Versão original do tema dos B-52's, lançado na compilação de 1988 intitulada "Time Capsule: Songs For A Future Generation".
Viajo muito e ininterruptamente. Dentro de mim, principalmente (para mal dos meus pecados).
Aviso à navegação: é de esperar muita turbulência. Apertem os cintos.
IMPORTANTE: Não se devolvem bilhetes.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
The B-52's, "Summer Of Love" (Original Unreleased Mix)
Versão original do tema dos B-52's, lançado na compilação de 1988 intitulada "Time Capsule: Songs For A Future Generation".
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Warpaint, a audição integral
A propósito do meu destaque musical anterior aproveito para partilhar o álbum mencionado, que se poderá ouvir clicando em cada um dos nove temas que o compõem:
Warpaint, "Undertow" (Live: Yours Truly Session)
Eu *sabia* que tinha de haver mais qualquer razão para gostar desta jovem banda, Warpaint, um quarteto agora inteiramente feminino e cujo 1º álbum, "The Fool", foi editado em 25 de Outubro deste ano. Não sendo tão baseadas em electrónicas, estas norte-americanas de Los Angeles comparo-as com as Au Revoir Simone (de Brooklyn, New York). As vocallizações são semelhantes e as temáticas, idem.
E porque digo que *sabia*? Ora: a baixista usa um baixo Rickenbacker, pois então!
O álbum, que obtive na transmissão live em streaming via The Hype Machine (um blog cuja visita recomendo), já se encontra à venda entre nós. Uma audição a descobrir. Vivamente.
They light up the river that the birds fly over.
Better not to quench your thirst.
Better not to be the first one diving in,
though you caught me and you know why
they breathe in the deepest part of the water.
What’s the matter? You hurt yourself?
Opened your eyes and there was someone else?
Now i’ve got you in the undertow.
Now i’ve got you in the undertow.
Why you wanna blame me for your troubles?
Ah ah ah you better learn your lesson yourself.
Nobody ever has to find out what’s in my mind tonight.
Let tonight pass us by.
Do you really want to be the one to fight?
And i said “You’re better not to light that fire.
It will take you to the darkest part of the weather.”
What’s the matter? You hurt yourself?
Opened your eyes and there was someone else?
Now i’ve got you in the undertow.
Now i’ve got you in the undertow.
Why you wanna blame me for your troubles?
Ah ah ah you better learn your lesson yourself.
Nobody ever has to find out what’s in my mind tonight.
Nobody ever has to find out what’s in my mind tonight.
Nobody in my mind. Nobody in my mind.
I feel it in my heart tonight.
I laid on the floor, pressing in my eyes.
Seeing little lights.
These are the decisions that only one could make(?)
I wanted to stay home but i went running running running running from the troubles
runningrunningrunningrunningrunningrunningrunning
What’s the matter? You hurt yourself?
Opened your eyes and there was someone else?
Now i’ve got you in the undertow
Now i’ve got you so
why you wanna blame me for your troubles?
Ah ah ah you better learn your lesson yourself.
Nobody ever has to find out what’s in my mind tonight.
Nobody ever has to find out what’s in my mind tonight.
Vergonha para ti, Câmara Municipal de Lisboa... (Parte II)
Yep: confirmo que as minhas suspeitas se materializaram: continua tudo igual (se não *PIOR*).
Aproveito para partilhar o conteúdo do e-mail recebido da CML:
CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOADirecção Municipal de Serviços CentraisDIVISÃO DE INFORMAÇÃO E ATENDIMENTO
Bom dia,
Agradecemos desde já o seu contacto e a preferência por este canal de contacto do Centro de Atendimento ao Munícipe da Câmara Municipal de Lisboa.
Informamos que o assunto relativo a "Entupimentos de esgotos ou sarjetas" deu entrada com o número CML-76263-571W e foi reencaminhado para: CC Lx-Alerta.
Para mais alguma questão não hesite em contactar-nos.
