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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

You Won't Be Missing That Part Of Me, Melody's Echo Chamber (2012)




Because I lied
with all my heart
Because it's time
to change my life

'Coz [Of course]
You won't be missing that part of me
It's all you need
When telling everyone that you're free
Hold on, you'll see
It won't be that hard to forget me
I hope you won't

I've been told
Endearing soul
Wish you knew
I was too young

Because you cried
Does it mean you
Can talk to me
When you decide

At least
You won't be missing that part of me
It's all you need
When telling everyone that you're free
Hold on, you'll see
It won't be that hard to forget me
I hope you won't

Will you forgive that I left
Should predict why you would hate

terça-feira, 14 de agosto de 2012

The Cure, To Wish Impossible Things (1992)




"To Wish Impossible Things" (The Cure)

remember how it used to be
when the sun would fill the sky
remember how we used to feel
those days would never end
those days would never end

remember how it used to be
when the stars would fill the sky
remember how we used to dream
those nights would never end
those nights would never end

it was the sweetness of your skin
it was the hope of all we might have been
that filled me with the hope to wish
impossible things
to wish impossible things

but now the sun shines cold
and all the sky is grey
the stars are dimmed by clouds and tears
and all i wish
is gone away
all i wish
is gone away

and all i wish
is gone away

all i wish
is gone away

all i wish
is gone away

all i wish
is gone away...

quinta-feira, 26 de julho de 2012

For absent friends: Pearl Jam, Light Years (2011)







I've used hammers made out of wood
I have played games with pieces and rules
I've deciphered tricks at the bar
But now you're gone
I haven't figured out why
I've come up with riddles
And jokes about war
I've figured out numbers and what they're for
I've understood feelings
And I've understood words
But how could you be taken away

And wherever you've gone
And wherever we might go
It don't seem fair
Today you just disappeared
Your light's reflected now
Reflected from afar
We were but stones
Your light made us stars

With heavy breath,
Awakened regrets
Back pages and days alone that could've been spent, together...
But we were miles apart
Every inch between us becomes light years now
No time to be void
Or save up on life
God, uh you've got to spend it all

And wherever you've gone
And wherever we might go
It don't seem fair
Today you just disappeared
Your light's reflected now
Reflected from a far
We were but stones
Your light made us stars

And wherever you've gone
And wherever we might go
It don't seem fair
We still need you here
Your light's reflected now
Reflected from afar
We were but stones
Your light made us stars

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Egi(p)tologias...

O Novo Acordo Ortográfico aborrece-me. Faz-me sentir mais velho. Renegando-o, sinto que agora já cheguei à fase em que posso dizer "Eu sou do tempo em que Egito se escrevia Egipto...".
E eu odeio isso.

Imagem copiada daqui.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Frases

The world is always ready to receive talent with open arms. Very often it does not know what to do with an octopus.

— Albert Enstein

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Demagogia política

demagogia 
(demagogo + -ia
s. f.
1. Preponderância do povo na forma do governo.

2. Abuso da democracia.

3. Dominação tirânica das facções populares.

4. Discurso ou acção que visa manipular as paixões e os sentimentos do eleitorado para conquista fácil de poder político.


Poucas vezes aqui tenho abordado temas ditos políticos. Volto ao tema porque desde há alguns dias que vejo um semi-discreto autocolante do P.C.P. (acho que é a segunda vez que me refiro directamente a um partido político, pensando bem) afixado sobre os mapas do trajecto dos comboios da Linha de Cascais da C.P., que diariamente frequento. Transmite uma mensagem contra a tão falada, e sempre adiada, privatização da Linha.  Nele lê-se isto:
Privado é para alguns.
Público é para todos. 
Fiquei com vontade de aqui registar a ideia que me ficou depois de mais uma vez o ler. Demagogia pura. Da dita "esquerda" ou da dita "direita" do espectro político (mas também em todas as outras actividades humanas) a demagogia é algo que me deixa enojado. Primeiro, porque quem a escreveu/concebeu se toma por iluminado a pregar à plebe verdades que esta parece não saber, e, segundo, toma quem a lê julga tomarem-no por tolo(s).

Privado é para alguns e público é (que) é para todos? WTF? Pensava que o uso da Linha fosse para "todos" os que pagassem o serviço mediante o respectivo título de transporte ou assinatura mensal! Se a Linha for privatizada, passarei a ser proibido de a usar? :O É melhor rezar para que se mantenha "pública", pois só assim todos a poderão frequentar e dos seus serviços usufruir? Parece ser isto que o P.C.P. quer que se pense. Que ideia mais infeliz e que chavão mais ilógico e ignorante aquele partido poderia ter concebido!

