Viajo muito e ininterruptamente. Dentro de mim, principalmente (para mal dos meus pecados).
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Dilbert...
Laptops are so nineties... Tablets are the present. The future will be rollable plastic foils you confuse for your handkerchief. =p
domingo, 17 de julho de 2011
Google+: o guia completo
Volto de novo ao Google+ depois de no meu post anterior ter partilhado o post da Lucy Pepper (que agora admite na realidade ser um homem, mas-isso-agora-não-interessa) no qual ela mostrava o que eram e como funcionam os "circles" no G+. Hoje aqui partilho um artigo mais completo, recebido no meu stream por via da Catarina C.: Google+: The Complete Guide (via Mashable.com).
quinta-feira, 14 de julho de 2011
A segurança e confidencialidade nas empresas
Hoje, ao ler no diário económico gratuito Oje a entrevista ao responsável para Portugal de uma das empresas que operam na área da venda de soluções de segurança em redes informáticas e Internet, fiquei com vontade de discorrer sobre o assunto. Como profissional (por coincidência, também no ramo da computação mas não especificamente na vertente segurança) a sua leitura leva-me a comentar neste meu espaço onde faço questão de que caiba tudo-e-mais-alguma-coisa.
Começo por admitir que não leio regularmente o Oje e por isso não sei se entrevistas deste género (com "CEOs" seja de que empresa forem) são sempre assim, tão gritantes oportunidades para que estes vertam autêntica propaganda aos seus produtos e "soluções". Esta, assim por alto, foi o que me pareceu. Mas, pior (daí a necessidade de verter prosa sobre a dita), é a ideia subjacente à criação de novos lugares comuns na área da informática, simplesmente com o intuito de se diversificarem ofertas no mercado especializado e se aumentarem as vendas (tudo, em última instância, se resumindo a números), ao mesmo tempo que se procura demonstrar uma superioridade face aos demais parceiros de actividade.
A segurança (ou a sua viabilidade e garantia) sempre estiveram dependentes de critérios, no fundo básicos de bom senso. Refiro-me à segurança interna à empresa. Claro que na era em que se reaviva a noção de "Cloud" — outra manobra de marketing para algo que já existe há vários anos, mas nunca com este nome pomposa e enganadoramente simplório, numa revisitação a certa era da informática passada — se estão a colocar na proverbial mesa factores de carácter que pende mais para a tecnologia que para a face humana do seu uso (afinal, a razão última da sua existência). Regressemos à segurança. Ela depende de todos os intervenientes, implementadores e utilizadores finais. E aquilo que o entrevistado omite (o que percebo, porque o que ele quer é fazer "números" para o seu empregador) é que grande parte da segurança que a sua solução meramente tecnológica pretende oferecer ignora ostensivamente (para mim, pelo menos) que pessoas satisfeitas nunca são um factor de risco para a segurança interna da informação da empresa, nem para a sua eventual e indesejada fuga para o exterior.
A propósito dos "perigos" (sic) (note-se como só com este termo se lança a noção de que algo de biblicamente grave está em potencial germinação no interior de uma instituição) associados aos utilizadores internos, como se cada colaborador fosse um potencial terrorista, um dos exemplos usados pelo visado é o do "well meaning insider". Este, supostamente e de acordo com o pueril exemplo citado, poderia, sem ser mal intencionado, levar gravada numa pen drive informação confidencial da empresa para a trabalhar em sua casa mas que, posteriormente, emprestaria tal objecto a um seu filho, que por sua vez a levaria para escola, local onde a tal informação confidencial seria (só então??) colocada em risco. Para mim, este nunca será um "well meaning insider" mas sim um "perfeito idiota" que deveria ser despedido na primeira oportunidade.
