Muito curioso o resultado da sondagem efectuada em Outubro passado pela Harris Interactive para a GameHouse® envolvendoum grupo de cerca de 2.000 adultos norte-americanos. Nela se conclui que 55% dos jogadores de jogos online são mulheres. A propósito, a GameHouse® publicou aqui a infografia que agora reproduzo.
Pessoalmente congratulo-me com o resultado. Sempre achei as mulheres superiores aos homens — e não é de hoje que o penso, nem precisava de ver esta informação, algo curiosa atendendo ao móbil da sondagem, para pensar diverso. E em Portugal como será? Alguém (o INE?) se dará ao trabalho de comparar estes resultados? Talvez fossemos surpreendidos... ;)
Viajo muito e ininterruptamente. Dentro de mim, principalmente (para mal dos meus pecados).
Aviso à navegação: é de esperar muita turbulência. Apertem os cintos.
IMPORTANTE: Não se devolvem bilhetes.
Mostrar mensagens com a etiqueta Sociais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sociais. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 22 de novembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
O Amor é infinito enquanto dura (Eduardo Galeano)
Não vou comentar (muito) o que aqui diz o escritor e jornalista uruguaio Eduardo Galeano. Nada do que eu possa (se possa) comentar acrescentará valor às suas palavras ou lhes dará, porventura, alguma dimensão extra que pudessem não ter na origem. A mim apenas compete aqui partilhá-las, sugerindo uma reflexão sobre a respectiva mensagem. Aquela será, provavelmente, diferente de espectador para espectador mas o que no fundo fica é a sensação — a confirmação? — de que uma revolução é possível. Desejável. Imperiosa. E... já está a acontecer!
Os tempos são de mudança. Não lhes resistamos, que o futuro é o que dele fizermos hoje.
Os tempos são de mudança. Não lhes resistamos, que o futuro é o que dele fizermos hoje.
sábado, 19 de novembro de 2011
"O Povo versus a Polícia"
A caminho de um Novo Mundo o Povo, a nível planetário, mexe-se como nunca até agora. As consciências, adormecidas por anos e anos de procurações passadas à "classe" política (i.e. votos), com os efeitos asdversos e perversos a que temos vindo a assistir vêm agora dizer "Basta! Isto tem de terminar (e mudar) de alguma forma".
A ler, o artigo de opinião de Naomi Wolf publicado no jornal Público no passado dia 10 deste mês, com o título em epígrafe.
![]() |
| Infografia retirada de "Occupy The Gama" |
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Cartazes de propaganda às redes sociais
São fictícios mas muito bem desenhados (por Aaron Wood). Um pouco a exemplo do que aqui partilhei há semanas atrás (Propaganda retro-moderna), estes seguem a mesma linha, se bem que com um visual "actual" mas ainda com imagética e textos associados aos dos cartazes propagandísticos da II Grande Guerra Mundial. Alguns exemplos:
Via: Geeks Are Sexy, Social Media Propaganda Posters.
Via: Geeks Are Sexy, Social Media Propaganda Posters.
domingo, 9 de outubro de 2011
"Culambismo"
Noto com desagrado que se tem desenvolvido muito em Portugal uma modalidade desportiva que julgara ter caído em desuso depois da revolução de Abril. Situa-se na área da ginástica corporal e envolve complexos exercícios contorcionistas em que cada jogador procura, por todos os meios ao seu alcance, correr e prostrar-se de forma a lamber o cu de um jogador mais poderoso do que ele.
Este cu pode ser o cu de um superior hierárquico, de um ministro, de um agente da polícia ou de um artista. O objectivo do jogo é identificá-los, lambê-los e recolher os respectivos prémios. Os prémios podem ser em dinheiro, em promoção profissional ou em permuta. À medida que vai lambendo os cus, vai ascendendo ou descendendo na hierarquia.
Antes do 25 de Abril esta modalidade era mais rudimentar. Era praticada por amadores, muitos em idade escolar, e conhecida prosaicamente como «engraxanço».