Pensava que o conceito de 'privado' e 'público' se referisse à propriedade, gestão e operação de um serviço  — porque é de um serviço de aqui se trata  — e não ao seu uso. Posta a questão da privatização do serviço ferroviário na Linha de Cascais (ou noutras linhas) nestes termos, qualquer incauto ingénuo ficará a pensar que, de facto "privatizar" é demonizar e que o público é que "é fixe!", porque apenas nesta segunda situação todos poderão entrar num comboio da C.P....

Mais contente eu ficaria se o P.C.P., em vez do seu egoísmo político, se insurgisse contra as péssimas condições de segurança na operação diária da Linha, na cada vez mais sentida má qualidade do seu serviço, ou da degradação a que o parque ferroviário tem vindo a ser alvo, sem que alguém se indigne. Mas não. Segurança, qualidade e outros "luxos", são alheios à "luta" deste tipo de "esquerda". O partido mais monolítico e cego à(s) realidade(s) contemporâneas que conheço, considera preferível tomar os utentes por idiotas, não mais conseguindo produzir que um auto-colante dirigido a infantes pré-escolares, ao invés de se dirigir e despertar adultos melhor informados.

A C.P., como qualquer outra empresa de transportes a operar no nosso país, devia ser privatizada e o mais depressa possível. Serei ingénuo ao acreditar que só assim o utente se passe a sentir verdadeiramente digno de ser servido em condições? Ou apenas temos o direito de pagar-e-calar para empresas indigentes (e indigentemente geridas, acrescento) continuem a arrastar-se?

É que me custa imenso pagar mensalmente €68,25 e depois sentir que me tratam como se eu é que estivesse a fazer-lhes um favor!

Se a linha fosse privatizada, indignações partidárias como esta deixariam de fazer sentido, pois que a resolução das situações, a existirem, seria da responsabilidade dos seus proprietários e não do "governo" (logo, saindo da vossa esfera de intervenção, não é?), que, redundando em reclamações do público pagante, por certo as quereriam ver resolvidas com a maior brevidade possível (admitindo que permitissem que elas acontecessem, de todo). Acresce que, como se diz popularmente, "quem não tem dinheiro, não tem vícios" e assim sendo, e estando o nosso "Estado" na penúria em que está, para quê insistir em ser dono de algo que não pode pagar? Faça como "nós" (o povo, sim): venda a quem pode, deixe-se de magalomanias e viva com o que pode manter! E só.

Ao P.C.P. só me resta desejar (utopia, eu sei...) que passe a pensar em pessoas e não em hegemonia política e que deixe de se considerar paladino de idiotas que precisem de um "paizinho" político e abstracto para cuidar de si. Eu, de todos os defeitos que sei ter, ainda consigo usar a minha cabeça. Dispenso-vos (aos políticos de esquerda e aos de direita)! SHOOO!!
Mas divago, que este blog não é político... ;)

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Sou um sintetizador

Cheguei a esta conclusão enquanto lia a simpática mensagem que o Dalaiama me dirigiu no facebook. Ainda lhe não respondi — receio que a resposta venha a ser demasiado longa para lha dar assim, "de repente"  (Dalaiama, puseste-me a pensar no(s) assunto(s)) —, mas aqui e noutros locais que mantive e/ou ainda mantenho noutros planetas do espaço cibernético, admito que o meu papel, voluntário, tem sido mais esse, o de pegar-aqui-pegar-ali e despejar depois os pedaços encontrados nesta espécie de amálgama nova que dou a ver, reflexo daquilo que eu próprio sou, como indivíduo. Talvez seja uma forma de compensar (?!) a falta de criatividade para outras aventuras? Preguiça para criar? No fundo, quem sou eu, para me arrogar a tal? Continuarei a sintetizar...

(foto daqui)

Beach House, The Hours

Life's a mess e depois ouve-se isto...




