O Thom filmado nalgum intervalo (ou pausa para descompressão?) do vídeo oficial de um dos oito temas do álbum mais recente da sua banda, "The King Of Limbs":
Viajo muito e ininterruptamente. Dentro de mim, principalmente (para mal dos meus pecados).
Aviso à navegação: é de esperar muita turbulência. Apertem os cintos.
IMPORTANTE: Não se devolvem bilhetes.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Thom Yorke & Benny Hill
O que têm o mentor dos Radiohead e o comediante em comum? Isto:
O Thom filmado nalgum intervalo (ou pausa para descompressão?) do vídeo oficial de um dos oito temas do álbum mais recente da sua banda, "The King Of Limbs":
O Thom filmado nalgum intervalo (ou pausa para descompressão?) do vídeo oficial de um dos oito temas do álbum mais recente da sua banda, "The King Of Limbs":
O Mapa-Mundi da Fantasia
E se se juntassem os mundos lidos (e imaginados) no universo criado nas obras, mais ou menos clássicas, da chamada Fantasia? O artista Dan Meth pensou nisso primeiro e criou este The Fantasy World Map.

"Tonight I’m Frakking You"
Esta video-subversão do tema "Tonight I’m Loving You" de Enrique Iglesias, lançada há poucos dias pelo Break.com é uma delícia para entendidos na matéria cinéfila de Ficção Científica (variantes TV e Cinema) e da BD. Aqui há de quase tudo e todo o principal ícone da cultura Sci-Fi aparece para deleite do geek que há em nós. Falo de Star Wars, Super Mario Brothers, Ghostbusters, Battlestar Galactica, Star Trek, alguns Avengers da Marvel e muito mais. E o que eu adoro de Slave Leias... Melhor e mais divertido que o original (que a canção é chatérrima, mesmo nesta versão). Abanai os capacetes e os vossos fatos espaciais, se fazem favor.
Estranho castor...
Strange Beaver é o nome do site que vou apresentar. Por algum do seu conteúdo pode ferir susceptibilidades quer dos vivos, quer dos já finados há (digamos) uns 2 mil e tal anos. O esboço abaixo é um bom exemplo do que falo. Mas nada como ir até ao local e desfrutar a vista por nós próprios. No fundo é um repositório de imagens, distribuídas pelos temas Wallpapers (fundos de ecrã) e Memes, cada qual contendo várias sub-categorias onde se encontram fotos, desenhos e ilustrações, sempre com uma inspiração satírica. Todos já recebemos em e-mails aquelas imagens que nos fazem rir, quer sejam alterações mais ou menos bem feitas em Photoshop ou outras mais realistas mas não menos caricatas. Agora, e sempre que for necessária alguma imagem mais excentríca ou cómica, do-outro-mundo, mesmo, este é um dos locais a visitar de imediato. Depois de uma visita à página, estará pronto para, você também, começar a inundar os amigos ou colegas com os tais e-mails que nos fazem rir à segunda-feira...
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| Da série "Jesus is a Jerk" |
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Dead Island, o trailer do videojogo
"Fenomenal" é o adjectivo mínimo que consigo encontrar para classificar este trailer do futuro videojogo Dead Island. E não o digo simplesmente pela ideia (peregrina? Nem por isso) de ser apresentado na sequência temporal inversa àquela em que foi "tomado". No segundo vídeo poderão assistir ao mesmo trailer mas na ordem cronológica "normal" e depois julguem por vós próprios.
Aviso já que a violência gráfica é... bem, digamos que é violenta...
Mais informação na página facebook oficial.
Aviso já que a violência gráfica é... bem, digamos que é violenta...
Mais informação na página facebook oficial.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
NOVIDADE: Conhece o novo dispositivo portátil de conhecimento
Nos dias de hoje é considerado revolucionário e proporcionador de novas experiências e sensações. Está no mercado mais um dispositivo portátil de leitura, que em nada fica a dever à concorrência e por diversos motivos. Antes de mais, não depende de baterias e, por isso, tem uma autonomia que deixa a milhões de anos-luz (ou Watts, se preferirmos ser mais tecnicistas) qualquer dispositivo da concorrência. Monocromático ou disponível em diversas cores, tamanhos e pesos, proporciona uma experiência envolvente e que pode, inclusive, ser partilhada em directo com o parceiro ou parceira do lado, com todas as vantagens económicas daí advenientes: compra um e poderás partilhá-lo com quem quiseres, numa experiência de interactividade nunca vista. Os conteúdos disponíveis no mercado são praticamente infinitos e diariamente são lançados novos exemplares, de vários temas. Funcionando sem fios ou outros artifícios periféricos, é no entanto garantida uma ligação directa ao cérebro (tenta lá fazer melhor, ó Steve Jobs!)