Com os melhores cumprimentos,
Núcleo de Acompanhamento de Processos e Gestão de Informação
Centro de Atendimento ao Munícipe
Divisão de Informação e Atendimento
CML - Câmara Municipal de Lisboa
Tel.: (+351) 808 20 32 32 | Fax: (+351) 808 20 31 31
E-mail: municipe@cm-lisboa.pt
Site: www.cm-lisboa.pt
Para mim, cidadão, não deixa de ser triste constatar o quão impressionante é a lentidão com que uma situação destas é gerida pela principal e maior câmara municipal de Portugal e, repito, logo numa zona geográfica que mais próxima está da sua sede.
Certamente, admito também, não se prevê que algum meu concidadão se lá venha a afogar e, daí, a menor celeridade atribuída pela CML ao assunto. Mas (bolas!) ao menos, senhores da CML e serviços (in)competentes, pensem em colocar na proximidade um aviso balnear com bandeira e uma bóia. Porque nunca se sabe...
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Honda reinventa a roda (?)
Assim o parece ser, se virmos os videos que aqui incluo. Apresentada em Abril deste ano, esta roda, chamada de Honda Omni Traction Drive System, não... "roda" simplesmente para a frente ou para trás. Ela também permite deslocações laterais e sem mudar de posição, permitindo manter uma tracção integral em qualquer dos 3 sentidos!
Na realidade, a roda é mais do que uma, num só objecto. É constituída pelo elemento principal, de aspecto mais ou menos "tradicional", ao longo de cuja superfície estão montadas inúmeras outras rodas de menores dimensões e que são, no fundo, o segredo do sistema.
Se a isto juntarmos o veículo demonstrador desta tecnologia, o protótipo U3-X Personal Mobility, só posso concluir que a calaceira, nacional e não só, terá todo o direito de ficar ansiosa de antecipação pela disponibilização e disseminação deste veículo. Aí é que nunca mais se tirava o proverbial rabinho da cadeira! Arriscarei mesmo a dizer que, a ser usada esta... "solução" (?!), a raça humana dispensará de todo estes apêndices até então conhecidos como pernas! "Pernas para quê?" será, inclusive, expressão popular a ganhar, também ela, uma nova dimensão e significado!
Japonesices...
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
BANG!!
Não, não estou a treinar tiro com pistola. Trata-se simplesmente do nome da publicação em formato e-book, muito boa, digo-o já, da revista da editora Saída de Emergência (SE).
Há poucos dias foi disponibilizada nova edição online, a oitava (que é na realidade a nona, uma vez que nasceu no número zero) à qual se pode aceder clicando na imagem de capa:
Todos os e-números até agora editados podem ser vistos e descarregados aqui, gratuitamente. Com conteúdo dividido entre a ficção e a não-ficção, esta é uma boa forma de divulgação da actividade editorial da SE, na qual se inserem excertos de obras por ela publicadas, bem como textos inéditos de autores nacionais e estrangeiros.
Sempre é uma alternativa para a todos aqueles cujos horizontes literários, em modo de leitura gratuita ("e-" ou não), se restringem ao Metro, Destak, Oje, Borda d'Água e quejandos. E friso que nada tenho contra estes (além de, por serem jornais, me sujarem as mãos que até arrepia).
Há poucos dias foi disponibilizada nova edição online, a oitava (que é na realidade a nona, uma vez que nasceu no número zero) à qual se pode aceder clicando na imagem de capa:
Todos os e-números até agora editados podem ser vistos e descarregados aqui, gratuitamente. Com conteúdo dividido entre a ficção e a não-ficção, esta é uma boa forma de divulgação da actividade editorial da SE, na qual se inserem excertos de obras por ela publicadas, bem como textos inéditos de autores nacionais e estrangeiros.
Sempre é uma alternativa para a todos aqueles cujos horizontes literários, em modo de leitura gratuita ("e-" ou não), se restringem ao Metro, Destak, Oje, Borda d'Água e quejandos. E friso que nada tenho contra estes (além de, por serem jornais, me sujarem as mãos que até arrepia).
Vergonha para ti, Câmara Municipal de Lisboa...