Os chefes de repartição engraxavam os chefes de serviço, os alunos engraxavam os professores, os jornalistas engraxavam os ministros, as donas de casa engraxavam os médicos da caixa, etc. ..
Mesmo assim, eram raros os portugueses com feitio para passar graxa. Havia poucos engraxadores. Diga-se porém, em abono da verdade, que os poucos que havia engraxavam imenso. Nesse tempo, «engraxar» era uma actividade socialmente menosprezada.
O menino que engraxasse a professora tinha de enfrentar depois o escárnio da turma. O colunista que tecesse um grande elogio ao Presidente do Conselho era ostracizado pelos colegas. Ninguém gostava de um engraxador.
Hoje tudo isso mudou. O engraxanço evoluiu ao ponto de tornar-se irreconhecível. Foi-se subindo na escala de subserviência, dos sapatos até ao cu.
O engraxador foi promovido a lambe-botas e o lambe-botas a lambe-cus. Não é preciso realçar a diferença, em termos de subordinação hierárquica e flexibilidade de movimentos, entre engraxar uns sapatos e lamber um cu.
Para fazer face à crescente popularidade do desporto, importaram-se dos Estados Unidos, campeão do mundo na modalidade, as regras e os estatutos da American Federation of Ass-licking and Brown-nosing. Os praticantes portugueses puderam assim esquecer os tempos amadores do engraxanço e aperfeiçoarem-se no desenvolvimento profissional do Culambismo.
(...) Tudo isto teria graça se os culambistas portugueses fossem tão mal tratados e sucedidos como os engraxadores de outrora. O pior é que a nossa sociedade não só aceita o culambismo como forma prática de subir na vida, como começa a exigi-lo como habilitação profissional.
O culambismo compensa. Sobreviver sem um mínimo de conhecimentos de culambismo é hoje tão difícil como vencer na vida sem saber falar inglês.
Miguel Esteves Cardoso, in "Último Volume" (1991)
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
8 Segredos para obter sucesso
Desculpem estar em Inglês (assumo sempre que todos são tão anglófilos como eu), mas as ideias (soluções?) aqui expostas parecem-me tão óbvias que ainda estou para descobrir como é que cada um de nós ainda não é mais bem sucedido que aquilo que a realidade demonstra... Seja como fôr não custa nada ver e ouvir. E "pensar".
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Star Wars Blu-ray: celebridades apoiam acção benemérita de apoio à luta contra o cancro
É relativamente mal conhecida fora da comunidade de fãs (pelo menos em Portugal) da saga de A Guerra das Estrelas o apoio prestado a causa humanitárias de relevo inspiradas pelas duas trilogias. Hoje, o Geeks of Doom divulga o vídeo no qual participaram um grupo de conhecidas personalidades ligadas ao cinema e à TV norte-americana, numa acção de recolha de fundos, lançada pela Lucasfilm, em apoio à organização Stand Up to Cancer (que traduzo latamente por Enfrenta o Cancro).
Os actores são: Aziz Ansari, Zach Galifianakis, Bill Hader, Ed Helms, Ken Jeong, Jaime King, Seth Rogen (fã confesso desta obra de George Lucas), Andy Samberg, Emma Stone e Samuel L. Jackson (ele próprio actor no Episode III, Revenge of the Sith, de 2005, onde desempenhara o papel de Jedi Master Mace Windu). Foi-lhes proposto o desafio "Usa a Força para o Bem" e o resultado foi este vídeo em que representam algumas falas e cenas clássicas da primeira Trilogia Original (de 1977 a 1980), plenas de humor:
Os actores são: Aziz Ansari, Zach Galifianakis, Bill Hader, Ed Helms, Ken Jeong, Jaime King, Seth Rogen (fã confesso desta obra de George Lucas), Andy Samberg, Emma Stone e Samuel L. Jackson (ele próprio actor no Episode III, Revenge of the Sith, de 2005, onde desempenhara o papel de Jedi Master Mace Windu). Foi-lhes proposto o desafio "Usa a Força para o Bem" e o resultado foi este vídeo em que representam algumas falas e cenas clássicas da primeira Trilogia Original (de 1977 a 1980), plenas de humor:
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Foursquaropoly = Foursquare + Monopoly
Foursquaropoly é um novo conceito de jogo da empresa is a new game concept from Cargo Collective e que combina a aplicação de check-in com o famoso e já (algo) vetusto jogo de tabuleiro. Conforme o vídeo demonstra, a ideia é a de se poderem "comprar" as propriedades onde dermos entrada (check-in) e depois receber "renda" de quem por lá passar. A ideia é a "propriedade" poder ser reconquistada por outros (um pouco como as Mayorships do Foursquare original). Uma ideia de jogo talvez interessante, mas de cuja veracidade ainda duvido...