Can I wait the hours
'til you find me
Climb up to the tower
So that you could see

Violence in the flowers
Where they found you
Can I wait the hours
Would it be untrue
Climb up to the tower
So that you could see
All across the hours

Frightened eyes
Looking back at me
Change your mind
Don't care about me
Frightened eyes
Looking back at me
Change your mind
Don't leave without me

Frightened eyes

Made in your reflection
So that you could feel
Mad in your intentions
Fear it isn't real
All the recollections
Spinning in a field
Left in your possession
'til it isn't real
You say it isn't real

Frightened eyes
Looking back at me
Change your mind
Don't care about me
Frightened eyes
Looking back at me
Change your mind
Don't leave without me

Frightened eyes

Deeper than you and me
It's farther than you could see
Is it too much to ask you
It's all in a glance you'll see
It's deeper than you and me
It's all in a glance you'll see
It's farther than we could be
It's deep than you and me

Frightened eyes

quinta-feira, 24 de maio de 2012

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Sinais de viagem, Londres 2012





Leicester Square


Eyes can be deceiving...

Recomendado, o Fish & Chips

Para os amantes de música, o nome diz qualquer coisa...

É Costa!

Cecil Court

Uma pequena rua, que é um tesourinho

It's... the Tube!


Eros @ the Piccadilly Circus

Fashion japonesa. Comprei.

Rowan "Mr. Bean" Atkinson, a fugir-me na Carnaby Street...

Sem comentários


Antro de perdição

Finchley, North London. Almoço Turco

A caminho da Millennium Bridge

Southbank. Hirst R0cks (e eu concordo)


London Eye, a ver o The Shard

É automático, é DLR!

Exemplos a seguir por cá...

Simpático, a caminho de almoço no japonês

Livraria Foyles

London Tube. Um bom exemplo de Civismo (pensem na mensagem)

quinta-feira, 19 de abril de 2012

É galo...

"Rooster with horns", Melody Pena
Apesar de residir numa zona urbana, relativamente longe "do campo", acordo diariamente ao som de um galináceo. Em pleno século XXI pergunto-me sempre para que raio alguém poderá querer manter (vivo) um galo em sua casa/quintal/jardim? Como despertador está clara e definitivamente ultrapasssado — qualquer telefone moderno tem funcionalidades de alarme muito mais versáteis e complexas incluindo a possibilidade de se optar pelo tom que desejarmos usar para nos tirar da modorra sonífera. Incluindo... o som de um galo  cantar! Ainda por cima nem sequer põem ovos e a sua carne é rija! (dizem) É um pássaro gasto, inútil e anacrónico. Nem para animal de estimação serve: não se lhe pode pegar ao colo, que nos tenta logo agredir; faz cocós por todo o lado; é estúpido que nem a proverbial porta; tem penas, o que é prejudicial e propício para transmitir e gerar alergias respiratórias; chamamo-lo e ele não vem; nunca nos salta para o colo, mas, assim o deixássemos, bicava-nos um olho até nos cegar irremediavelmente; dizem que "canta" mas nunca muda de música após milhares de anos de evolução. Por tudo isto (e mais algum outro argumento ou explicação que agora me não ocorra), sempre que ouço o raio-do-galo a azucrinar-me a existência, só consigo pensar "É galo...!!"

segunda-feira, 9 de abril de 2012

O Fim do Mundo

Imagem não identificada emprestada daqui

Esta noite sonhei com o fim do mundo. Estava a dormir e de repente tomo consciência de estar deitado e a sonhar com o fim do mundo (?!). Continuei deitado, a perguntar-me (sempre em sonhos, estranhamente tenho consciência disto) como iria ser, se doeria, se iria sofrer, etc.. Sentia-me tranquilo, sem urgência ou ânsias, apenas deitado. Por entre os olhos fechados, de repente se faz uma luz intensa, cambiando entre o branco, o amarelo e em tons cada vez mais carregados do espectro até se tornar encarnada, e, finalmente, se apagar. Os meus temores quanto a um eventual "final" de sofrimentos punitivos afinal não se revelaria assim tão estrondoso (no meu sonho, recordo) quanto ao arautos e o lore popular/religioso nos tem incutido e tudo se resumiu àquele espectáculo de luzes. Quando "acordei" (ainda no sonho, sim) estava na rua, em pleno dia, num jardim da cidade onde nasci; tudo normal como se o mundo não tivesse feito um reset. Não sei como é com as outras pessoas, mas o meu "fim-do-mundo" foi assim, calmo pacífico e luminoso.

Depois acordei.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

New Musik - A Map Of You

From A to B (1980). Recordando o meu percurso na Alemanha de 1980/81, em Hamburg.




Decide where you're going to
And how far you should go
Can't you see?
Don't you know?

You are here

Decide where you're coming from
Make your way passing by
Can't you see?
Don't you know?
You are here

You are here
You are here

Decide where you want to be
And arrive when you can
Can't you see?
Don't you know?

You are here