Alguém de menos cerebral poderá, no seio de uma empresa, achar que esta cenário é plausível e, pior, ele vai acontecer(-lhe)! O que fazer então (pensa a luminária) para o impedir? Nada mais simples! Contacta-se uma empresa como a do entrevistado, que lhe apresentará uma solução que irá custar muitas centenas de milhares de dinheiro (para análise prévia + testes + compra do produto + a sua manutenção futura + horas de trabalho) para aplicar um mecanismo que impedirá (só rindo) que tal aconteça, de facto.
E é aqui que volto à noção, pelos vistos mais espúria e impensável, empresarialmente falando, das "pessoas satisfeitas". Não sou tão ingénuo que as considere mais infalíveis, ou menos confiáveis, só por isso, mas serei o único a achar que a empresa deveria ser responsável pela criação de (por exemplo) um bom ambiente de trabalho, bem organizado e responsavelmente dirigido e que apostasse na formação interna de molde a que todos os seus colaboradores tivessem a noção (e a consciência) dos prováveis perigos envolvidos no acesso e manipulação de informação, sensível ou não? O que seria, então, do "negócio" das empresas que vendem segurança (e também papões) no mercado? Uma revisão de estratégia de venda(s), certamente.
Repito que a satisfação (que impede ressabiados de se vingarem com aquilo que têm mais à mão) não é solução para tudo, mas continuo a acreditar (pena ser só eu) que as pessoas humanas são mais importantes e que é na aposta nestas que a verdadeira segurança começa. Tudo com ganhos para a empresa e a gestão da sua riqueza interna e orçamentos futuros. Só depois deveria vir a segurança de cariz tecnológico, a tal que também serve para avivar e recordar aos potenciais visados (os colaboradores) que a empresa os vê não como um "bem" mas como um "risco", causando neles a ideia de que não são confiáveis e que são olhados como meros borregos (ninguém o diz abertamente, mas pensa-o, a vários níveis da hierarquia...) a quem se paga uma esmola mensal.
P.S.: Alguém percebeu alguma coisa do que escrevo? Fará sentido?
Começo por admitir que não leio regularmente o Oje e por isso não sei se entrevistas deste género (com "CEOs" seja de que empresa forem) são sempre assim, tão gritantes oportunidades para que estes vertam autêntica propaganda aos seus produtos e "soluções". Esta, assim por alto, foi o que me pareceu. Mas, pior (daí a necessidade de verter prosa sobre a dita), é a ideia subjacente à criação de novos lugares comuns na área da informática, simplesmente com o intuito de se diversificarem ofertas no mercado especializado e se aumentarem as vendas (tudo, em última instância, se resumindo a números), ao mesmo tempo que se procura demonstrar uma superioridade face aos demais parceiros de actividade.
A segurança (ou a sua viabilidade e garantia) sempre estiveram dependentes de critérios, no fundo básicos de bom senso. Refiro-me à segurança interna à empresa. Claro que na era em que se reaviva a noção de "Cloud" — outra manobra de marketing para algo que já existe há vários anos, mas nunca com este nome pomposa e enganadoramente simplório, numa revisitação a certa era da informática passada — se estão a colocar na proverbial mesa factores de carácter que pende mais para a tecnologia que para a face humana do seu uso (afinal, a razão última da sua existência). Regressemos à segurança. Ela depende de todos os intervenientes, implementadores e utilizadores finais. E aquilo que o entrevistado omite (o que percebo, porque o que ele quer é fazer "números" para o seu empregador) é que grande parte da segurança que a sua solução meramente tecnológica pretende oferecer ignora ostensivamente (para mim, pelo menos) que pessoas satisfeitas nunca são um factor de risco para a segurança interna da informação da empresa, nem para a sua eventual e indesejada fuga para o exterior.
