrar-se de forma a lamber o cu de um jogador mais poderoso do que ele.
Este cu pode ser o cu de um superior hierárquico, de um ministro, de um agente da polícia ou de um artista. O objectivo do jogo é identificá-los, lambê-los e recolher os respectivos prémios. Os prémios podem ser em dinheiro, em promoção profissional ou em permuta. À medida que vai lambendo os cus, vai ascendendo ou descendendo na hierarquia.
Antes do 25 de Abril esta modalidade era mais rudimentar. Era praticada por amadores, muitos em idade escolar, e conhecida prosaicamente como «engraxanço».
Os chefes de repartição engraxavam os chefes de serviço, os alunos engraxavam os professores, os jornalistas engraxavam os ministros, as donas de casa engraxavam os médicos da caixa, etc. ..
Mesmo assim, eram raros os portugueses com feitio para passar graxa. Havia poucos engraxadores. Diga-se porém, em abono da verdade, que os poucos que havia engraxavam imenso. Nesse tempo, «engraxar» era uma actividade socialmente menosprezada.
O menino que engraxasse a professora tinha de enfrentar depois o escárnio da turma. O colunista que tecesse um grande elogio ao Presidente do Conselho era ostracizado pelos colegas. Ninguém gostava de um engraxador.
Hoje tudo isso mudou. O engraxanço evoluiu ao ponto de tornar-se irreconhecível. Foi-se subindo na escala de subserviência, dos sapatos até ao cu.
O engraxador foi promovido a lambe-botas e o lambe-botas a lambe-cus. Não é preciso realçar a diferença, em termos de subordinação hierárquica e flexibilidade de movimentos, entre engraxar uns sapatos e lamber um cu.
Para fazer face à crescente popularidade do desporto, importaram-se dos Estados Unidos, campeão do mundo na modalidade, as regras e os estatutos da American Federation of Ass-licking and Brown-nosing. Os praticantes portugueses puderam assim esquecer os tempos amadores do engraxanço e aperfeiçoarem-se no desenvolvimento profissional do Culambismo.
(...) Tudo isto teria graça se os culambistas portugueses fossem tão mal tratados e sucedidos como os engraxadores de outrora. O pior é que a nossa sociedade não só aceita o culambismo como forma prática de subir na vida, como começa a exigi-lo como habilitação profissional.
O culambismo compensa. Sobreviver sem um mínimo de conhecimentos de culambismo é hoje tão difícil como vencer na vida sem saber falar inglês.
Miguel Esteves Cardoso, in "Último Volume" (1991)
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