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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O meu post mais estranho...

Admito ser o mais estranho que alguma escrevi, seja em que blog for. Faço-o por considerar que nenhum assunto é tabu, porque se trata de algo que algumas (muitas?) pessoas consideram... vergonhoso (?!), por se tratar, no fundo (desculpem) uma das razões da própria existência de quem ainda assim pense. A "origem" de tudo? Badalhoquice pura? Erotismo fácil? Nenhum dos anteriores? Sempre discutível afirmá-lo, mas o trabalho do artista britânico Jamie McCartney e o seu projecto "Great Wall of Vagina", a ser exposto a partir de 8 de Maio na Hay Hill Gallery (na Cork Street londrina), são bons pretextos para mais uma reflexão, agora de outra ordem, depois destoutro momento. O seguinte vídeo deve dizer o suficiente, para começar:



sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

The Kills, The Last Goodbye

Retirado do mais recente trabalho do duo anglo norte-americano, Blood Pressures (2011), o clip da banda para The Last Goodbye, dirigido pela actriz Samantha Morton. Uma composição de imagens a P&B, captada numa cabina de fotos "a la minute", com uma aparente desconexão face à lírica da canção. Mas, escutem-na bem, os "adeuses" não se fazem destes momentos também? Para mim a metáfora é a do instantâneo que se torna perene pela captação de instantes (curioso conceito, considerando o tema) de algo que acabou (antes: acabaria?). Para 1ª incursão da actriz-realizadora numa quinta que não será a sua de corpo-e-alma, a da Música, considero que se saíu muito bem a dar corpo/objecto a um conceito que não será estranho a muitos de nós.




It's the last goodbye I swear
I can't rely on a dime a' day love
That don't go anywhere

I'll learn to cry for someone else
I can't get by on an odds and ends love
That don't ever match up

I heard all you said
And I took it to heart

I won't forget I swear
I have no regrets
For the past is behind me
Tomorrow reminds me just where

Can't quite see the end
How can I rely on my heart if I break it
With my own two hands

I heard all you said
And I love you to death
I heard all you said
Don't say anything

It's the last goodbye I swear
I can't survive
On a half hearted love
That will never be whole




Complemento o destaque com um regresso à realidade (?), a do outro plano da materialização da obra musical: o Making Of do mini-filme:



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Go the F*** To Sleep ao som do Samuel L. Jackson

Trata-se aqui de um livro editado em finais de 2011, escrito por Adam Mansbach, ilustrado por Ricardo Cortés, e um que tem um título tão mais delicioso (e directo) quanto o conteúdo dirigido ao adulto que há na criança que todos nunca deixámos de ser (how appropriate, considering the day). Aqui, um pequeno excerto cantado por esse grande Mestre Jedi que foi o Mace Windu... ai (perdoem-me que já me troco todo), quero dizer pelo actor Samul L. Jackson.

P.S.: Não façam caso das letras explícitas (deixem de ser hipócritas, pá); elas são mesmo assim.


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Tindersticks, A Night So Still

Tenho estado a ouvir o mais recente trabalho dos Tindersticks, The Something Rain (2012), e ainda não encontrei um tema de que não gostasse (é obra mas neles não é de admirar). Uma amostra:


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

São árvores, é art&ntervenção, são graffiti. Tudo em: "Dalaiama On Trees"

Gaita, espero com o meu título ter dito... tudo. Seja como for, vejam-se os vídeos que o Dalaiama hoje colocou no seu blog (visitem-no, sim?):


Dalaiama On Trees from Dalaiama Street Art on Vimeo.


P.S.: Lá vou eu andar (ainda mais...) de cabeça no ar a ver se desencanto alguma destas placas...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Podcast: Proggy Style Radio Show (me on it)

A propósito deste episódio, ouvi hoje que o meu amigo Charlie O'Mara dedicou-me na edição #117 o tema Paper Monkeys, também título do álbum mais recente dos Ozric Tentacles. Repito o que antes aqui escrevera: para fãs do género são imperdíveis estes podcasts Proggy Style Radio Show — e não o digo por lá ter sido referido por duas vezes (e desta feita ele ter dito o meu nome na perfeição! :) ).




Aqui deixo o tema em escuta no podcast mais bem humorado e descontraído dedicado ao Rock Progressivo de ontem, de hoje e de sempre e, de seguida, uma vídeo-entrevista dada pelo casal (Ed e Brandi) Wynne a propósito deste seu novo trabalho. Por partes: Paper Monkeys, Ozric Tentacles. Take it awaaay!!....






A entrevista...



quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Jack White, Love Interruption

O mais recente tema do próximo trabalho de Jack White, primeiro a solo (Blunderbuss de seu nome), após um hiato silencioso, num vídeo dirigido pelo próprio. Isto é o amor (?); o que ele nos faz (fazer, ou não).Venham buscá-lo, ou deixem-no de parte de todo... Melhor ainda: refaçam-no!