Foursquaropoly from Deanna McDonald on Vimeo.
Foursquaropoly from Deanna McDonald on Vimeo.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Google+: uma análise
Foi através do Browserd que tomei conhecimento da seguinte apresentação/análise conjunta, executada pelas empresas Performics e ZenithOptimedia (especializadas em planeamento e análise nas áreaa da Comunicação e Marketing), numa perspectiva de introdução do G+ aos utilizadores "empresa", com vista à exploração de futuros benefícios no uso desta nova plataforma. Seja como fôr, tem interesse suficiente mesmo para os demais interessados.
sábado, 27 de agosto de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Google+ Update: Novas opções "Ignore" e "Block" Explicadas
Gosto dos produtos Google (quase todos os que tem lançado no mercado), tenho de admiti-lo. O mais recente e badalado, o Google Plus (ou G+ para os amigos), é ainda um jovem no e-palco das gentes conectadas, com ou sem fios, por este planeta fora (ouvi dizer que também fora do nosso sistema solar, mas infelizmente não me deixam revelar mais detalhes).
Sendo um declarado rival daqueloutro — doravante inominável — sistema (dito) de Rede Social, o Google+ (outra variante do nome) é ainda comparado com ele. E "comparado" de uma forma, por vezes, pouco lisonjeira e digna de alguém que não tema a concorrência e acredite solidamente no seu produto (o que as invejas fazem...). É certo que algumas das features do G+ são incompreendidas e/ou ainda mal dominadas pelos utilizadores. Outras, como a que me leva a destacar o seguinte vídeo, nada perdem com uma explicação mais detalhada, vinda de um(a) insider da empresa. Ora vejamos...
Sendo um declarado rival daqueloutro — doravante inominável — sistema (dito) de Rede Social, o Google+ (outra variante do nome) é ainda comparado com ele. E "comparado" de uma forma, por vezes, pouco lisonjeira e digna de alguém que não tema a concorrência e acredite solidamente no seu produto (o que as invejas fazem...). É certo que algumas das features do G+ são incompreendidas e/ou ainda mal dominadas pelos utilizadores. Outras, como a que me leva a destacar o seguinte vídeo, nada perdem com uma explicação mais detalhada, vinda de um(a) insider da empresa. Ora vejamos...
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
The Google+ Song
Check my email, got an invite
To a website I don't know
Looked like googlebuzz at first sight,
But my friend said that's a no.
Why did we need, another social network?
Doesn't Facebook work alright?
A new thing for me to learn
This could take all night, Look out!
What is this google +
I don't Need google +
There's another +1 and another +1
What is this google +
Hey, Why's this red thing here?
Go away google +
You want me to put my friends in circles
But circles are for squares
Everday's like Sophie's choice
Trying to choose which friend goes where
But No Parents, or Ex-boyfriends...
Can get in without invites
And when I drunkenly post that he's cute
I can edit it later that night - whoa
I kinda like google +
Can't believe I'm on google +
Oh another hangout, and another hang out
I dig my google +
Hey, old high school friend
You can't join my google +
Friends add me, without me adding them
That feature's really nice
Randos
Uglies
my pot dealer
and all these friend's I've never liked
No one knows, my circle names,
So even good friend's get handpicked
Do you make it into my main feed
or do I add you to my circle of pricks
I'm in love with google plus
I'm judgemental on goggle +
and Another douchebag and another loser
You didn't make my google plus
Hey, Now I'm a facist pig
Thank you google plus!
