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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Catálogo LEGO, 1973

Um ano Vintage, este de 1973, para a marca dinamarquesa de brinquedos. Começavam a aparecer as primeiras evoluções das peças Duplo de grandes dimensões (embora os conjuntos em si baseados só terem sido individualizados em caixas a partir de 1975), destinadas a crianças até aos 5 anos de idade e também as primeiras caixas com peças especiais daquilo que se tornaria mais tarde conhecido como LEGO Technic. Em algumas das imagens do catálogo daquele já longínquo ano (a mim parece que é d'ontem; todas as fotos podem ser vistas no site que inspirou este meu escrito) ainda se vivia com peças e modelos practicamente de formas quadrangulares e a única excepção começava a ser os cascos dos barcos da série Legoland Boats. Ainda não havia minifiguras (que só veriam a luz do dia a partir de 1978), nem a miríade de peças com cores, formas e dimensões diferentes que começámos a ter acesso a partir dos anos 1980s.

LEGO tornou-se num brinquedo intemporal e mesmo intergeracional, passando de avós para filhos e netos. Se não me enganei a contar, a LEGO ostenta neste momento 30 categorias de produtos incluindo os tradicionais City, Duplo, Creator e Technic, a que se juntam os conjuntos inspirados em franchises das marcas Star Wars, Pirates of the CaribbeanPrince of Persia, Harry Potter, Toy Story e Spongebob Squarepants. Mas não é (ainda) tudo, pois jogos de tabuleiro, videojogos e acessórios de moda também são produzidos pelos dinamarqueses da cidade de Billund.

Quem sabe até onde mais irá chegar no futuro? Desejo, com o carinho e respeito saudoso de quem com ele brincou tanta boa e entretida hora desde os seus 5 anos de idade, longa vida para o brinquedo a uma vez mais simples e mais inteligente de todos os tempos. Porque o mais... básico.

Informação adicional a visitar na página LEGO oficial.










segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

King Crimson - Epitaph

Mais um dos clássicos temas do Rock Progressivo original. Esta a versão inserida no primeiro álbum dos King Crimson, "In The Court of the Crimson King" de 1969.

Um tema e uma letra que sempre me impressionaram a ponto de com eles me identificar (e, também, confundir na identidade), desejando mesmo que me sirva de oração fúnebre na minha passagem desta para outra existência. Uma benção, ou um "defeito", da música...




The wall on which the prophets wrote
Is cracking at the seams.
Upon the instruments of death
The sunlight brightly gleams.
When every man is torn apart
With nightmares and with dreams,
Will no one lay the laurel wreath
When silence drowns the screams.

Confusion will be my epitaph.
As I crawl a cracked and broken path
If we make it we can all sit back
and laugh.
But I fear tomorrow I'll be crying,
Yes I fear tomorrow I'll be crying.

Between the iron gates of fate,
The seeds of time were sown,
And watered by the deeds of those
Who know and who are known;
Knowledge is a deadly friend
If no one sets the rules.
The fate of all mankind I see
Is in the hands of fools.

Confusion will be my epitaph.
As I crawl a cracked and broken path
If we make it we can all sit back
and laugh.
But I fear tomorrow I'll be crying,
Yes I fear tomorrow I'll be crying.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Sigur Rós, Olsen Olsen

Eis um dos temas que me comove. Sempre. Ainda para mais nesta versão tão belamente captada, cheia de sentimentos apenas sugeridos (quase que imagino o que cada pessoa está a pensar, a comunhão e o enlevo que desperta). A sacralidade do momento. Ao ouvi-los acredito que ainda temos esperança, como raça que somos.


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Penso em ti...

... Sempre.
(e ainda choro por ti)
Brinca lá muito à bola, onde quer que estejas.
Gostava tanto de estar contigo...

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

110 anos de eléctrico no Google

Festeja-se hoje o 110º aniversário da linha de eléctrico entre Cais do Sodré e Algés com o primeiro serviço de "carros eléctricos" a estrear-se em 31 de Agosto de 1901. Para comemorar a efeméride o Google apresenta hoje na sua página de buscas o respectivo doodle (lindo, com as letras fazendo as vezes de passageiros). Esta deverá ser uma variante para Portugal do logótipo da empresa dada a especificidade do acontecimento, sem dúvida histórico, mas localizado:

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Propaganda retro-moderna

O nome é meu e as imagens vieram da página facebook de um amigo que não me conseguiu dizer de onde as retirou. Além de falarem de marcas actuais e por isso reconhecíveis em qualquer parte, gosto muito da ideia de as ligar a visuais evocativos dos meados do século XX, numa espécie de steampunk para redes sociais. Quase arrepiantes são as duas do Twitter, evocativas de alguma da dramática propaganda da Segunda Guerra Mundial de origem norte-americana.










terça-feira, 12 de abril de 2011

10 formas de encarar "Firefly"


Confesso que sou um dos fãs da precocemente extinta série televisiva "Firefly" criada por Joss Whedon em 2002 (Piloto "Serenity" de duas horas + 13 episódios). Et pour cause? Seja como for, a série ostentava um enorme potencial a nível de argumento e visuais, mesmo considerando estes não serem exactamente e na totalidade originais (e nesta comparação estou a incluir tanto literatura/BD de FiCi e filmes). E é aqui que entra a estória da série — mais tarde transformada, um pouco por força dos fãs à escala mundial (vide Browncoats), em filme de longa duração dirigido também por Whedon e intitulado, tal como o modelo de nave que deu nome à longa metragem, "Serenity" (2005). O site io9.com publicou esta semana um artigo cujo título dá o nome (e mote) a este post. Segundo elss estas são 10 das muitas formas pelas quais o espectador (fã ou não) pode encarar a série e os filmes (*), cujo visionamento aconselho vivamente.

(*) Em 2010 um grupo de fãs escreveu e produziu o spin-off "Browncoats: Redemption", dirigido por Michael Dougherty (reedição em Blu-ray este mês de Abril nos Estados Unidos).

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Joy Division, "Atmosphere"

Atmos. Feras.







P.S.: "A" banda do Século XX. Mato quem disser o contrário...

P.P.S.: A alguém que pense porque agreguei o rótulo "Fetichista" a este post, apenas digo que, além de tanto sentimento evocado pela banda, a sua música e a nostalgia destas fotos, que poderia dar lugar a um post por si próprio, o Peter Hook também tocava um baixo Rickenbacker...