A propósito dos "perigos" (sic) (note-se como só com este termo se lança a noção de que algo de biblicamente grave está em potencial germinação no interior de uma instituição) associados aos utilizadores internos, como se cada colaborador fosse um potencial terrorista, um dos exemplos usados pelo visado é o do "well meaning insider". Este, supostamente e de acordo com o pueril exemplo citado, poderia, sem ser mal intencionado, levar gravada numa pen drive informação confidencial da empresa para a trabalhar em sua casa mas que, posteriormente, emprestaria tal objecto a um seu filho, que por sua vez a levaria para escola, local onde a tal informação confidencial seria (só então??) colocada em risco. Para mim, este nunca será um "well meaning insider" mas sim um "perfeito idiota" que deveria ser despedido na primeira oportunidade.
Alguém de menos cerebral poderá, no seio de uma empresa, achar que esta cenário é plausível e, pior, ele vai acontecer(-lhe)! O que fazer então (pensa a luminária) para o impedir? Nada mais simples! Contacta-se uma empresa como a do entrevistado, que lhe apresentará uma solução que irá custar muitas centenas de milhares de dinheiro (para análise prévia + testes + compra do produto + a sua manutenção futura + horas de trabalho) para aplicar um mecanismo que impedirá (só rindo) que tal aconteça, de facto.
E é aqui que volto à noção, pelos vistos mais espúria e impensável, empresarialmente falando, das "pessoas satisfeitas". Não sou tão ingénuo que as considere mais infalíveis, ou menos confiáveis, só por isso, mas serei o único a achar que a empresa deveria ser responsável pela criação de (por exemplo) um bom ambiente de trabalho, bem organizado e responsavelmente dirigido e que apostasse na formação interna de molde a que todos os seus colaboradores tivessem a noção (e a consciência) dos prováveis perigos envolvidos no acesso e manipulação de informação, sensível ou não? O que seria, então, do "negócio" das empresas que vendem segurança (e também papões) no mercado? Uma revisão de estratégia de venda(s), certamente.
Repito que a satisfação (que impede ressabiados de se vingarem com aquilo que têm mais à mão) não é solução para tudo, mas continuo a acreditar (pena ser só eu) que as pessoas humanas são mais importantes e que é na aposta nestas que a verdadeira segurança começa. Tudo com ganhos para a empresa e a gestão da sua riqueza interna e orçamentos futuros. Só depois deveria vir a segurança de cariz tecnológico, a tal que também serve para avivar e recordar aos potenciais visados (os colaboradores) que a empresa os vê não como um "bem" mas como um "risco", causando neles a ideia de que não são confiáveis e que são olhados como meros borregos (ninguém o diz abertamente, mas pensa-o, a vários níveis da hierarquia...) a quem se paga uma esmola mensal.
P.S.: Alguém percebeu alguma coisa do que escrevo? Fará sentido?

terça-feira, 21 de junho de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
Nissan LEAF Nismo RC: o 1º carro de corrida eléctrico
A Nissan apresenta neste vídeo a sua proposta para um carro de corridas inteiramente movido a energia eléctrica (EV), baseado no Nissan LEAF eléctrico de produção, na sessão de testes efectuada no passado dia 13 de Maio na pista japonesa de Sodegaura Forest Raceway. Com uma aceleração dos 0 aos 100 Km/h em 6,82s (?!) esta é uma proposta de futuro — e uma aposta no futuro! — do fabricante japonês para o mundo das corridas de GTs. Silêncio e velocidadde são aqui os factores a considerar, numa proposta japonesa que, no dizer de um dos responsáveis, poderá mesmo ser o primeiro passo para novos tipos (e locais) de competição. A palavra aos técnicos da marca e ao piloto escolhido, Tsugio Matsuda...
