Ressurgiu hoje na net e não posso deixar de aqui a divulgar. Falo de uma ilustração do argentino Maxim Dalton na qual são retratados 35 guitarristas da área do Rock, representando vários subgéneros e épocas. Congratulo-me por ter decidido escolher Frank Zappa como #1. Tivera eu tal habilidade gráfica e podem apostar que o FZ seria sempre o meu primeiro! Cá vão eles, vistos de cima para baixo, esquerda para a direita:
Frank Zappa, George Harrison, Slash, Jimi Hendrix, Keith Richards, Jimmy Page, Stevie Ray Vaughan, Eric Clapton, Mark Knopfler, Brian May, Johnny Ramone, Jack White, The Edge, Chuck Berry, Angus Young, Pete Townshend, Tony Iommi, Eddie Van Halen, David Gilmour, Ace Frehley, Ritchie Blackmore, Duane Allman, Kirk Hammett, Carlos Santana, John Frusciante, Yngwie Malmsteen, Kurt Cobain, Mike Bloomfield, Jerry Garcia, Ry Cooder, Bo Diddley, Jeff Beck, Tom Morello, Brian Setzer e Peter Green.
Viajo muito e ininterruptamente. Dentro de mim, principalmente (para mal dos meus pecados).
Aviso à navegação: é de esperar muita turbulência. Apertem os cintos.
IMPORTANTE: Não se devolvem bilhetes.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Percurso(s) de vida

Hoje ocorreu-me falar deste tema. Estava na banheira a tomar duche quando me surgiu assim do nada — há quem cante debaixo de água, eu filosofo e penso… na Vida. Nunca li seja o que for sobre "percurso(s) de vida" nem mesmo consultei a Wikipedia, por isso vou aqui deixar o que eu acho sobre o assunto.
O percurso de vida é assim, tipo, como que andarmos num passeio no qual os incautos se arriscam a pisar o cocó que os outros deixaram para trás. Isto, claro, só acontece aos mais distraídos. Os mais atentos gabam-se de ter feito um percurso sem incidentes nem necessidades de limparem os pés no capacho que pode ser as costas de alguém (também estes a percorrerem o seu próprio caminho). O percurso de vida, tal como o vejo, é uma inevitabilidade. Desde que se nasce até que nos finemos, todos fazemos uma espécie de balanço daquilo que foram os resultados das nossas escolhas, ou falta delas. É isso: ele é sempre pensado em termos de Passado. Nunca (ou raramente, vá) as pessoas pensam nele em termos do Futuro. "O que virei ainda a percorrer? O que estará perante mim e como lidar com isso?"
Eu sou dos que se inclui no primeiro grupo, na maior parte do tempo, embora admita que também tento avançar o bio-relógio para ver o que poderei "ser", ou o que me poderá esperar ao virar alguma esquina da vida. Mas é quase sempre uma tentativa falhada. É mais fácil, admito, olhar-se para trás e chegar a uma série de constatações sobre aquilo que fomos e por que já passámos até ao momento em que pensamos nisso¬. O meu? Não me orgulho dele, se considerar os anos mais recentes (uns dez, doze). Digamos que me fartei de pisar cocó e só "agora" olho para a sola dos sapatos! É que nem a merda me cheirou, a não ser quando parei um bocado — finalmente! — e comecei a olhar à volta. Como não sou daqueles que limpam (nunca consegui nem tentar) as solas em costas alheias, para usar a imagem que acima criei, não tive outro remédio senão olhar para a coisa de frente e tomar decisões. "OK, o que podes fazer para limpar a porcaria?" Ora aqui reside outra parte chata do "percurso de vida": quando se pensa nele, versão 'Passado', é quase sempre para lamentar alguma coisa! E parece que só tem sentido depois de acontecer… Além do mais (terceira chatice associada) serve quase sempre para que terceiros, estranhos mesmo, nos avaliem! "Fulano-de-tal teve um percurso de vida x e y..." dito assim, em conversas de corredor, como se estivessem num velório. Arrepiante, é o mínimo que posso dizer para classificá-lo.
