São cinco, as teorias ('estranhas') que o io9.com divulga ("Five weird theories of what lies outside the universe") sobre o que poderemos encontrar caso consigamos escapar a esta Terra que habitamos e ao Universo onde se insere. São elas:
Para além do Volume de Hubble. O Volume de Hubble representa tudo aquilo que reflicta luz observável pelo campo de visão (digamos) do telescópio homónimo.
Fluxo Negro. A deslocação de galáxias como que atraídas em direcção a um ponto descoberta em 2008.
Bolhas Infinitas. [para mim, o conceito mais difícil de atingir; "armazenam um número infinito de infinidades dentro de uma única infinidade"] Áreas que pararam de se expandir mas representado espaços infinitos e, portanto, o seu próprio universo. [Mm...]
Geração de Buracos Negros. De acordo com o físico teórico Lee Smolin, os universos são fecundos e cada buraco negro no nosso universo gera o seu próprio universo, com leis físicas ligeiramente diferentes do universo anterior. (Teoria entretanto posta de parte, inclusive pelo próprio.)
Muitos Universos Paralelos. Talvez a "explicação" mais conhecida de todas e ela própria alvo de éne derivações. Aqui cabe tudo desde a teoria de cordas até à das membranas que vibram noutras dimensões ou à fugas de gravidade para o nosso universo, vindas de outro(s) e de outra dimensão.
Todas brevemente explicadas no artigo que menciono e todas matéria para se pensar um pouco. (#vício) Quem terá mais teorias, além destas 5?
Um dia de cão, hoje. Pergunto-me sempre se só eu é que vejo certas realidades, escondidas aos demais (que me rodeiam). É certo que *eu* tomei o comprimido encarnado...
É negro, é guerreiro, foi visto pela primeira vez nos ecrãs dum cinema em 1980 e o maior "ladies' man" que o Han Solo fora até então (sim, Han, lamento ter de ser eu a dar-te a novidade). Falo de Lando Calrissian (originalmente interpretado pelo actor Billy Dee Williams). E falo, para tranquilidade dos mais distraídos, de um derivado de A Guerra das Estrelas (sim, confesso que tenho o hábito de, ciclicamente, voltar ao tema...). Dirigido e escrito por fãs (Matthew Haley e David Walker, respectivamente) em 2010, este é um dos exemplos de um (desculpem a repetição) fan movie de Star Wars, completo com um Wilhelm scream e tudo! Na realidade trata-se de um fake trailer e nos seus poucos minutos podemos apreciar o cabotinismo do personagem (eu disse cabotinismo?), muita acção, o Dark Lord ele próprio e (inevitáveis) algumas mulheres lindas, que por acaso acontece serem stormtroopers (pois...). Enredo e música condizentes, a recordar-nos, não uma galáxia muito, muito distante de há muito tempo atrás, mas um tempo algures nos anos de '970s do século XX. Jackie Brown ronda perto neste blaxploitation galáctico.
Não, não falo, nem se trata, de novo programa governamental socialista para "inglês-ver". Falo da edição da obra "Nouvelles mythologies" de Jérôme Garcin (ed. Points, 2011), uma compilação de vários artigos (60) de outros tantos autores, publicados originalmente na revista Le Nouvel Observateur em 2007 [N° 2210 de 15 Março] e nos quais se abordam temas como o "Google", o "blog", o "coaching", o "11 de Setembro de 2001", o "GPS", o "4 x 4" ou o "Euro" e que segue na veia das homónimas reflexões de Roland Barthes sobre a cultura popular do pós-guerra (mundial) publicadas em 1957. Não o tenho ainda, mas estou curioso e por isso o recomendo. O tema é delicioso e pungente.
Embora (claro) o refira em termos relativos, o português comete as maiores barbaridades achando que um "Desculpe" ou "Obrigado" lhes retiram toda a importância ou gravidade.
Fã de LEGO desde miúdo e fã de Star Wars desde 1977. A partir de 1999 a LEGO tornou-se uma marca licenciada oficialmente pela Lucasfilm para produzir conjuntos baseados em personagens, situações, cenários e naves dos 6 filmes de George Lucas. O seguinte vídeo sintetiza "na braza" (em 2 minutos) o principal do enredo dos 3 filmes mais recentes da saga (entre 1999 e 2005), também denominados como Segunda Trilogia.
Therefore, when a long train of abuses and usurpations, pursuing invariably the same object evinces a design to reduce them under absolute Despotism, it is the people´s right, it is their duty, to throw off such Government, and to provide new Guards for their future security.
Thus we find that throwing off government is not only an option; it can also be a positive moral duty.
Thomas Jefferson
Como soe dizer-se em inglês (não-técnico): "'Nuff said!"