Descendo à Terra, a acompanhá-lo nesta nova aventura musical, estão: Ruby Amanfu (vocalista), Emily Bowland (clarinete baixo) e Brooke Waggoner (no piano eléctrico Wurlitzer).




I want love
To roll me over slowly
stick a knife inside me,
and twist it all around.

I want love to
grab my fingers gently
slam them in a doorway
put my face into the ground.

I want love to
murder my own mother
and take her off to somewhere
like hell or up above.

I want love to
change my friends to enemies,
change my friends to enemies
and show me how it's all my fault.

I wont let love disrupt, corrupt or interrupt me x 2
Yeah I wont let love disrupt, corrupt, or interrupt me anymore.

I want love to
walk right up and bite me
grab a hold of me and fight me
leave me dying on the ground.

And I want love to
split my mouth wide open and
cover up my ears,
and never let me hear a sound.

I want love to,
forget that you offended me
or how you have defended me,
when everybody tore me down.

Yeah I want love to
change my friends to enemies,
change my friends to enemies
and show me how it's all my fault.

Yeah I won't let love disrupt, corrupt or interrupt me
I wont let love disrupt, corrupt or interrupt me
I wont let love disrupt, corrupt, or interrupt me anymore.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

E quase a começar... ALMS Sebring Winter Test 2012

Mesmo que não gostem de desportos motorizados (barulho em excesso, velocidade, cheiro a combustível, tudo a consumir rios de dinheiro, etc.), ouçam ao menos a banda sonora... Curiosidade adicional para quem não siga estas coisas: a Level 5 Motorsports é a equipa norte-americana que em 2011 alcançou o 3º posto na classe LMP2 nas 24H de Le Mans, tendo ao colante um grande piloto português: João Barbosa. E atenção à spin no minuto 06:08! As 12H da corrida a sério terão lugar em 17 de Março.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Genesis Live (em 1972 na TV belga)

A pouco mais de um mês disto, vamos recordar os originais Genesis num vídeo de rara qualidade (sem exageros, face aos padrões actuais...) gravado numa actuação em directo no programa Pop Shop da TV belga, nos idos de 20 de Março de 1970. Em toda a sua glória progressiva, eis os 29 minutos da performance do quinteto britânico; e os temas são:

The Fountain of Salmacis (merecedor de mais reconhecimento que o que lhe foi votado)
Twilight (um muito superior e menos xaroposamente insuportável que esse em que estão a pensar)
Musical Box (clássico #1)
The Return of the Giant Hogweed (curioso, o erro com que a legenda surge na tela e clássico #2)





P.S.: Ai que me mata, aquele baixo Rickenbacker 4001 do Mike Rutherford... <3

P.P.S.: Um agradecimento ao meu amigo Paulo Quintela (@__pq), que me trouxe à atenção esta versão melhorada de um show já conhecido.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

E se Captain America?...

...Tivesse sido dirigido pelo Sam Peckinpah? Um dos possíveis resultados para a alternativa cinematográfica do Captain America (sempre sangrenta, considerando aquele autor) seria este, filmado por Forrest Whaley inteiramente com recurso a personagens/minifiguras LEGO:


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A VW contra-ataca...

Mais uma vez a Volkswagen norte-americana a associar-se à imagética cultural de Star Wars por meio de novo comercial, que irá ser mostrado na TV durante a edição 46 do Super Bowl, neste domingo dia 5. Antes de verem o anúncio ao novo produto (o VW Carocha/Beetle deste ano), que à primeira vista não faz muito sentido estar associado à Guerra das Estrelas (mas enfim...), a recordar aqui o vídeo de 2011, manifestamente superior pela originalidade e humor. Vejamos então o intitulado "The Dog Strikes Back: 2012 Volkswagen Game Day Commercial":

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

YES, Turn of the Century

Bonito tema do Prog dos YES, escrito e composto por Jon Anderson, Steve Howe e Alan White. Merece transcrição completa do poema, que mostra como o Amor pode ser intemporal — e (repetição) eterno?




Realising a form out of stone,
Set hands moving.
Roan shaped his heart,
Through his working hands.
Worked to mold his passion into clay,
Like the sun.

In his room, his lady,
She would dance and sing so completely.
"So be still," he now cries,
"I have time, oh let clay transform thee so."

In the deep cold of night,
Winter calls, he cries "Don't deny me!"
For his lady, deep her illness.
Time has caught her,
And will for all reasons take her.

In the still light of dawn, she dies.
Helpless hands soul revealing.

Like leaves we touch, we learn.
We once knew the story.
As winter calls he will starve,
All but to see the stone be life.

Now Roan, no more tears.
Set to work his strength,
So transformed him.
Realizing a form out of stone,
His work so absorbed him.

