Viajo muito e ininterruptamente. Dentro de mim, principalmente (para mal dos meus pecados).
Aviso à navegação: é de esperar muita turbulência. Apertem os cintos.
IMPORTANTE: Não se devolvem bilhetes.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
The Musical Box 2, "The Return of the Giant Hogweed"
Um clássico tema do Rock Progressivo, original dos Genesis surgido no LP "Nursery Cryme" (1971), aqui interpretado pela melhor banda de tributo aos originais, os The Musical Box. Instrumentos iguais aos originais da época, roupas e decoração de palco a condizer, apenas "Phil Collins" não era (à época) careca, nem o "Mike Rutherford" era canhoto. De resto... vejam e ouçam. Como bónus "ofereço" uma prestação de um live dos Genesis gravado durante o tour de "Foxtrot (Supper is ready)" em 10 de Janeiro de 1973 no "Le Club Bataclan" de Paris.
Porque é que este blog nunca terá "sucesso"...
Pela antítese destes "princípios". Excepto em algumas das alíneas. a) Sou sincero e b) procuro ao máximo evitar errar, ortograficamente falando, perdão, escrevendo. Quanto ao resto? Who gives a shit!
Pronto: está justificado o título deste post.
Pronto: está justificado o título deste post.

terça-feira, 2 de agosto de 2011
Frases
"I love to talk about nothing. It's the only thing I know anything about."— Oscar Wilde (cit. por um pardal no filme Breakfast on Pluto, Neil Jordan, 2005)
Copiar. Transformar. Combinar. Ou "Everything is a Remix"
Everything is a Remix é um projecto baseado na Web do cineasta nova-iorquino Kirby Ferguson e que consiste (até ao momento em que escrevo) em três videos, de um total de quatro, onde se analisa como surguiu a expressão "remix", uma arte popular iniciada no mundo da música (1), e até onde, nas várias áreas da criação — desde a escrita, a já mencionada música mas também o vídeo e o cinema —, se estendeu o conceito de remisturar (copiar, transformar, combinar, como refiro no título), impregnando-se em quase todas as actividades humanas. Apropriadamente, a análise centra-se maioritariamente na música e no blog do autor poderão encontrar as listas de bandas e temas que acompanham as suas palavras. O que, só por si, já constitui uma viagem assazmente aprazível para que aqui deixe o destaque. A versão em alta-resolução (formato MKV) dos vídeos pode ser vista e/ou descarregada daqui. A quarta parte está planeada para este Outono.
Pergunta(s): "remix" não será o que todos já fazemos ao tweetarmos, blogarmos ou criarmos, tout court? Ou talvez deva antes perguntar: até que ponto hoje em dia se pode ser verdadeiramente original, nesta época que se vive como que num verdadeiro tsunami informativo e de partilha global (e popular, tenhamo-lo presente) de conhecimentos?
Everything is a Remix Part 1 from Kirby Ferguson on Vimeo.
Everything is a Remix Part 2 from Kirby Ferguson on Vimeo.
Everything is a Remix Part 3 from Kirby Ferguson on Vimeo.
___________________
1) Como se pensa commumente. Vide explicação detalhada e documentada no vídeo nº 1.
Pergunta(s): "remix" não será o que todos já fazemos ao tweetarmos, blogarmos ou criarmos, tout court? Ou talvez deva antes perguntar: até que ponto hoje em dia se pode ser verdadeiramente original, nesta época que se vive como que num verdadeiro tsunami informativo e de partilha global (e popular, tenhamo-lo presente) de conhecimentos?
Everything is a Remix Part 2 from Kirby Ferguson on Vimeo.
Everything is a Remix Part 3 from Kirby Ferguson on Vimeo.
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1) Como se pensa commumente. Vide explicação detalhada e documentada no vídeo nº 1.
Mais um Podcast SW:TOR: Darth Hater
Outro dos podcasts que sigo, depois do Corellian Run Radio, é o do Darth Hater (já hoje aqui mencionado). O episódio mais recente, o 91, foi hoje disponibilizado e tem como tema Flashpoints, Operations and Voicemails. Um parêntesis para dizer que Flashpoints e Operations são em, Star Wars: The Old Republic, respectivamente, aquilo que nos MMORPGs de Fantasia se chama de Dungeons e Raids.
O factor "excitação"
Pois é, reconheço (nota-se, não se nota?) que o factor "Excitação" está a atacar-me e forte. Esperem nos próximos tempos alguns (muitos...) textos a propósito do jogo Star Wars: The Old Republic...
SWTOR Pro Tips - O comic de Darth Hater
SW:TOR não é (ou "não será") somente um jogo online. Alimenta e motiva muitas outras actividades criativas mais ou menos paralelas e o humor faz questão de ser uma delas. Só temos de o agradecer ao Steve Hamaker, o mentor do blog Darth Hater. Aqui vai o caminho para os cartoons "ProTips" a que me refiro. Merecem seguimento atento. E umas boas risadas.