Decidi há já algum tempo que ia mudar este estado de coisas. Doravante e sempre que, no chuveiro ou noutro local, me puser a pensar no (meu) "percurso de vida", quero fazê-lo com a consciência de que o fiz mas que me mantive devidamente atento ao trilho e, muito mais importante, consciente de que na Vida os percursos não se fazem sozinhos. Há sempre alguém ao nosso lado, alguém que nos ajuda a valorizá-los e que os (e "nos") enriquecem.
O meu "percurso de vida" jamais será o mesmo, quando nele pensar daqui a uns anos. Mas sei que vai ser bem melhor que o anterior.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Adeus. Olá. Até um dia.
Faz amanhã seis anos que partiste.
Ainda recordo vividamente a última vez que te vi, naquela cama. Ajudei-te a mudares de posição e não esqueço as caretas que fazias (de dor). Mal sabia que seria a última vez que te veria, naquele sábado à tarde. Sinto-te a falta e não a sinto (estranho...). Pelo menos, não sempre. Se te dissesse que me fazes falta, acreditarias? Provavelmente, não. Não interessa. Acabaram-se os teus sofrimentos há seis anos, isso é que conta. Tanta coisa se passou entretanto, que acho bom que não assistisses, ou estejas a assistir (directamente?), a tudo isto.
Falaremos disso (se quiseres) quando nos encontrarmos.
Pai.
Ainda recordo vividamente a última vez que te vi, naquela cama. Ajudei-te a mudares de posição e não esqueço as caretas que fazias (de dor). Mal sabia que seria a última vez que te veria, naquele sábado à tarde. Sinto-te a falta e não a sinto (estranho...). Pelo menos, não sempre. Se te dissesse que me fazes falta, acreditarias? Provavelmente, não. Não interessa. Acabaram-se os teus sofrimentos há seis anos, isso é que conta. Tanta coisa se passou entretanto, que acho bom que não assistisses, ou estejas a assistir (directamente?), a tudo isto.
Falaremos disso (se quiseres) quando nos encontrarmos.
Pai.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
A "fonte-de-fora"
A mim e mais 64 elementos de áreas de IT foi comunicado há dias que os nossos serviços iam passar a ser desempenhados em outsourcing ao abrigo de uma (nome "giro", este) ACE, ou Agrupamento Complementar de Empresas, cuja finalidade é exactamente a prestação de serviços na área das tecnologias de informação. Como seria de esperar, antes de se chegar a esta situação concreta, já desde há alguns anos se vinha especulando nos corredores (ou Rádio Corredor, como lhe chamamos) que um dia seria dia-santo.
É já a partir do próximo 1 de Abril (parece mentira mas não é) que todos os que assinarem o contrato de cedência que lhes foi entregue na passada semana, irão ter um novo patrão mas sem perderem o vínculo à casa-mãe original (dizem "eles", ao menos). Os serviços a prestar, até Setembro deste ano, serão igualmente os mesmos que todos vínhamos garantindo até àquela data. A mim (algo de congénito) apetece gozar imenso com o assunto, mas ainda não arranjei coragem para tal...
É já a partir do próximo 1 de Abril (parece mentira mas não é) que todos os que assinarem o contrato de cedência que lhes foi entregue na passada semana, irão ter um novo patrão mas sem perderem o vínculo à casa-mãe original (dizem "eles", ao menos). Os serviços a prestar, até Setembro deste ano, serão igualmente os mesmos que todos vínhamos garantindo até àquela data. A mim (algo de congénito) apetece gozar imenso com o assunto, mas ainda não arranjei coragem para tal...
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
O Rock das Couves, Uma Retrospectiva Histórica (via BBC Four)
Pode parecer algo estranho que um dos mais famosos movimentos musicais originário da Alemanha do pós-guerra tenha sido baptizado de Krautrock (Rock da(s) Couve(s)). Porquê couves, que nada devem à musicalidade, excepto talvez como resquício sonoro, após digestão, de resultados nada agradáveis ao ouvido (ou nem mesmo ao nariz)? Por que não Würste Rock (plural)? Ou Apfelstrüdel Rock? Tudo pratos típicos daquelas paragens da Europa Boreal? Avanço a minha razão: após a Primeira Guerra Mundial o "inimigo", exactamente estes alemães que me levam a escrever sobre a sua música marcante a vários níveis, começaram a ser conhecidos pejorativamente como "krauts" (entre nós traduzido para "boche", e ainda bem que ninguém se enganava na sua soletração...) Mas divago.
