Requer ballz do tamanho da própria onda... Os detalhes (com o recorde entretanto já confirmado pelo Guiness):
It seems that Garrett McNamara just broke the world record for largest wave surfed by successfully navigating this 90-foot wall of watery death in Nazaré, Portugal. The previous record—77 feet—was set by Mike Parsons in 2008. The Song is Ricochet by David Michael & Lee Pomeroy.
Falo aqui algumas vezes no Mellotron, um instrumento de teclas electro-mecânico usado inicialmente por grupos de Rock Progressivo. Neste vídeo, entre outros sintetizadores, fala-se no funcionamento de um, o usado pelo teclista Tony Banks dos Genesis. Portador de um exclusivo e característico som, era um autêntico pesadelo de afinação e uso em espectáculos "live". Temperamental, como tanta coisa bela.
Tinha-o em meu poder há uns dias mas só hoje lhe dediquei tempo para uma audição completa. A primeira. Como todas as primeiras impressões, esta (também) foi indelével. E marcantemente positiva, devo acrescentar. Mas deixem-me começar pelo começo. Storm Corrosion é o projecto (mais um) do britânico Steven Wilson com o sueco Mikael Åkerfeldt (Opeth). Se do segundo "basta" referir a qualidade de volcalista e membro mentor do respectivo grupo de Prog Metal, já do primeiro e além dos trabalhos a solo a amplitude de projectos e bandas — com Porcupine Tree à cabeça — a ele associados é de tal variedade e qualidade que tenho dificuldade em resumi-la. Se considerarmos que estou a falar de um músico e produtor autodidacta e multi-instrumentista, o conceito ainda é mais abismal. Deixo a sugestão de uma visita à Wiki que se lhe refere, para mais informação.
Sobre o álbum homónimo propriamente dito, trata-se de um alinhamento de seis temas de longa duração ao longo dos quais a paternalidade — especialmente considerando a origem mais heavy e Metal de um dos membros — não parece denotar influências, de tal forma são em parte instrumentais e em parte quasi-atmosféricos e bucólicos. Na pacificidade do seu som há contudo algo de experimental e épico, suportado por electrónicas discretas, mais sentidas no campo dos teclados, sempre presentes e audíveis em cada tema. Suspeito mesmo que alguns instrumentos vintage (não podia faltar um Mellotron num tema de Prog) tenham sido usados na sua composição...
Como em todas as áreas em que (passe a expressão) o pé do Homem põe a proverbial mão, tudo o que possa escrever a respeito dos músicos e desta sua obra é inteira e conscientemente subjectivo, pelo que admito opiniões eventualmente contrárias à minha. Ouçamos, entretanto, um dos temas mais apaixonantes deste disco, o final Ljudet Innan, que em sueco significa algo como "the Sound Before (you left):
Sobre o trabalho de cada um dos músicos, aqui deixo dois vídeos que ilustram um pouco dos respectivos sons. O primeiro, retirado da página oficial do Steve, é uma amálgama de excertos de muitos dos seus trabalhos, a solo e em grupo. Dos Opeth, escolhi a faixa mais Proggy do álbum mais recente, o Heritage de 2011.
Admito já, à cabeça", não ser grande apreciador do nacional-cançonetismo. Todavia, porque gosto de me saber musicalmente ecléctico, por gostar da letra, dos arranjos e da interpretação (OK, concedo que a actriz/cantora também é bonita...), aqui fica o devido destaque.
A Mojo #223 de Junho (?) de 2012 comprei-a em Londres quando saíu a público no passado dia 25 de Abril. Desconheço se já por cá se encontra à venda, mas este número com capa dos Beach Boys é recomendadíssimo e imperdível pelos seus vários conteúdos. Dedicado maioritariamente à banda californiana, à celebração do seu 50º aniversário e à sua reunião (mais uma), contém também o CD "Pet Sounds Revisited" onde, num ajustado tributo, podemos ouvir covers (reinterpretações) dos 13 temas do seminal e intemporal Pet Sounds de Maio de 1966, mais uma faixa extra, "Trombone Dixie", pelo som de bandas e músicos como Saint Etienne, The Magnetic North, Tim Burgess, Gaz Coombes, Here We Go Magic ou The Flaming Lips, entre outros. Tudo embrulhado visualmente num pacote evocativo do de '66, incluindo, nas capas da revista e do CD, duas imagens da sessão fotográfica captada com a banda em Fevereiro daquele ano no Zoo de San Diego.
Para mim, o Pet Sounds original é um ("um"? "O"!!!) dos maiores discos de sempre do Rock and Roll e que nem sequer foi alguma vez suplantado por qualquer dos álbuns dos contemporâneos e tantas vezes "comparáveis" The Beatles (e crucifiquem-me por afirmar isto, não me importo). Esta edição de covers faz-lhe juz e adicionalmente remete-nos para os originais e a genialidade dos seus autores. Ouçam tudo, original e "cópia", que não se arrependerão.
Interesse adicional na Mojo, mas agora online, é a recolha de 10 vídeos de alguma forma protagonizados pelos Rapazes da Praia (clips musicais e documentários) e que deve ser vista neste link.
E porque por detrás de cada homem ou génio (caso não haja uma grande mulher), existe algo mais que o inspire, a prova está no seguinte excerto-vídeo do documentário dedicado aos The Beach Boys, "Endless Syncopation: The Rising Fall of The Beach Boys and The California Myth", um filme de Andre Perkowski e que foi "Made Out Of All The Other Beach Boys Films". Infelizmente, a genialidade vem com um preço e, tal como os almoços, nunca é grátis...
Com o projecto/espectáculo The Bunny Boy começa a manifestar-se e a vislumbrar-se um discreto levantar do véu da anonimidade nos The Residents. É nesta fase da sua carreira que se assiste (pelo menos para mim) à dissipação das dúvidas quanto à "verdadeira" (o que é verdadeiro nos The Residents?) IDentidade de um dos seus membros, precisamente o front-man "Randy" a.k.a. "Randy Rose" (a.k.a. "Homer Flynn", digo eu). Mas não se admire se nada disto pertencer à realidade. Afinal, os Residents "somos todos nós", como já aqui foi sugerido.
De acordo com a banda dos quatro gatos de feltro: feltworth.
"(...) Now they work for free. They used to be a business and now they're Art". Santinho(s).
Já sabia da aventura que foi o primeiro "passeio" da mulher do João Barbosa, com este a pilotar o Corvette DP (Daytona Prototype) da Action Express Racing no último fim de semana de Janeiro deste ano em que se disputou a corrida de 24H na pista Daytona International Speedway, a primeira do ano do Campeonato GRAND-AM norte-americano, que o português honrosamente terminou em 3º da Geral.
A frase em título proferiu-a a mulher, à guisa de aviso (tão tipicamenmte feminino, quando toca a homens a conduzir), mas à velocidade máxima aproximada de 297,72 km/h (185mph) o caso, desta vez, talvez não tivesse sido para menos. Curioso, como mesmo assim consegui distinguir os guinchos femininos dos peculiares (e curiosamente similares) ruídos próprios do turbo nas passagens de caixa aquando das reduções que o piloto fazia, à entrada das curvas e depois nas acelerações.