Geek jokes, como já disse... [risos amarelos para todos os outros] ;P
Geek jokes, como já disse... [risos amarelos para todos os outros] ;P
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
SW:TOR cada vez mais perto. E um Podcast a seguir (Corellian Run Radio)
Star Wars: The Old Republic deverá surgir nas prateleiras dos mercados mundiais em Novembro, o mais tardar em Dezembro deste ano. E já está tudo a mexer, no reino dos MMORPGs e respectivos fãs da saga. Tratar da pré-compra (nunca percebi porque é que entre nós se chama a isto de "pré-encomenda", pois que duvido que os interessados em comprar façam, depois da "pré-encomenda" uma... "encomenda" e só depois a compra; atalhem caminho, gentes!).
Anyway (como se diz lá fora e melhor que em português), este post serve para divulgar um dos vários podcasts que já se vão perfilando nas listas de interesses dos futuros jogadores. Falo do Corellian Run Radio, uma bem disposta (dirigida só por senhoras, a Carla, a Kathy e a Roxanne). Notícias, debates, entrevistas e as "mexeriquices" próprias de geeks interessados em jogos de personagem online e Star Wars em particular. Que se afaste quem não se enquadrar em nenhum dos anteriores. Todos os outros irão adorar e seguir. =)
Anyway (como se diz lá fora e melhor que em português), este post serve para divulgar um dos vários podcasts que já se vão perfilando nas listas de interesses dos futuros jogadores. Falo do Corellian Run Radio, uma bem disposta (dirigida só por senhoras, a Carla, a Kathy e a Roxanne). Notícias, debates, entrevistas e as "mexeriquices" próprias de geeks interessados em jogos de personagem online e Star Wars em particular. Que se afaste quem não se enquadrar em nenhum dos anteriores. Todos os outros irão adorar e seguir. =)
Afinal não vim para fechar portas... =/
Pois é. Uns dias depois disto fiquei a saber que afinal não foi bem assim... O que me foi dito foi que vim para ser um guardião de portas (gaita! de novo a metáfora do porteiro, em variante da anterior versão).
Guardar portas, fechar portas, para mim vem tudo a dar no mesmo, se bem que guardá-las (tipo cão?) me pareça bem melhor que ter de as fechar. Talvez uma espécie de guarda-costas de políticos lusos?
Seja como fôr, vou investigar melhor qual o significado esotérico de se ser um "guardião de portas" (ou "da" porta.
P.S.: Se entretanto alguém me puder ajudar a entender isto, que comente que eu agradeço.
Guardar portas, fechar portas, para mim vem tudo a dar no mesmo, se bem que guardá-las (tipo cão?) me pareça bem melhor que ter de as fechar. Talvez uma espécie de guarda-costas de políticos lusos?
Seja como fôr, vou investigar melhor qual o significado esotérico de se ser um "guardião de portas" (ou "da" porta.
P.S.: Se entretanto alguém me puder ajudar a entender isto, que comente que eu agradeço.
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| "Doors" por Colin Thompson |
sexta-feira, 29 de julho de 2011
The Killing
Descanse quem me lê, que não estou a pensar fazer como aquele norueguês... (nem linko aqui o seu nome para que depois não me entre alguma agência anti-terrorista em casa. Googlem, que hão-de saber a quem me refiro) =p Falo da série americana de TV produzida pela AMC, baseada na homónima série The Killing, inicialmente surgida na Dinamarca. Uma primeira temporada na qual a investigação de um crime na maior cidade do Estado de Washington (Seattle) se arrasta (friso: arrasta) por 13 episódios de interesse e ritmo variáveis, representando outros tantos dias de actividade policial. Vi-os todos de um fôlego e os momentos *yawn* foram mais que muitos. De tal forma que estava a ver que, mesmo chegado ao ep. #13, nem assim ficaria a saber quem fora o assassino (spoiler: foi um homem, sim)... A dupla principal, Mireille Enos e Joel Kinnaman, está bem mas a insistência na caracterização da personalidade do agente feminino, Sarah Linden, adiando ad aeternum uma saída (anunciada) da polícia para se casar e estabelecer com o seu filho de 13 anos na cidade californiana de Sacramento, leva o espectador (eu) ao desespero. Melhor está o sueco Joel Kinnaman no papel de Stephen Holder, o contraponto e sidekick de Sarah, com a sua rendição de um polícia ex-Narcóticos promovido recentemente a detective de Homicídios, ainda a braços com os hábitos trazidos da sua actividade anterior. Alguma comicidade e aparente falta de jeito tornam-no num bom complemento para a mais cerebral e reservada Sarah.
A política e o papel dos políticos — o caso desenrola-se em plena campanha para as eleições para a presidência da Câmara da cidade — também é abordada na série e de forma não muito meiga (e mais não direi). Só por volta do episódio 8 (tarde, muito tarde) a série descola da modorra e convoluções em que os escritores a lançaram. E mesmo assim... Uma palavra final para o terceiro personagem principal da série: a insistente e sempiterna chuva que assola Seattle. Premonitória, a presença de tanta... água? Seja como for, face àquelas autênticas bátegas na cidade do noroeste norte-americano, Londres mais me parece o deserto do Sahara ao meio-dia de um mês de Agosto. Opções, de novo discutíveis.