Could she hear him?
Could she see him?
All aglow was his room,
Dazed in this light.
He would touch her,
He would hold her.

Laughing as they danced,
Highest colors touching others.

Did her eyes at the turn of the century,
Tell me plainly.
How we'll meet, how we'll love,
Oh, let life so transform me.

Like leaves we touch, we dance.
We once knew the story.
As autumn called and we both
Remembered all those many years ago.
I'm sure we know.

Was the sign in the day with a touch,
As I kiss your fingers.
We walk hands in the sun,
Memories when we're young,
Love lingers so.

Was it sun through the haze,
That made all your looks,
As warm as moonlight?
As a pearl deep your eyes,
Tears have flown away,
All the same light.

Did her eyes at the turn of the century,
Tell me plainly.
When we meet, how we'll look,
As we smile time will leave me clearly.

Like leaves we touch, we see,
We will know the story.
As autumn calls we'll both remember,
All those many years ago.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Os Genesis voltam a Cascais!! (37 anos depois)


Não são exactamente os Genesis de 1975 mas os The Musical Box, o grupo oficial de tributo e homenagem à banda do Rock Progressivo do meu contentamento. Os dois concertos que aqueles deram no Pavilhão do Dramático de Cascais em dias consecutivos, ficaram para a história e eu próprio tenho como uma indelével e inesquecível memória a frustração de não ter podido participar porque... os meus pais não deixaram este puto de 16 anos assistir, nem com a companhia de uma prima, mais velha! Outros tempos, pois claro, ainda por cima com um fresquinho 25 de Abril na memória dos progenitores, alimentando-lhes instintos protectores do seu filhinho contra aqueles malucos, todos uns drogados certamente (diz-se que o cheiro a erva era tanto e tão intenso que bastava respirar naquele pavilhão para se ficar high, mas isso agora não interessa), que iriam estar presentes em tal orgia musical... Consta que em cada uma das duas noites estiveram cerca de 10.000 drog.., perdão, espectadores presentes no concerto! E eu por pouco que não fui um deles...

Enfim, e porque tal como o amar também nunca é tarde para regressar a um passado saudoso (37 anos depois), infelizmente já não com a banda original, lá irei — finalmente! — marcar presença no agora novo Dramático de Cascais para, no mínimo, tentar recuperar parte daquilo que teria sido, por outros motivos, uma memória ainda mais marcante. Para mim, e, certamete, outros como eu, provavelmente os das duas gerações seguintes, serão sempre os tais Genesis que irei/iremos ter à minha frente a tocar os 22 temas do histórico álbum conceptual (o último lançado pela banda em quinteto completo, em 1974), The Lamb Lies Down on Broadway (TLLDoB).


O concerto de 6 e 7 de Março de 1975
Sobre ele, infelizmente mais um dos Genesis clássicos (i.e. composto por Peter Gabriel, Michael Rutherford, Tony Banks, Steve Hackett e Phil Collins) do qual não foi feito qualquer registo visual completo de qualidade, nada melhor do que visitar o blog criado em 2005 por Guilherme Pereira, aquando da passagem dos 30 anos sobre as duas datas históricas. Um bom local para podermos recordar os testemhunhos de alguns presentes e tamém diversos objectos associados ao evento então organizado pela promotora Concerto de Carlos Gomes: o cartaz oficial, a confirmação do contrato com a banda, recortes de imprensa, os bilhetes (a Esc. 80$00?? pois sim...), e fotos daquela época tão longínqua, e simultaneamente próxima. Fui em 2005 um dos que comentou no blog (ia lá agora deixar passar a efeméride em claro); até o Gimba lá comentou! ;)

Uma nota de rodapé para outro objecto comemorativo, a edição do DVD-documentário "Genesis Encore Cascais 75" realizado por João Dias, que a Bazar do Vídeo editou em 2005 juntamente com a revista Cais e de que me posso gabar de ser o detentor de uma das cópias numeradas. Mais sobre ele aquiaqui e aqui.

Apesar da escassez dos testemunhos fílmados que referi, mesmo assim ainda foram feitas algumas captações de imagem (principalmente fixa), que, acompanhadas do som captado no palco permitem ter uma (pálida) ideia do ambiente que se viveu em Cascais, tendo sido incluídas no citado DVD de edição nacional. Alguns exemplos, com os quatro primeiros temas da obra magistral que TLLDoB sempre foi:












Os The Musical Box
Sobre a banda que iremos ver no próximo dia 10 de Março de 2012, de que eu já aqui falara em 2011, ela é composta por seis canadianos francófonos e sobre eles, melhor do que me reperir, será sugerir uma visita à página da Wikipedia que deles fala. Vê-los-ei em Março e aqui deixarei, para memória futura, o testemunho da sua actuação. Que venham daí os Genesis possíveis para a época que vivemos. Por mim, estou ansioso por ver o carneiro adormecer na Broadway.