Do Krautrock pode dizer-se que se iniciou em finais dos anos de '960 com contornos reveladores de uma vontade de inovar e de, em simultâneo, dar largas a uma criatividade proporcionada pelo aumento do nível de vida decorrente na Alemanha (então Ocidental) e da sua Economia emergente e bem sucedida, após a destruição e o caos criados pelo segundo conflito mundial armado que marcou o séc. XX. Inicialmente mais de cariz experimental, o género acabou por ser estendido, exageradamente, a meu ver, a quase todo o Rock produzido em terras da Germania. Se não, e como exemplo dos primeiros, basta procurar-se na net pelo som de bandas (umas mais conhecidas que outras) como Popol Vuh, Amon Düül, Faust, Neu!, Ash Ra Tempel, Can ou mesmo os Kraftwerk. Começando por estar ligado a sonoridades psicadélicas de origem electrónica e "planantes" pela extensão temporal melódica, é mesmo considerado um subgénero do Rock Progressivo da época, o que acaba por ser compreensível.
O canal BBC Four britânico, conhecido por ter já realizado documentários (imperdíveis) sobre alguns outros importantes capítulos da música popular contemporânea (por exemplo sobre os "Hawkwind", "Synth Britannia" e o "Prog Rock Britannia"), lançou em 2009 um documentário dedicado ao assunto. Ontem encontrei-o no YouTube, dividido em 6 partes, e não posso deixar de aqui o divulgar, mais que não seja como revisão-da-matéria musical. Sempre que ouvirem falar no termo — hoje em dia apenas marginalmente usado para identificar as sonoridades alemãs da área do Rock — agora já poderão apreciar a dimensão e raízes do termo.
Informação mais detalhada sobre este movimento artístico alemão pode ser consultada nesta página da Wikipédia.
Do Krautrock pode dizer-se que se iniciou em finais dos anos de '960 com contornos reveladores de uma vontade de inovar e de, em simultâneo, dar largas a uma criatividade proporcionada pelo aumento do nível de vida decorrente na Alemanha (então Ocidental) e da sua Economia emergente e bem sucedida, após a destruição e o caos criados pelo segundo conflito mundial armado que marcou o séc. XX. Inicialmente mais de cariz experimental, o género acabou por ser estendido, exageradamente, a meu ver, a quase todo o Rock produzido em terras da Germania. Se não, e como exemplo dos primeiros, basta procurar-se na net pelo som de bandas (umas mais conhecidas que outras) como Popol Vuh, Amon Düül, Faust, Neu!, Ash Ra Tempel, Can ou mesmo os Kraftwerk. Começando por estar ligado a sonoridades psicadélicas de origem electrónica e "planantes" pela extensão temporal melódica, é mesmo considerado um subgénero do Rock Progressivo da época, o que acaba por ser compreensível.
O canal BBC Four britânico, conhecido por ter já realizado documentários (imperdíveis) sobre alguns outros importantes capítulos da música popular contemporânea (por exemplo sobre os "Hawkwind", "Synth Britannia" e o "Prog Rock Britannia"), lançou em 2009 um documentário dedicado ao assunto. Ontem encontrei-o no YouTube, dividido em 6 partes, e não posso deixar de aqui o divulgar, mais que não seja como revisão-da-matéria musical. Sempre que ouvirem falar no termo — hoje em dia apenas marginalmente usado para identificar as sonoridades alemãs da área do Rock — agora já poderão apreciar a dimensão e raízes do termo.
Informação mais detalhada sobre este movimento artístico alemão pode ser consultada nesta página da Wikipédia.
