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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Da eutanásia e do espírito

A eutanásia sempre evocou grandes debates. Os vivos a discutir(em) a Morte nunca foi combinação pacífica. Infelizmente os que já cá não estão pouco ou nada podem fazer para contribuir com a sua opinião (inserir risos amarelos aqui; ou negros, conforme a inclinação). Pode argumentar-se que, tal como ninguém escolhe viver, também ninguém terá o direito de escolher morrer. É discutível, repito. Pelo menos entre os vivos. Seja como for vem-me à mente a ideia de perguntar, talvez não tão retoricamente quanto isso (o desejável, o socialmente aceitável, o humano, o legal?), se quem padece de doenças do espírito poderá almejar poder terminar a sua vida, com tanta força e convicção quanto aqueles que padecem de males físicos. Ou seja: sofrer fisicamente é mais defensável, em termos da boa morte, do que sofrer com igual intensidade e falta de alternativa do que sofrer inapelavelmente da mente? Será uma fuga demasiado simples, não se querer continuar a ter de viver com males mais macios (soft) mas não menos reais? Gostava não ter de morrer para saber a resposta.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

2011.07.01 - o 1º dia do resto da minha vida

Nada na nossa vida é imutável ou perene (lição que aprendi à minha custa). Após alguns anos de luta contra mim próprio e vicissitudes várias, posso dizer que um dos desfechos terminou (que se me desculpe o pleonasmo). Agora é arranjar energia e força para renovar(-me). E a quem me rodeia, que depositou em mim o seu amor e em quem deposito também o meu. Quero (tenho de...) viver como se houvera mais "amanhãs" que "ontens". Pelo meio? Lamber, ainda, algumas feridas.

terça-feira, 28 de junho de 2011

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Os políticos portugueses e "o futuro".

Cada vez que um político (ou candidato "a") decide publicar obra escrita, invariavelmente a palavra "futuro" ou as suas ideias para o "futuro" são o seu móbil, se não em título pelo menos em espírito. Desde que, em 1974, António de Spínola escreveu o seu "Portugal e o Futuro" que recentemente vieram ao prelo livros como "Portugal na Hora da Verdade", "Mudar" ou o mais recente "Compromissos para o Futuro". Tudo isto me tem feito pensar se esta não será uma forma de, subrepticiamente e ao abrigo de boas vontades e do afirmar de "soluções" para todos os portugueses, os próprios autores — repito: políticos, ou futuros candidatos a — não estejam a esqueçer-se do "passado", o tal que nos levou à situação em que eles, responsáveis máximos pela situação para a qual, com as suas obras, querem propor "soluções" milagrosas e nunca antes antecipadas. Por mim preferiria antes que houvesse, quiçá, mais livros sobre o nosso passado político por forma a que ao menos o não esqueçêssemos, nem aos erros que nos levaram a ter de encarar o futuro de forma mais realista. A tal forma que, com estes livros, os autores (pelo menos) verão a sua própria vida futura com maior conforto financeiro. À nossa conta, mais uma vez...

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Uma pequena introdução à Infinidade

Não é à toa que este é um blog da Infinidade. Infnidades várias, aliás, como quem me lê já se apercebeu.... Para se saber um pouco melhor o que é isto da "infinidade", nada melhor que recomendar a leitura deste artigo do io9.com: "A brief introduction to infinity", por Alasdair Wilkins.

Desculpem mantê-lo no inglês original, não o traduzindo, mas não tenho culpa de ser poliglota... =P

Infinity Bookcase, por Job Koelewijn.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

domingo, 5 de junho de 2011

Nada mais adequado...

... atendendo ao que estou a passar:


To be successful, you must decide exactly what you want to accomplish, then resolve to pay the price to get it.

RT @InspireUs (Twitter)

sexta-feira, 3 de junho de 2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Kido (19 Setembro 2000 - 31 Maio 2011)

Faleceu o meu cãozinho esta tarde. Bye bye #Kido. Havemos de continuar as brincadeiras. Um dia destes. Espera por mim, OK?

segunda-feira, 30 de maio de 2011

A oeste nada de novo

Que é como quem diz: por aqui nem se avança, nem se recua. Mais uns dias de relativo "down" (chamar-lhe "depressão" seria presunçoso demais?) Enfim, para manter o lugar-comum — que presumo ser um lugar onde vai parar muito boa gente, mesmo que com ajuda de GPS lhes seja dito que Não vás por aíiiiiii! — "Melhores dias de avião". Erm... (pedrão, i.e.: perdão) "Melhores dias virão!". =p

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Matrix Days...

Um dia de cão, hoje. Pergunto-me sempre se só eu é que vejo certas realidades, escondidas aos demais (que me rodeiam). É certo que *eu* tomei o comprimido encarnado...

terça-feira, 17 de maio de 2011

Penso eu...

Liberdade máxima (não libertinagem), com responsabilidade. Acredito nisto.

< ??? >

... Sou péssimo a arranjar títulos para posts...

Há que admiti-lo

Abertamente ninguém o admitirá — exceptuando, provavelmente, os próprios... — que ninguém consegue viver sem os "políticos". [pausa para ouvir o ribombar discordante] Numa época em que parece que cada cidadão tem em seu poder a capacidade de "poder", a (minha) verdade é que, se colocados perante a posição de ter de executar, organizar e gerir um país, a maioria decliná-lo-ia. "Eu? Chatear-me com isso? Safa!" (exclamações que imagino ouvir da(s) sua(s) boca(s)). Não é o meu caso há mais de 20 anos, mas recordo as famosas "reuniões de condomínio" e a seca com que encarava essas horas. Detalhes nem é preciso mencionar porque cada qual terá as suas experiências (traumatizantes, certamente) desses eventos. Estar à frente do eufemístico "Destino da Nação", para mim, é então como uma espécie de gestão dum condomínio, só que aqui os vizinhos (os concidadãos) estão mais à vontade a mandar vir com o Administrador (i.e. os políticos em geral) mas suspeito que odiariam (e evitariam) ter de ser eles a ocupar o lugar. Mas como só se tem direito a abrir a boca de 4 em 4 anos... Pensando bem talvez não seja assim tão mau...

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Má telha...

Quem alguma vez poderá dizer que nunca esteve "com a telha"? Eu costumo estar e mais vezes do que desejaria admitir (ou passar por ela). No meu caso, o estar com a telha raramente tem a ver só comigo. Há sempre um qualquer factorzinho externo que me provoca a sensação (e o mau estar daí decorrente). É também mais fácil ficar debaixo dela (a telha...) que sem. A ver se esta me passa depressa, caso contrário darei em doido...