Viagens:
Automobilísticas,
Desportivas,
Eléctricas,
Experimentais,
Industriais,
Inovadoras,
Japonesas,
Motorizadas,
Revolucionárias,
Tecnológicas,
Videológicas
terça-feira, 24 de maio de 2011
Area 51 Revelada (documentário)
Ah, a famosa Área 51 (também conhecida como Dreamland) localizada no pitoresco Estado do Nevada... Teorias à parte (incluindo EBEs, OVNIs/discos voadores, X-files e conspirações extraterrestres), a National Geographic Society (NGS) vai hoje apresentar no seu canal televisivo o documentário "Area 51 Declassified". As autoridades norte-americanas continuam a menorizar o papel desta famosa instalação científico-militar e todas as tentativas anteriores, mais ou menos independentes, de a caracterizar e divulgar junto do público têm sido recebidas com cépticos comentários de "Isto não passa de mais uma manobra de desinformação com vista à ocultação da verdadeira finalidade das instalações".
Por ser um apaixonado, desde a infância, por aviação e mais tarde pelos chamados X-planes (aviões X), tudo o que se relacionasse com a zona sempre me espicaçou a curiosidade. Não sei porquê mas embora desconhecendo o conteúdo exacto deste documentário arrisco a afirmar que nada trará de novo à questão e polémica geradas — e tendo logo origem numa das mais institucionais e conservadoras sociedades de divulgação de conhecimento dos Estados Unidos como é a NGS. Ou seja: mais um caso de "a montanha pariu um rato". Em Portugal ainda não sei em que dia ou horário passará mas irei (tentar) estar atento.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
"Novas Mitologias"
Não, não falo, nem se trata, de novo programa governamental socialista para "inglês-ver". Falo da edição da obra "Nouvelles mythologies" de Jérôme Garcin (ed. Points, 2011), uma compilação de vários artigos (60) de outros tantos autores, publicados originalmente na revista Le Nouvel Observateur em 2007 [N° 2210 de 15 Março] e nos quais se abordam temas como o "Google", o "blog", o "coaching", o "11 de Setembro de 2001", o "GPS", o "4 x 4" ou o "Euro" e que segue na veia das homónimas reflexões de Roland Barthes sobre a cultura popular do pós-guerra (mundial) publicadas em 1957. Não o tenho ainda, mas estou curioso e por isso o recomendo. O tema é delicioso e pungente.
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| Clicar para amostrea de alguns artigos. |
terça-feira, 17 de maio de 2011
Dá que pensar... Vivendo num Minority Report?
Retirado do artigo do GeekChicDaily.com:
Google's Way IS The Highway - Internet giant Google now has self-driving cars and is lobbying Nevada to create laws that would allow the autonomous vehicles to be used on public roads. Great. Google knows everything about you and wants to drive your car. In a couple of years, we'll be living in Minority Report.
Google's Way IS The Highway - Internet giant Google now has self-driving cars and is lobbying Nevada to create laws that would allow the autonomous vehicles to be used on public roads. Great. Google knows everything about you and wants to drive your car. In a couple of years, we'll be living in Minority Report.
Viagens:
Automobilísticas,
Conspirativas,
Diabólicas,
Empresariais,
Futuristas,
Importantes,
Informativas,
Inovadoras,
Motorizadas,
Noticiosas,
Poéticas,
Revolucionárias,
Sociais,
Tecnológicas,
Urbanas
sábado, 14 de maio de 2011
As consolas de jogos (tradicionais) têm os dias contados(?)
Quem faz a afirmação é o artigo da FOX News hoje publicado. Não custa perceber, ou sequer aceitar, esta realidade diariamente cada vez mais presente (tantas vezes sem sequer se pensar muito nisso). Basta olhar para o que jogamos no Facebook e nos nossos smartphones ou tablets. Cada vez menos interessa "onde" se joga, mas sim "o quê". Até porque qualquer terminal móvel e respectivo software (os jogos) são muitíssimo menos onerosos que qualquer consola e jogos proprietários. O que nos tempos de vacas magras que correm...
Sony PS3/PSP, Nintendo Wii/DS/3DS e Microsoft Xbox 360: R.I.P.. Bem vindos à (prototípica ainda, no tema deste post) era da computação na Nuvem (Cloud Computing).