A Força está com ele! (Parte II)
Regresso ao tema do já famoso vídeo publicitário da VW inspirado no mundo Star Wars que passou na TV norte-americana durante um dos intervalos da transmissão da 45ª edição do Super Bowl. E faço-o pelo mérito do pequeno actor que encarna uma espécie de Mini-me do icónico Lorde Sith.
Trata-se de um jovem de 6 anos que foi ontem de manhã à televisão, com a mãe, mostrar os seus dotes no domínio da Força e, finalmente, revelar a verdadeira identidade do mestre do Lado Negro. Acontece que afinal é um miúdo bem simpático. Apresento-vos o Max Page, um jovem actor que merece muito respeito e cujo desempenho já ocasionou mais de 16 milhões de hits no YouTube.
Eis de novo o anúncio completo (no intervalo do jogo visionou-se uma versão truncada):
Trata-se de um jovem de 6 anos que foi ontem de manhã à televisão, com a mãe, mostrar os seus dotes no domínio da Força e, finalmente, revelar a verdadeira identidade do mestre do Lado Negro. Acontece que afinal é um miúdo bem simpático. Apresento-vos o Max Page, um jovem actor que merece muito respeito e cujo desempenho já ocasionou mais de 16 milhões de hits no YouTube.
Eis de novo o anúncio completo (no intervalo do jogo visionou-se uma versão truncada):
Interrogações(?)

Escreve-se para quê?
Para se obter auto-gratificação narcisista ou puro exibicionismo?
Alguém me/nos lê?
Obtém-se algum prazer disto (escrever)?
Que forma é esta de (se) comunicar?
Conseguirá alguém, não-Português, entender-me?
Dever-se-á escalonar a escrita?
Porque se valoriza a escrita?
Terá sido possível ter escrito um texto exclusivamente com interrogações?
Pergunta final (?): porque causará a escrita tanta questão?
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Etiquetas de Viagem
Ao olhar para a coluna aqui ao lado, começo a perceber o que me quiseste um dia dizer com o teu comentário "Acho piada teres tantas tags". Até eu próprio começo a pensar se não estará na altura de as reformular. =P
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Escritor de Redes Sociais

Existe? Como profissão, quero dizer. Sim ou não, candidato-me ao lugar. Pena que não seja remunerado, mas nem tudo na vida o é. Quando me reformar já tenho (outra) carreira.
Drag Racing: 50,000 dólares voaram em 1/2 segundo
As corridas de dragsters (Drag Racing) sancionadas pela NHRA estão entre as muitas variantes do chamado Desporto Automóvel que desde sempre me despertaram interesse. Originárias dos Estados Unidos da América, acabaram por se espalhar um pouco por todo o mundo, com especial relevo para o norte da Europa. Disputam-se entre veículos de 4 ou 2 rodas, mas os primeiros são bem mais interessantes (e brutais, em vários aspectos).
Os pilotos profissionais competem em 4 classes principais de carros, os Top Fuel, os Funny Car e os Pro Stock, e as regras base não podiam ser mais simples (engano que deixo passar, para não tornar este texto demasiado extenso ou técnico; mais detalhes poderão ser apreciados no primeiro link deste post): em cada par de concorrentes vence o que percorrer mais rapidamente a distância de um quarto de milha (cerca de 400 metros), em linha recta, a partir da posição de paragem absoluta. As partidas são dadas por um sistema (a árvore de Natal) de 9 luzes colocadas verticalmente, que se vão acendendo em sequência do topo para baixo sendo que a última, geralmente encarnada, dita a partida. Isto faz com que não baste que o carro seja o mais potente e rápido, o piloto tem de ter um tempo de reacção compatível com o 0.5 segundo que decorre entre o acender de cada uma das últimas 3 luzes.