Corre a comprar um antes que esgotem! Eu já aquiri dois este mês e no próximo vou querer mais, tal é a facilidade em se ficar tecnológico-dependente desta maravilha. A inovação tem o nome de BOOK e pode ser devidamente apreciada com mais detalhes no vídeo promocional, que tenho o prazer de aqui partilhar e onde poderás tomar conhecimento dos vários acessórios criados para o acompanhar.
Corre a comprar um antes que esgotem! Eu já aquiri dois este mês e no próximo vou querer mais, tal é a facilidade em se ficar tecnológico-dependente desta maravilha. A inovação tem o nome de BOOK e pode ser devidamente apreciada com mais detalhes no vídeo promocional, que tenho o prazer de aqui partilhar e onde poderás tomar conhecimento dos vários acessórios criados para o acompanhar.
Pobres dos Nossos Ricos — É universal (e interminável?)
Pobres dos Nossos Ricos
(Mia Couto, escritor moçambicano)
(Mia Couto, escritor moçambicano)
A maior desgraça de uma nação pobre é que em vez de produzir riqueza, produz ricos.
Mas ricos sem riqueza.
Na realidade, melhor seria chamá-los não de ricos mas de endinheirados.
Rico é quem possui meios de produção.
Rico é quem gera dinheiro e dá emprego.
Endinheirado é quem simplesmente tem dinheiro, ou que pensa que tem. Porque, na realidade, o dinheiro é que o tem a ele.
A verdade é esta: são demasiados pobres os nossos "ricos".
Aquilo que têm, não detêm.
Pior: aquilo que exibem como seu, é propriedade de outros.
É produto de roubo e de negociatas.
Não podem, porém, estes nossos endinheirados usufruir em tranquilidade de tudo quanto roubaram.
Vivem na obsessão de poderem ser roubados.
Necessitavam de forças policiais à altura.
Mas forças policiais à altura acabariam por lançá-los a eles próprios na cadeia.
Necessitavam de uma ordem social em que houvesse poucas razões para a criminalidade.
Mas se eles enriqueceram foi graças a essa mesma desordem.
Sabes que és um #Péreve quando...

...entras numa loja da Apple e te pões a jogar no facebook assim que encontras um pc com acesso à net.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
O meu pequeno-almoço

Dei três "obrigados" + 1 — um por cada coisa que me serviram (café pingado, sumo de laranja natural, bola mista e quando me devolveram o cartão Multibanco) — e pedi a uma funcionária (de cor) "Dê-me uma branquinha, se faz favor" (uma sandes mal cozida, queria dizer).
Acho que o dia me podia ter começado melhor...
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
A química dos encontros

Não, não vou — recuso-me — a falar do "Dia dos Namorados" que hoje se celebra (?!). Iria começar a arengar prosa eventualmente venenosa e não quero estragar com isso as ilusões de quem me leia e acredite nestas coisas como os infantes acreditam no Pai Natal. Falo, antes, de algo mais genérico e não tão (Grâçe à Dieu!) dependente de uma folha de calendário à qual se chega depois do rasganço inevitável e distraído das folhas anteriores.
Química porquê? Talvez por existir um componente, diria "mágico", na forma como duas pessoas (não necessariamente de sexos diferentes) se encontram algures no decurso das suas vidas. Uma "fórmula"? Não sei. Falo por experiência e esta leva-me a admirar, assim, tanto tempo passado, na forma pela qual nos conhecemos, como nos cruzámos. O não se saber o segredo deste composto e o resultado que daí advém já é, para mim, admiração suficiente para que nela acredite com reverência (perdoe-se-me o pleonasmo).
Olhando para trás no tempo, não consigo vez alguma determinar como foi (apesar de saber a data em que o "foi"), "o" que foi que nos aproximou. Mas aconteceu e não o lamento. Mais que tudo, os encontros importantes são aqueles que acontecem fortuitos, como algo que não planeamos. É algo que mexe connosco, que nos espevita, nos faz abrir os olhos para a realidade (ou para uma realidade outra).