A imagem, que captei hoje de manhã, mostra (espero eu, que o espertofone não é uma Nikon) o estado em que está a passagem de peões junto a uma das saídas da estação da CP do Cais do Sodré. E assim está desde há 3 semanas, altura em que caiu uma primeira chuvada.
Desde esse dia e como entretanto vieram dias mais secos, a coisa passou por si, ou seja, a zona voltou a estar transitável. Infelizmente e como os dias de chuva regressaram, os transeuntes voltaram a ter de viver com a situação de impedimento do uso da passagem de pões (que, diga-se, mesmo em condições normais nem sempre é respeitada pelos condutores, mas isso é tema para outra conversa).
É de bradar aos céus — primeiro, para ver se o São Pedro abranda um pouco mais no seu entusiasmo aquático — que desde há tanto tempo e numa zona urbana de grande movimentação de cidadãos (não esquecendo o mau aspecto que se apresenta aos turistas que ainda por cá permanecem), a CML – Câmara Municipal de Lisboa ainda não tenha feito fosse o que fosse para 1) limpar as sarjetas e 2) tornar a zona um pouco menos insegura para os transeuntes do que é habitual.
Talvez que a sua “distracção” seja justificada. Provavelmente andam a olhar para o outro lado da cidade e não repararam. Provavelmente nenhuma patrulha da Polícia Municipal ainda tenha, em 3 semanas, tido oportunidade de passar pela zona. Talvez, também, os cidadãos que a frequentam lamentem a ocorrência mas também não sejam activos o suficiente para o dar a conhecer à CML, exercendo, digamos, um dever cívico para com todos (já que, repito/suspeito, os elementos da Câmara estão muito longe da área — afinal da Praça do Município ao Cais do Sodré eles só se deverão deslocar de Lexus e aquilo é um ror-de-centenas-de-metros (muito trabalho; ouff…) — e, portanto, ainda não deram pela “coisa”.
Seja como for, decidi tirar o retrato hoje, que vou fazer questão de comunicar à CML através do canal próprio, a sua página oficial. Veremos se ainda por lá haverá algum funcionário e/ou pás disponíveis para pôr(em) mãos-à-obra e se acabar de vez com aquele espectáculo completamente dispensável e prova da incúria dos serviços públicos.
O contacto que irei usar, retirado das dezenas disponíveis, é este:
- CAM - Centro de Atendimento ao Munícipe
- Telefone: 808 20 32 32
- Fax: 808 20 31 31
- Email: municipe@cm-lisboa.pt
Eu cá virei dar conhecimento dos resultados deste contacto.
Everything But The Girl , "When All's Well"
We are not true
We are not pure
We are not right
O but still I'll steal to you at night
Too selfish by half
Too ugly by far
Oh But when your songs have been sung, come to me
come to me
come to me
come to me
Rumours are rife
winter blows cold
Reminds me of such wretched times
And yet all the same
I will never deign
To think ill of you
When all's well
My love is like cathedral bells
When all's well
My love is like cathedral bells
We are not true
We are not pure
We are not right
Amongst all the dross
lies and the grief
There are so many things you just wouldn't believe
amongst all the dross
The lies and the grief
When all's well
My love is like cathedral bells
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
El Guincho, "Bombay"
Não sei bem porquê, mas adoro este vídeo... Um bom tema, também.
EL GUINCHO | Bombay from MGdM | Marc Gómez del Moral on Vimeo.
Apetece-me
Juro que nada tem a ver com este meu texto, mas a verdade é que me apetece (sei lá porquê), dizer palavrões por tudo e por nada. A sorte de quem me rodeia é que nunca tive o hábito de os dizer em público, em alta-voz — mas o mesmo já não posso dizer da intimidade da minha cabeça...
(foda-se...)

Começou a temporada...
![]() |
| (Imagem do Jornal Público, Nuno Ferreira Santos) |
Este ano, um pouco mais tarde que o habitual mas mesmo assim eles aí estão. É impossível escapar-lhes, de tão espalhados estarem — parecem uma praga, semelhante, digo eu, à omnipresença dos pombos nas grandes cidades.