Sony PS3/PSP, Nintendo Wii/DS/3DS e Microsoft Xbox 360: R.I.P.. Bem vindos à (prototípica ainda, no tema deste post) era da computação na Nuvem (Cloud Computing).
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| "Tudo e mais alguma coisa". Imagem bluemilecloud.com |
Star Wars refeito para 3D com tecnologia "Avatar"
Conforme ontem aqui o disse George Lucas festeja hoje o seu 67º aniversário. E ontem também, curiosamente, veio a lume a notícia (via Sky Movies HD) de que ele e a sua Lucasfilm estariam a preparar o remake dos seis filmes da saga extragaláctica para o formato 3D usando a mesma tecnologia empregue para desenvolver o "Avatar" (2009) de James Cameron. Mas isto só pode ser considerado uma novidade relativa pois que sem especificar que filmes, já em Janeiro deste ano se vaticinava tal tratamento para os de Fantasia e/ou Ficção Científica mais populares no mercado.
Neste caso e a ser verdade, tal demonstra uma viragem na actuação da Lucasfilm, que até agora sempre foi a primeira responsável pela criação das suas próprias tecnologias, raramente usando soluções de terceiros (pelo menos, "terceiros" desta dimensão). Seja como for, e admito já e aqui que não só 1) nada mais sei do que ontem li e 2) sou tudo menos técnico em 3D, como leigo — mas über fan — interessado em A Guerra das Estrelas desde que vi o 1º filme em 1977, não me parece que seja assim tão fácil quanto transparece da sucinta notícia que a transposição de obra já feita com facilidade. De facto, aquilo que se viu em Avatar foi um misto de 3D com tecnologias já conhecidas de captação de movimentos executadas por actores reais. Como fazer o mesmo, mas sobre "filme"? (a trilogia original, de 1977 a 1980, foi filmada em película e só com Star Wars Episode II: Attack of the Clones, de 2002, é que George Lucas recorreu à captação totalmente digital de imagens). Não se tratará, portanto, de uma "mera" recriação de algo existente, afgurando-se-me a tarefa como tão galáctica quanto o ambiente em que tem lugar (pelo menos para os 4 primeiros filmes). É que, por exemplo, os movimentos de actores reais não mais serão captados como o foram em Avatar e mesmo os 2 mais recentes da saga.
A minha pergunta: será que iremos (re-re-re-re-re... <acrescentar símbolo infinito aqui>) -ver Star Wars em tons de azul?? E depois de Setembro de 2011, com o lançamento para o mercado doméstico da edição dos 6 filmes no formato Blu-ray (BD), para quando a versão BD-3D? =P
Neste caso e a ser verdade, tal demonstra uma viragem na actuação da Lucasfilm, que até agora sempre foi a primeira responsável pela criação das suas próprias tecnologias, raramente usando soluções de terceiros (pelo menos, "terceiros" desta dimensão). Seja como for, e admito já e aqui que não só 1) nada mais sei do que ontem li e 2) sou tudo menos técnico em 3D, como leigo — mas über fan — interessado em A Guerra das Estrelas desde que vi o 1º filme em 1977, não me parece que seja assim tão fácil quanto transparece da sucinta notícia que a transposição de obra já feita com facilidade. De facto, aquilo que se viu em Avatar foi um misto de 3D com tecnologias já conhecidas de captação de movimentos executadas por actores reais. Como fazer o mesmo, mas sobre "filme"? (a trilogia original, de 1977 a 1980, foi filmada em película e só com Star Wars Episode II: Attack of the Clones, de 2002, é que George Lucas recorreu à captação totalmente digital de imagens). Não se tratará, portanto, de uma "mera" recriação de algo existente, afgurando-se-me a tarefa como tão galáctica quanto o ambiente em que tem lugar (pelo menos para os 4 primeiros filmes). É que, por exemplo, os movimentos de actores reais não mais serão captados como o foram em Avatar e mesmo os 2 mais recentes da saga.