É uma química boa, seja ela qual for. Mexe(-me) cá dentro...
Lições de Guitarra
Ressurgiu hoje na net e não posso deixar de aqui a divulgar. Falo de uma ilustração do argentino Maxim Dalton na qual são retratados 35 guitarristas da área do Rock, representando vários subgéneros e épocas. Congratulo-me por ter decidido escolher Frank Zappa como #1. Tivera eu tal habilidade gráfica e podem apostar que o FZ seria sempre o meu primeiro! Cá vão eles, vistos de cima para baixo, esquerda para a direita:
Frank Zappa, George Harrison, Slash, Jimi Hendrix, Keith Richards, Jimmy Page, Stevie Ray Vaughan, Eric Clapton, Mark Knopfler, Brian May, Johnny Ramone, Jack White, The Edge, Chuck Berry, Angus Young, Pete Townshend, Tony Iommi, Eddie Van Halen, David Gilmour, Ace Frehley, Ritchie Blackmore, Duane Allman, Kirk Hammett, Carlos Santana, John Frusciante, Yngwie Malmsteen, Kurt Cobain, Mike Bloomfield, Jerry Garcia, Ry Cooder, Bo Diddley, Jeff Beck, Tom Morello, Brian Setzer e Peter Green.
Frank Zappa, George Harrison, Slash, Jimi Hendrix, Keith Richards, Jimmy Page, Stevie Ray Vaughan, Eric Clapton, Mark Knopfler, Brian May, Johnny Ramone, Jack White, The Edge, Chuck Berry, Angus Young, Pete Townshend, Tony Iommi, Eddie Van Halen, David Gilmour, Ace Frehley, Ritchie Blackmore, Duane Allman, Kirk Hammett, Carlos Santana, John Frusciante, Yngwie Malmsteen, Kurt Cobain, Mike Bloomfield, Jerry Garcia, Ry Cooder, Bo Diddley, Jeff Beck, Tom Morello, Brian Setzer e Peter Green.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Percurso(s) de vida

Hoje ocorreu-me falar deste tema. Estava na banheira a tomar duche quando me surgiu assim do nada — há quem cante debaixo de água, eu filosofo e penso… na Vida. Nunca li seja o que for sobre "percurso(s) de vida" nem mesmo consultei a Wikipedia, por isso vou aqui deixar o que eu acho sobre o assunto.
O percurso de vida é assim, tipo, como que andarmos num passeio no qual os incautos se arriscam a pisar o cocó que os outros deixaram para trás. Isto, claro, só acontece aos mais distraídos. Os mais atentos gabam-se de ter feito um percurso sem incidentes nem necessidades de limparem os pés no capacho que pode ser as costas de alguém (também estes a percorrerem o seu próprio caminho). O percurso de vida, tal como o vejo, é uma inevitabilidade. Desde que se nasce até que nos finemos, todos fazemos uma espécie de balanço daquilo que foram os resultados das nossas escolhas, ou falta delas. É isso: ele é sempre pensado em termos de Passado. Nunca (ou raramente, vá) as pessoas pensam nele em termos do Futuro. "O que virei ainda a percorrer? O que estará perante mim e como lidar com isso?"
Eu sou dos que se inclui no primeiro grupo, na maior parte do tempo, embora admita que também tento avançar o bio-relógio para ver o que poderei "ser", ou o que me poderá esperar ao virar alguma esquina da vida. Mas é quase sempre uma tentativa falhada. É mais fácil, admito, olhar-se para trás e chegar a uma série de constatações sobre aquilo que fomos e por que já passámos até ao momento em que pensamos nisso¬. O meu? Não me orgulho dele, se considerar os anos mais recentes (uns dez, doze). Digamos que me fartei de pisar cocó e só "agora" olho para a sola dos sapatos! É que nem a merda me cheirou, a não ser quando parei um bocado — finalmente! — e comecei a olhar à volta. Como não sou daqueles que limpam (nunca consegui nem tentar) as solas em costas alheias, para usar a imagem que acima criei, não tive outro remédio senão olhar para a coisa de frente e tomar decisões. "OK, o que podes fazer para limpar a porcaria?" Ora aqui reside outra parte chata do "percurso de vida": quando se pensa nele, versão 'Passado', é quase sempre para lamentar alguma coisa! E parece que só tem sentido depois de acontecer… Além do mais (terceira chatice associada) serve quase sempre para que terceiros, estranhos mesmo, nos avaliem! "Fulano-de-tal teve um percurso de vida x e y..." dito assim, em conversas de corredor, como se estivessem num velório. Arrepiante, é o mínimo que posso dizer para classificá-lo.