Esta primeira temporada termina com um cliffhanger, numa espécie de reviravolta em jeito de pedido de desculpas pelo tempo ocupado a contar algo que se contaria, algures, num terço dos episódios "gastos"... Já está agendada uma segunda temporada e só rezo para que os argumentistas ponham os dois personagens principais a investigar e resolver a trama bem mais depressa. Apesar de tudo uma série a ver, se possível.
Dexter: volta depressa, que fazes falta! (além de estares perdoado)
A política e o papel dos políticos — o caso desenrola-se em plena campanha para as eleições para a presidência da Câmara da cidade — também é abordada na série e de forma não muito meiga (e mais não direi). Só por volta do episódio 8 (tarde, muito tarde) a série descola da modorra e convoluções em que os escritores a lançaram. E mesmo assim... Uma palavra final para o terceiro personagem principal da série: a insistente e sempiterna chuva que assola Seattle. Premonitória, a presença de tanta... água? Seja como for, face àquelas autênticas bátegas na cidade do noroeste norte-americano, Londres mais me parece o deserto do Sahara ao meio-dia de um mês de Agosto. Opções, de novo discutíveis.
Esta primeira temporada termina com um cliffhanger, numa espécie de reviravolta em jeito de pedido de desculpas pelo tempo ocupado a contar algo que se contaria, algures, num terço dos episódios "gastos"... Já está agendada uma segunda temporada e só rezo para que os argumentistas ponham os dois personagens principais a investigar e resolver a trama bem mais depressa. Apesar de tudo uma série a ver, se possível.
Dexter: volta depressa, que fazes falta! (além de estares perdoado)
Podia ser "natural" mas é péssimo...
Há pouco mais de onze anos vaticinaram-me um "você veio cá para fechar portas." (não me lembro se já aqui falei disto, ou não). A primeira vez que mo ouvi dizer perguntei-me se "isto deve será bom?" A resposta foi vindo pouco a pouco nos anos seguintes. Fechar portas tem muito significado subjacente, como vim ao longo destes anos todos a confirmar. Quando se fecha uma porta duas coisas podem acontecer: ou se fica do lado de dentro, ou do lado de fora da dita. Se, de tudo aquilo por que passei desde que mo disseram — e cada vez mais o sinto como uma espécie de instrumento de execução que paira sobre a minha cabeça —, representa o tal fechar de portas, então bem que me poderia ter sido vaticinado melhor papel a desempenhar na vida.
Fechar portas é péssimo! Pergunto-me o que terei feito em vidas passadas para ter de pagar tal sorte agora… Mas talvez aproveite a experiência e me dedique a ser porteiro (já pratiquei artes marciais, por isso já não me falta tudo).
Fechar portas é péssimo! Pergunto-me o que terei feito em vidas passadas para ter de pagar tal sorte agora… Mas talvez aproveite a experiência e me dedique a ser porteiro (já pratiquei artes marciais, por isso já não me falta tudo).
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Star Wars: The Old Republic já em pré-encomenda
Star Wars: The Old Republic (SW:TOR para os amigos) já foi colocado online para pré-encomenda no passado dia 21 de Julho. Portugal é um dos países europeus onde será possível fazê-lo, só que nenhuma das três lojas indicadas para tal tem já informação detalhada sobre preços e disponibilidade (quanto a esta última, aliás, o sítio oficial é omisso). Em duas delas, nem mesmo pertante um funcionário foi possível saber algo de concreto. Simplesmente nenhum deles sabia sequer do que eu estava a falar... Precipitação da BioWare/LucasArts?
Serão três as versões disponibilizadas:
- Standard Edition (€54,99). Física e Digital.
- Digital DeLuxe Edition (€74,99). Apenas em versão digital.
- Collector's Edition (149.99 USD ou €104,371). Física.
Todas elas incluem 30 dias de jogo pré-pago e alguns extras, "digitais" e em forma física, de variedade cada vez maior consoante o preço da edição (livros, banda sonora do jogo, mapas, etc.). Obviamente que a "de Coleccionador" é a mais apetecível (e cara, pois no Estados Unidos custará USD $149.99) e inclui mesmo, além dos indicados, uma estátua de 6 polegadas de altura (escala 1:12) do vilão Darth Malgus, produzida pela afamada Gentle Giant.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Kraftwerk and The Electronic Revolution [Full DVD]
Continuando com os Kraftwerk, eis aqui o documentário sobre a banda, a sua música e o papel revolucionário que desempenhou (ainda desempenha) na cena da música electrónica mundial, desde 1969. Uma imperdível viagem cultural, e no tempo, com a duração de 2:59:25.
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