A minha pergunta: será que iremos (re-re-re-re-re... <acrescentar símbolo infinito aqui>) -ver Star Wars em tons de azul?? E depois de Setembro de 2011, com o lançamento para o mercado doméstico da edição dos 6 filmes no formato Blu-ray (BD), para quando a versão BD-3D? =P

quinta-feira, 12 de maio de 2011
Robot Lightsaber Duel
Como se sabe, foi há muito, muito tempo atrás que tudo se passou, mas uma empresa japonesa fabricante de robots industriais, a Yaskawa, decidiu programar dois dos seus autómatos, mais exactamente dois braços robóticos, para reencenar hoje um dos famosos duelos com lightsabers (sabres de luz) empunhados por Jedi e Sith num dos seis filmes da saga Star Wars (Guerra das Estrelas) entre 1977 e 2005 (não contando com as séries animadas em formato de televisão). As engenhocas puderam ser vistas na sua demonstração da habilidade mecânica automatizada na IEEE International Conference on Robotics and Automation (ICRA), em Shanghai. A Força estava com eles!
Nerdices à parte, os lightsabers são de origem Master Replicas (uma empresa ex-licenciada pela Lucasfilm para reprodução de réplicas autênticas de diversos objectos criados para os filmes de George Lucas), sendo o de "lâmina" dupla encarnada pertencente a Darth Maul e o azul representando o modelo usado pelo Jedi Obi-Wan Kenobi no filme A Ameaça Fantasma ("The Phantom Menace") de 1999.
Nota: nenhum lightsaber foi danificado durante estas demonstrações.
Nerdices à parte, os lightsabers são de origem Master Replicas (uma empresa ex-licenciada pela Lucasfilm para reprodução de réplicas autênticas de diversos objectos criados para os filmes de George Lucas), sendo o de "lâmina" dupla encarnada pertencente a Darth Maul e o azul representando o modelo usado pelo Jedi Obi-Wan Kenobi no filme A Ameaça Fantasma ("The Phantom Menace") de 1999.
Nota: nenhum lightsaber foi danificado durante estas demonstrações.
domingo, 8 de maio de 2011
Neuromoda? Só podem estar no gozo...
Oriunda do Japão, a Neurowear apresenta a primeira peça de uma coleção que funde Tecnologia com Moda. Pondo de parte uma estranheza que só não será considerada como tal naquele país, a ideia não deixa de levantar algumas questões. Acessórios de moda neurocontrolados, porquê? E porquê logo umas orelhas de porco (é a imagem que imediatamente me veio à mente)? Supostamente umas orelhas de gato (de porco, insisto eu...), a empresa deu a esta bandolete o nome de Necomimi. Um bio-sensor capta as ondas cerebrais de quem a use, reflectindo as suas emoções em movimentos adequados das felpudas orelhas — levantadas quando concentrados e descaídas quando em repouso. Se você for cão, gato, elefante, burro ou qualquer outro animal que já o faça desde a nascença sem recorrer a uma engenhoca movida a pilhas, este post não é para si. O vídeo...
P.S.: “Augumented Human Body” (sic)? Pois, começaram logo pelas orelhas. Com as devidas adaptações, quem sabe se o Viagra não terá os dias contados? Isso sim, é que seria uma bela duma revolução (neuro) corporal...
P.P.S.: Dignos de destaque são também a probreza franciscana do desenho da página Web da empresa, como o Inglês usado como tradução do original nipónico. Terá sido criada no dia 1 de Abril passado?
P.S.: “Augumented Human Body” (sic)? Pois, começaram logo pelas orelhas. Com as devidas adaptações, quem sabe se o Viagra não terá os dias contados? Isso sim, é que seria uma bela duma revolução (neuro) corporal...