A "brutalidade" a que me referi no início vem disto: potências de motor na casa dos 8.500 a 10.000 cavalos (BHP) nos Top Fuel e 6.900 a 8.000 cavalos nos Funny Car, acelerações instantâneas de mais de 6G e velocidades à chegada superiores aos 500 Km/h, tudo isto em menos de 5 segundos! E finalmente, mas não menos importante, por uma estética muito própria, sensações fortíssimas para os espectadores (nem falo nos pilotos...) e ruído de fazer calar até o próprio Demo. Ou não funcionassem os motores das 2 classes de topo com cerca de 85–90% de nitrometano com 10–15% de metanol como combustível... Dragões sobre rodas, pois.
O que dá à expressão "motores de explosão" toda uma nova dimensão... E a prová-lo, segue um vídeo do run (que venceu, apesar do sucedido) de Gary Densham em 2009 no qual em meio segundo uma explosão no motor fez desintegrar-se a carroçaria em fibra do seu Funny Car. Foram só 50,000 dólares a voar num ápice. Vamos ver:
Os pilotos profissionais competem em 4 classes principais de carros, os Top Fuel, os Funny Car e os Pro Stock, e as regras base não podiam ser mais simples (engano que deixo passar, para não tornar este texto demasiado extenso ou técnico; mais detalhes poderão ser apreciados no primeiro link deste post): em cada par de concorrentes vence o que percorrer mais rapidamente a distância de um quarto de milha (cerca de 400 metros), em linha recta, a partir da posição de paragem absoluta. As partidas são dadas por um sistema (a árvore de Natal) de 9 luzes colocadas verticalmente, que se vão acendendo em sequência do topo para baixo sendo que a última, geralmente encarnada, dita a partida. Isto faz com que não baste que o carro seja o mais potente e rápido, o piloto tem de ter um tempo de reacção compatível com o 0.5 segundo que decorre entre o acender de cada uma das últimas 3 luzes.
A "brutalidade" a que me referi no início vem disto: potências de motor na casa dos 8.500 a 10.000 cavalos (BHP) nos Top Fuel e 6.900 a 8.000 cavalos nos Funny Car, acelerações instantâneas de mais de 6G e velocidades à chegada superiores aos 500 Km/h, tudo isto em menos de 5 segundos! E finalmente, mas não menos importante, por uma estética muito própria, sensações fortíssimas para os espectadores (nem falo nos pilotos...) e ruído de fazer calar até o próprio Demo. Ou não funcionassem os motores das 2 classes de topo com cerca de 85–90% de nitrometano com 10–15% de metanol como combustível... Dragões sobre rodas, pois.
O que dá à expressão "motores de explosão" toda uma nova dimensão... E a prová-lo, segue um vídeo do run (que venceu, apesar do sucedido) de Gary Densham em 2009 no qual em meio segundo uma explosão no motor fez desintegrar-se a carroçaria em fibra do seu Funny Car. Foram só 50,000 dólares a voar num ápice. Vamos ver:
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Eu e o meu cão, hoje na praia
Uma bela tarde junto ao mar, a ler e a ouvir The White Stripes. Tudo acompanhado de Sol e grandes ondas, na praia de São Pedro do Estoril.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
A Força está com ele!
O anúncio norte-americano ao modelo 2012 do Volkswagen Passat, a passar na TV durante a 45ª edição do Super Bowl que irá ter lugar este domingo próximo:
Detalhe a reter é o preço anunciado para aquele mercado ("A partir de USD $20,000"). Considerando que 20,000.00 USD = 14,678.73 EUR só me resta especular se em Portugal também se verificará esta autêntica pechincha. (querias!)
Detalhe a reter é o preço anunciado para aquele mercado ("A partir de USD $20,000"). Considerando que 20,000.00 USD = 14,678.73 EUR só me resta especular se em Portugal também se verificará esta autêntica pechincha. (querias!)
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Concept Ships
Visita recomendadíssima a fãs de arte baseada em Ficção Científica e não só. Um festim visual!
E que difícil se tornou a escolha da próxima nave a adquirir...
http://conceptships.blogspot.com/
E que difícil se tornou a escolha da próxima nave a adquirir...
http://conceptships.blogspot.com/
Sem tempo...
Eu queria bloggar qualquer coisa (alguma inutilidade, ou banalidade condizente) mas estou sem tempo para tal coisa. Só para isto. #Dammit
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