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Copiar. Transformar. Combinar. Ou "Everything is a Remix"
Everything is a Remix é um projecto baseado na Web do cineasta nova-iorquino Kirby Ferguson e que consiste (até ao momento em que escrevo) em três videos, de um total de quatro, onde se analisa como surguiu a expressão "remix", uma arte popular iniciada no mundo da música (1), e até onde, nas várias áreas da criação — desde a escrita, a já mencionada música mas também o vídeo e o cinema —, se estendeu o conceito de remisturar (copiar, transformar, combinar, como refiro no título), impregnando-se em quase todas as actividades humanas. Apropriadamente, a análise centra-se maioritariamente na música e no blog do autor poderão encontrar as listas de bandas e temas que acompanham as suas palavras. O que, só por si, já constitui uma viagem assazmente aprazível para que aqui deixe o destaque. A versão em alta-resolução (formato MKV) dos vídeos pode ser vista e/ou descarregada daqui. A quarta parte está planeada para este Outono.
Pergunta(s): "remix" não será o que todos já fazemos ao tweetarmos, blogarmos ou criarmos, tout court? Ou talvez deva antes perguntar: até que ponto hoje em dia se pode ser verdadeiramente original, nesta época que se vive como que num verdadeiro tsunami informativo e de partilha global (e popular, tenhamo-lo presente) de conhecimentos?
Everything is a Remix Part 1 from Kirby Ferguson on Vimeo.
Everything is a Remix Part 2 from Kirby Ferguson on Vimeo.
Everything is a Remix Part 3 from Kirby Ferguson on Vimeo.
___________________
1) Como se pensa commumente. Vide explicação detalhada e documentada no vídeo nº 1.
Pergunta(s): "remix" não será o que todos já fazemos ao tweetarmos, blogarmos ou criarmos, tout court? Ou talvez deva antes perguntar: até que ponto hoje em dia se pode ser verdadeiramente original, nesta época que se vive como que num verdadeiro tsunami informativo e de partilha global (e popular, tenhamo-lo presente) de conhecimentos?
Everything is a Remix Part 2 from Kirby Ferguson on Vimeo.
Everything is a Remix Part 3 from Kirby Ferguson on Vimeo.
___________________
1) Como se pensa commumente. Vide explicação detalhada e documentada no vídeo nº 1.
domingo, 17 de julho de 2011
Google+: o guia completo
Volto de novo ao Google+ depois de no meu post anterior ter partilhado o post da Lucy Pepper (que agora admite na realidade ser um homem, mas-isso-agora-não-interessa) no qual ela mostrava o que eram e como funcionam os "circles" no G+. Hoje aqui partilho um artigo mais completo, recebido no meu stream por via da Catarina C.: Google+: The Complete Guide (via Mashable.com).
quinta-feira, 14 de julho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Isto sou eu!
"Tipo agressivo de objectividade". Sim, parece que se me adequa o rótulo. O mesmo que causa os "anti-corpos" que os incompetentes com que sempre tive de lidar na minha carreira profissional — infelizmente quase todos na hierarquia que me é superior (o que, em si, já é lixado o suficiente)... — usando-a para mascarar a inactividade, o laxismo e alguma da incompetência daqueles com quem compactuam sem eu perceber muito bem com que objectivo ulterior em termos da imagem e funcionamento da empresa. É que eu jogos só de computador, mesmo. No resto (a profissão), levo tudo muito a sério. E lixam-me por isso.


quinta-feira, 16 de junho de 2011
Propaganda retro-moderna
O nome é meu e as imagens vieram da página facebook de um amigo que não me conseguiu dizer de onde as retirou. Além de falarem de marcas actuais e por isso reconhecíveis em qualquer parte, gosto muito da ideia de as ligar a visuais evocativos dos meados do século XX, numa espécie de steampunk para redes sociais. Quase arrepiantes são as duas do Twitter, evocativas de alguma da dramática propaganda da Segunda Guerra Mundial de origem norte-americana.
Subscrever:
Mensagens (Atom)