P.P.S.: Dignos de destaque são também a probreza franciscana do desenho da página Web da empresa, como o Inglês usado como tradução do original nipónico. Terá sido criada no dia 1 de Abril passado?
sexta-feira, 6 de maio de 2011
O Zodíaco dos Geeks, v.2.0
Os símbolos do zodíaco para pessoas como "nós". James Wright concebeu-o e Josh Eckert desenhou-o. Papagaio como sou, retirei-o daqui (geektyrant.com) mas originalmente publicado pelos Bit Rebels.
P.S.: A pessoa que me deu isto a conhecer é uma Undead. Eu? Um Treasure Hunter. E desse lado?
Gosto, especialmente, do fine print (que reproduzo). O Português e a sua Muy Nobre Arte do Desenrascanço (aqui associado ao signo Spy) vão longe....
P.S.: A pessoa que me deu isto a conhecer é uma Undead. Eu? Um Treasure Hunter. E desse lado?
Gosto, especialmente, do fine print (que reproduzo). O Português e a sua Muy Nobre Arte do Desenrascanço (aqui associado ao signo Spy) vão longe....
terça-feira, 3 de maio de 2011
Sony Playstation Network
Mais detalhes (agora gráficos) sobre o que aconteceu à rede PSN da Sony yal como foram mostrados na conferência de imprensa da empresa:
Se parece fácil causar todo este transtorno à comnpanhia nipónica, imagino como será o gráfico das operações (demoradas...) para repor todo o sistema PSN de volta ao activo. E mais seguroo.
Se parece fácil causar todo este transtorno à comnpanhia nipónica, imagino como será o gráfico das operações (demoradas...) para repor todo o sistema PSN de volta ao activo. E mais seguroo.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Sony Playstation Network (when the shit hits the fan...)
O comunicado hoje recebido da Sony. Se é verdade que hackar um sistema (seja ele qual for) nunca é algo de (tecnicamente) impossível mas apenas mais ou menos "trabalhoso", não é menos verdade que ainda há muito do chamado utilizador que, incautamente, facilita demasiado estas intrusões ao clicar ingenuamente em tudo o que lê na tela de um computador (apesar de que, neste caso concreto, o end user não ter tido qualquer intervenção ou influência no sucesso final dos transgressores). Hoje, mais que nunca, há que seguir a máxima do Fox Mulder: "Trust no one", ou "nothing", neste caso...
Estimado Cliente PlayStation Network / Qriocity:
Descobrimos que entre 17 de abril e 19 de abril de 2011, algumas informações da conta de utilizador dos serviços PlayStation Network e Qriocity foram comprometidas em conexão com uma intrusão ilegal e não autorizada ao nosso sistema. Até a data, o que que fizemos foi:
Desligamos temporariamente os serviços PlayStation Network e Qriocity,
Contratámos uma empresa de segurança reconhecida para conduzir uma investigação completa sobre o que aconteceu e
Tomámos medidas para aumentar a segurança e reforçar a infra-estrutura da nossa rede com a re-construção do nosso sistema para proporcionar maior proteção às suas informações pessoais.
Agradecemos imensamente a sua paciência e boa vontade enquanto trabalhamos arduamente para resolver estas questões o mais rápido e eficientemente possível.
Enquanto investigamos os detalhes deste incidente, nós acreditamos que que uma pessoa não autorizada obteve as seguintes informações que você nos forneceu: nome, endereço (cidade, distrito, código postal), país, email, endereço, data de nascimento, o email usado na PlayStation Network / Qriocity, palavra-chave, respostas de segurança, PSN ID. É também possível que os dados de perfil possam ter sido acedidos, incluindo histórico de compras e o endereço de facturamento (cidade, distrito, código postal). Se autorizou uma sub-conta, o mesmos dados podem ter sido acedidos. Se forneceu dados do cartão de crédito através da PlayStation Network ou Qriocity, é possível que o seu número de cartão de crédito (excluindo o código de segurança) e data de validade também tenha sido acedida.