Decidi há já algum tempo que ia mudar este estado de coisas. Doravante e sempre que, no chuveiro ou noutro local, me puser a pensar no (meu) "percurso de vida", quero fazê-lo com a consciência de que o fiz mas que me mantive devidamente atento ao trilho e, muito mais importante, consciente de que na Vida os percursos não se fazem sozinhos. Há sempre alguém ao nosso lado, alguém que nos ajuda a valorizá-los e que os (e "nos") enriquecem.
O meu "percurso de vida" jamais será o mesmo, quando nele pensar daqui a uns anos. Mas sei que vai ser bem melhor que o anterior.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Adeus. Olá. Até um dia.
Faz amanhã seis anos que partiste.
Ainda recordo vividamente a última vez que te vi, naquela cama. Ajudei-te a mudares de posição e não esqueço as caretas que fazias (de dor). Mal sabia que seria a última vez que te veria, naquele sábado à tarde. Sinto-te a falta e não a sinto (estranho...). Pelo menos, não sempre. Se te dissesse que me fazes falta, acreditarias? Provavelmente, não. Não interessa. Acabaram-se os teus sofrimentos há seis anos, isso é que conta. Tanta coisa se passou entretanto, que acho bom que não assistisses, ou estejas a assistir (directamente?), a tudo isto.
Falaremos disso (se quiseres) quando nos encontrarmos.
Pai.
Ainda recordo vividamente a última vez que te vi, naquela cama. Ajudei-te a mudares de posição e não esqueço as caretas que fazias (de dor). Mal sabia que seria a última vez que te veria, naquele sábado à tarde. Sinto-te a falta e não a sinto (estranho...). Pelo menos, não sempre. Se te dissesse que me fazes falta, acreditarias? Provavelmente, não. Não interessa. Acabaram-se os teus sofrimentos há seis anos, isso é que conta. Tanta coisa se passou entretanto, que acho bom que não assistisses, ou estejas a assistir (directamente?), a tudo isto.
Falaremos disso (se quiseres) quando nos encontrarmos.
Pai.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
A "fonte-de-fora"
A mim e mais 64 elementos de áreas de IT foi comunicado há dias que os nossos serviços iam passar a ser desempenhados em outsourcing ao abrigo de uma (nome "giro", este) ACE, ou Agrupamento Complementar de Empresas, cuja finalidade é exactamente a prestação de serviços na área das tecnologias de informação. Como seria de esperar, antes de se chegar a esta situação concreta, já desde há alguns anos se vinha especulando nos corredores (ou Rádio Corredor, como lhe chamamos) que um dia seria dia-santo.
É já a partir do próximo 1 de Abril (parece mentira mas não é) que todos os que assinarem o contrato de cedência que lhes foi entregue na passada semana, irão ter um novo patrão mas sem perderem o vínculo à casa-mãe original (dizem "eles", ao menos). Os serviços a prestar, até Setembro deste ano, serão igualmente os mesmos que todos vínhamos garantindo até àquela data. A mim (algo de congénito) apetece gozar imenso com o assunto, mas ainda não arranjei coragem para tal...
É já a partir do próximo 1 de Abril (parece mentira mas não é) que todos os que assinarem o contrato de cedência que lhes foi entregue na passada semana, irão ter um novo patrão mas sem perderem o vínculo à casa-mãe original (dizem "eles", ao menos). Os serviços a prestar, até Setembro deste ano, serão igualmente os mesmos que todos vínhamos garantindo até àquela data. A mim (algo de congénito) apetece gozar imenso com o assunto, mas ainda não arranjei coragem para tal...