Falo dos "pais natais" e "meninos jesuses" à(s) janela(s). Dependendo da inclinação do respectivo proprietário, mais profana ou sagrada, estes objectos de dependurar ornamentam as fachadas dos lares portugueses, dos mais humildes aos mais novos-ricos.
A mim, "ferem" a vista e a estética, já tantas vezes e por si só duvidosa, de alguns edifícios urbanos. A quem beneficiam? pergunto eu. Nem de propósito (talvez como que respondendo a esta pergunta retórica), a notícia de primeira página do Correio da Manhã de 29 de Novembro último já berrava "Igreja já perde 50% das esmolas".
Historicamente falando, os estandartes do Menino Jesus foram por cá lançados em finais de 2009 por "um grupo de famílias cristãs", que, desinteressadamente, pois claro, teve a iniciativa de lançar uma página na Web onde se vendem em kits! (como os tempos mudaram, desde um grupo acossado por romanos sedentos de sangue até a um grupo de caridosos informáticos evangelizadores...)
Mas, calma! Que, afinal (cito a dita página): "Os lucros obtidos na venda dos kits reverterão para as obras sociais da paróquia/movimento onde forem adquiridos." €12 é quanto custa. Mas note-se que está tudo controlado, caso não existam perto de si paróquias com a mercadoria disponível. Com efeito, "Se na sua área de residência não existir nenhuma paróquia/movimento que tenha aderido a esta iniciativa, pode solicitar, excepcionalmente, o seu kit através do email [blablabla; inserir e-mail aqui] (15 euros por correio normal com portes incluídos e 21 euros para envios à cobrança )"!! Antes do aumento da taxa do IVA ou depois? Como eu (não) fico mais descansado... Afinal, toda esta barbaridade visual (repito: tanto de pais natais, como de meninos jesuses), afinal até serve um propósito louvável!
Mas há aqui um problema. Mesmo que eu, parolamente, assumisse que 100% destes €12 (ou 15 ou 21, consoante) fosse canalizado, de facto, para as "obras sociais da paróquia/movimento onde forem adquiridos", isso só seria bom se os ditos meninos fossem descartáveis após cada época festiva. Convenhamos que está mal bastar eu *hoje* dar 12 euros (ou 15 ou 21, consoante), tudo muito bonito, mas que me dão direito vitalício de uma consciência aplacada, ignorando doravante as necessidades alheias. Que não tiram férias e são cada vez mais gritantes.
Ou não me digam que quem comprou o primeiro estandarte em 2009, este ano vai comprar outro "só" para contribuir para as "obras sociais da paróquia/movimento onde forem adquiridos"?? Será que no tal sítio na Web lá vão colocar entretanto (por exemplo, como o fazem com a exaustiva lista de pontos de venda...) os resultados palpáveis e concretos (visíveis, mesmo!) de tão abnegado e desinteressado esforço financeiro iniciado em 2009?
Portanto, é assim (uma possível conclusão): os Portugueses preferem, nestas épocas natalícias e num acto de puro egoísmo saloio, "engalanar" as suas habitações com aqueles objectos que para nada servem excepto acalmar o seu ego e sentido de partilha e solidariedade desviados (ia dizer "desviantes", mas para isso estou cá eu). Sendo, ou não, Natal.
Poupem-me os olhinhos por favor...
P.S.: E com esta me retiro, para preparar o enxoval antes de me porem às portas do Inferno (cristão).
domingo, 5 de dezembro de 2010
Constato que...

É voz comum dizer-se que nós é que comandamos a nossa própria vida, com as decisões que tomamos (ou deixamos de tomar). Pois eu acho que raramente tenho comandado alguma coisa e, até, estarei convicto de ser mero títere, vítima de um mau argumentista de BD. De estar, de facto, *a viver* uma má estória dentro de uma BD. =P
Falo. Não falo?

Não o farei, para já. Provavelmente nunca. Ou teria de incluir aquela janela inicial de "aviso à navegação", antes de se entrar neste espaço.
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