Para sua segurança, encorajamos a estar especialmente atento a fraudes no seu e-mail, telefone e correio postal, em que pedem dados pessoais ou confidenciais. A Sony não irá contactá-lo de qualquer forma, inclusive por e-mail, pedindo o seu número de cartão de crédito, segurança social ou outras informações pessoais. Se lhe pedirem tais informações pode estar seguro que não é a Sony a entidade a pedir-lhe tal informação. Se usar o mesmo nome de utilizador / palavra-chave que usa na PlayStation Network / Qriocity em outras contas de serviço não relacionados, nós recomendamos que as altere. Quando os serviços PlayStation Network e Qriocity reiniciarem , recomendamos também que inicie sessão e altere a sua palavra-chave.
Para se proteger contra possíveis roubos de identidade ou perda financeira,por favor mantenha-se vigilante e reveja extractos bancários da sua conta, crédito e outros tipos semelhantes de relatórios.
Agradecemos a sua paciência enquanto completamos a nossa investigação deste incidente e lamentamos qualquer inconveniente. As nossas equipas estão a trabalhar arduamente e todos os serviços estarão de volta o mais rápido possível. A Sony leva a protecção de informações pessoais muito a sério e continuará a trabalhar para assegurar que sejam tomadas medidas adicionais para protegê-las. Proporcionar aos nossos clientes serviços de entretenimento de qualidade e seguros é nossa prioridade máxima. Por favor, entre em contacto connosco em pt.playstation.com/psnoutage se tiver questões adicionais.
Atenciosamente,
Sony Network Entertainment Europe Limited
Sony Entertainment Network Europe Ltd (anteriormente conhecida como PlayStationNetwork Europe Ltd) é uma subsidiária da Sony Computer Entertainment Ltd o controlador de dados pessoais da PlayStation Network / Qriocity.
Entretanto o geeksofdoom.com/ sugere as 5 actividades a que os membros da rede Playstation se podem dedicar agora que a PSN está em baixo. Imperdível.
P.S.: Recebo estas mensagens mas não tenho conta no sistema vandalizado. ;P
terça-feira, 26 de abril de 2011
Shinkansen E5: estreou novo modelo ("Hayabusa")

Foi no passado dia 5 de Março que o novo shinkansen, o modelo da Série E5 batizado de "Hayabusa", entrou oficialmente ao serviço do Japan Rail (JR), ligando os 674 kms de distância entre Tokyo e Aomori em cerca de três horas e cinco minutos. Fã do Japão, há 39 anos que nasceu a minha paixão pelos seus comboios-bala (data de 1972 o primeiro postal oferecido por um tio que àquelas terras viajou por altura dos Jogos Olímpicos de Inverno de 1972 em Osaka) e sonho desde então com um dia poder sentar os ilustres e reais fundilhos num dos vários modelos (um qualquer!) do serviço shinkansen. Esta nova versão, em circulação desde Maio de 2009, é agora a mais rápida variante deste serviço da JR: 320 km/h, ou mais 45 que o até então mais rápido shinkansen comercial, o E2 "Hayate". Para já e mais rápido que o E5 só mesmo o MLX09 (2009), um Maglev ainda em testes com um modelo completamente funcional, cujo MLX01 atingiu uns impressionantes 581 km/h em 2 de Dezembro de 2003 (mais 7 que o alcançados em 2007 pelo TGV convencional de testes).
Olhando (e sonhando) para isto, como não achar os "TGVs" uns brinquedos?
segunda-feira, 25 de abril de 2011
"People will continue to get older..."
People will continue to get older, so it is no good leaving until the Universe recolapses to return to our youth.
Cit. Stephen Hawking no tema "How We Get Old (Bonus Track)", composto por Jim Guthrie para a banda sonora de "Sword & Sworcery EP" (Abril 2011), o jogo para iPad de que aqui falei.
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| A banda sonora |
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