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
O Rock das Couves, Uma Retrospectiva Histórica (via BBC Four)
Pode parecer algo estranho que um dos mais famosos movimentos musicais originário da Alemanha do pós-guerra tenha sido baptizado de Krautrock (Rock da(s) Couve(s)). Porquê couves, que nada devem à musicalidade, excepto talvez como resquício sonoro, após digestão, de resultados nada agradáveis ao ouvido (ou nem mesmo ao nariz)? Por que não Würste Rock (plural)? Ou Apfelstrüdel Rock? Tudo pratos típicos daquelas paragens da Europa Boreal? Avanço a minha razão: após a Primeira Guerra Mundial o "inimigo", exactamente estes alemães que me levam a escrever sobre a sua música marcante a vários níveis, começaram a ser conhecidos pejorativamente como "krauts" (entre nós traduzido para "boche", e ainda bem que ninguém se enganava na sua soletração...) Mas divago.
Do Krautrock pode dizer-se que se iniciou em finais dos anos de '960 com contornos reveladores de uma vontade de inovar e de, em simultâneo, dar largas a uma criatividade proporcionada pelo aumento do nível de vida decorrente na Alemanha (então Ocidental) e da sua Economia emergente e bem sucedida, após a destruição e o caos criados pelo segundo conflito mundial armado que marcou o séc. XX. Inicialmente mais de cariz experimental, o género acabou por ser estendido, exageradamente, a meu ver, a quase todo o Rock produzido em terras da Germania. Se não, e como exemplo dos primeiros, basta procurar-se na net pelo som de bandas (umas mais conhecidas que outras) como Popol Vuh, Amon Düül, Faust, Neu!, Ash Ra Tempel, Can ou mesmo os Kraftwerk. Começando por estar ligado a sonoridades psicadélicas de origem electrónica e "planantes" pela extensão temporal melódica, é mesmo considerado um subgénero do Rock Progressivo da época, o que acaba por ser compreensível.
O canal BBC Four britânico, conhecido por ter já realizado documentários (imperdíveis) sobre alguns outros importantes capítulos da música popular contemporânea (por exemplo sobre os "Hawkwind", "Synth Britannia" e o "Prog Rock Britannia"), lançou em 2009 um documentário dedicado ao assunto. Ontem encontrei-o no YouTube, dividido em 6 partes, e não posso deixar de aqui o divulgar, mais que não seja como revisão-da-matéria musical. Sempre que ouvirem falar no termo — hoje em dia apenas marginalmente usado para identificar as sonoridades alemãs da área do Rock — agora já poderão apreciar a dimensão e raízes do termo.
Informação mais detalhada sobre este movimento artístico alemão pode ser consultada nesta página da Wikipédia.
Do Krautrock pode dizer-se que se iniciou em finais dos anos de '960 com contornos reveladores de uma vontade de inovar e de, em simultâneo, dar largas a uma criatividade proporcionada pelo aumento do nível de vida decorrente na Alemanha (então Ocidental) e da sua Economia emergente e bem sucedida, após a destruição e o caos criados pelo segundo conflito mundial armado que marcou o séc. XX. Inicialmente mais de cariz experimental, o género acabou por ser estendido, exageradamente, a meu ver, a quase todo o Rock produzido em terras da Germania. Se não, e como exemplo dos primeiros, basta procurar-se na net pelo som de bandas (umas mais conhecidas que outras) como Popol Vuh, Amon Düül, Faust, Neu!, Ash Ra Tempel, Can ou mesmo os Kraftwerk. Começando por estar ligado a sonoridades psicadélicas de origem electrónica e "planantes" pela extensão temporal melódica, é mesmo considerado um subgénero do Rock Progressivo da época, o que acaba por ser compreensível.
O canal BBC Four britânico, conhecido por ter já realizado documentários (imperdíveis) sobre alguns outros importantes capítulos da música popular contemporânea (por exemplo sobre os "Hawkwind", "Synth Britannia" e o "Prog Rock Britannia"), lançou em 2009 um documentário dedicado ao assunto. Ontem encontrei-o no YouTube, dividido em 6 partes, e não posso deixar de aqui o divulgar, mais que não seja como revisão-da-matéria musical. Sempre que ouvirem falar no termo — hoje em dia apenas marginalmente usado para identificar as sonoridades alemãs da área do Rock — agora já poderão apreciar a dimensão e raízes do termo.
Informação mais detalhada sobre este movimento artístico alemão pode ser consultada nesta página da Wikipédia.
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